Blind Melon – No Rain (Ripped Away Version)

Shannon Hoon foi mais um talento dos anos noventa cuja morte originou-se da dependência química. Devido a uma overdose de cocaína, faleceu em 21 de outubro de 1995. Até então, Hoon liderava o Blind Melon, banda que atingiu certo sucesso comercial com o single “No Rain”, graças ao famoso videoclipe da garota vestida de abelha.

Após a morte do artista, a banda soltou em 1996 uma coletânea intitulada “Nico”, em homenagem à filha do ex-vocalista, Nico Hoon. Esse compilado reúne algumas gravações feitas por Shannon Hoon e finalizadas pela banda, canções inéditas, versões alternativas de algumas já lançadas e até covers.

Uma dessas músicas chama-se “No Rain (Ripped Away Version)”, uma espécie de demo daquela que tornou a banda conhecida mundialmente. O que chama atenção nessa versão é que a áurea hippie e otimista da original é totalmente deixada de lado por um instrumental mais sombrio e emocional. Até a letra da canção, que é a mesma nas duas versões, pode ser interpretada de outra forma somente pelo fato da melodia estar mais melancólica.

Confira ambas abaixo:

Bela Marcha Fúnebre

Em 26 de janeiro de 1979, quatro jovens rapazes entraram em um estúdio na Inglaterra com a pretensão de gravarem algumas demos. Ao todo, cinco canções saíram do forno dessa sessão. Porém, mal saberiam eles que estavam iniciando um forte movimento artístico e que logo cravariam na história da música os seus lugares.

Assim inicia-se a história do Bauhaus, considerada a precursora do gothic rock e responsável pela primeira gravação do estilo, com o single “Bela Lugosi’s Dead”. Agora, quase quarenta anos após tal feito, os ex-integrantes da banda (extinta há 10 anos, entre hiatos e voltas) juntaram-se à gravadora Leaving Records e lançaram o EP “The Bela Session”, com todas as cinco faixas gravadas naquela sessão. O mais interessante: três delas jamais haviam sido lançadas oficialmente.

Impressiona o talento dos caras para uma primeira sessão em um estúdio profissional, ainda mais as linhas de guitarra de Daniel Ash. O cara comanda a guitarra como um verdadeiro domador, criando riffs abafados, sujos, ora hipnóticos e que grudam na cabeça do ouvinte, vide a canção ‘Boys”, em sua gravação original.

‘Some Faces” e “Bite My Hip” possuem a clássica estética tônica do gothic rock e do post-punk, com uma ambientação enclausurada (parecendo ecos) e o vocal rasgado de Murphy entonando os versos, acompanhado pelo ótimo e criativo instrumental da banda. “Harry” é a canção mais interessante do EP, afinal, não é sempre que se ouve um reggae (sim, reggae!) que parece ter saído das tumbas de um filme de terror. Uma honrável homenagem à vocalista do Blondie.

Mas o ponto alto mesmo está na faixa inicial e mais famosa do conjunto, “Bela Lugosi’s Dead”. Na primeira estaca da bateria, começa a melancólica hipnose que dura quase dez minutos, em um lamento destruidor sobre o ator que ganhou um status cult após interpretar o Conde Drácula nos cinemas, há muito, muito tempo atrás.

 

 

No Youtube, você encontra fácil versões ao vivo das canções e outras que saíram em singles e b-sides obscuros, mas esse trabalho acompanhado diretamente pelos membros do Bauhaus na produção vale a pena ser conferido. Um grande presente para comemorar quatro décadas de carreira com uma contribuição imensa à arte.

O blog dará uma pausa e voltará à ativa no próximo ano, mais precisamente no dia 07 de janeiro.

AGENDA CULTURAL: Semana 13 a 16 de Setembro

Quinta-feira é quase Sexta!! E o melhor: é dia de Agenda Cultural aqui no Blog! Confira as programações desta semana para LEM e região para você:

Antes, a programação completa e IMPERDÍVEL do Pub Chá das Cinco este fim de semana:

Sexta-feira: ASLEY Folk, Flock, Rock, MPB (22h)

Sábado: EDU ARDANUY com VINTAGE TUNE (22h)

Essa semana também começa a Semana Farroupilha em LEM, com uma programação especial do CTG Sinuelo dos Gerais:

QUINTA-FEIRA 13

 THIAGO GOMES ao vivo (a partir das 17h)

Com Drinks e Petiscos em dobro

Onde? Ki-Boteco Bar – Barreiras BA

 

RAMON ARIEVILO canta AO VIVO (21h)

Onde? Cais e Porto Chopperia e Restaurante – Barreiras BA

THIAGO SANTOS canta ao vivo (21h)

Onde? Villa Chopp – Barreiras BA

BOSCO FERNANDES canta AO VIVO

Onde? Beirute Bar e Cozinha – Barreiras BA

BOSCO FERNANDES canta AO VIVO

Onde? Beirute Bar e Cozinha – Barreiras BA

 

SEXTA-FEIRA 14

ASLEY Folk, Flock, Rock, MPB (22h)

Onde? Pub Chá das Cinco – Luís Eduardo Magalhães BA

 

DENIEL VELUTI ao vivo (a partir das 17h)

Com Drinks e Petiscos em dobro

Onde? Ki-Boteco Bar – Barreiras BA

  

DANI E GABY cantam AO VIVO (21h)

Onde? Cais e Porto Chopperia e Restaurante – Barreiras BA

  

JEFERSON E GUSTAVO cantam ao vivo (21h)

Onde? Villa Chopp – Barreiras BA

 

RAMON ARIEVILO canta AO VIVO

Onde? Confraria da Cerveja – Barreiras BA

 

ONG Preservar a Vida: Semana do Cerrado

Dia da Semeadura de Espécies Nativas do Cerrado (8h-12h e 14h-18h)

Onde? Viveiro do Parque, Parque de Exposições Eng Geraldo Rocha – Barreiras BA

SÁBADO 15

EDU ARDANUY com Banda VINTAGE TUNE (22h)

Onde? Pub Chá das Cinco – Luís Eduardo Magalhães BA

 

 GIL SOUZA, HITALLO SILVA E JEFERSON cantam ao vivo (12h)

Com Chopp Dobrado das 12h-15h

Onde? Villa Chopp – Barreiras BA

 

TIAGO GOMES (a partir das 17h)

Com Drinks e Petiscos em dobro

Onde? Ki-Boteco Bar – Barreiras BA

 

JEFERSON E GUSTAVO cantam AO VIVO (21h)

Onde? Cais e Porto Chopperia e Restaurante – Barreiras BA

 

RAMON ARIEVILO canta AO VIVO (12h)

Onde? Dom Q’Chopp – Barreiras BA

 

ONG Preservar a Vida: Semana do Cerrado

Limpeza do Rio Grande (8h-11h30)

Onde? Rio Grande – do Cais & Porto à Ponte Cio Pedrosa – Barreiras BA

DOMINGO 16

 

COSTELÃO SEMANA FARROUPILHA (12H30)

Com Música ao vivo

Onde? CTG Nos fundos do Distrito Industrial

DOMINGO DAS PATROAS (20H)

Dani e Gaby cantam ao vivo

Onde? No Villa Chopp – Barreiras BA

 

1ª FEIJOADA RECICLA CAPÃO (13H)

Com Ivenna, Mania de luxo e Yayá Massemba

Onde? Creme de la Creme – Vale do Capão Chapada Diamantina BA

 

PROGRAMAÇÃO DOS CINEMAS PREMIER (LEM e BARREIRAS)

 

A FREIRA

LEM e Barreiras: 19h30, 21h30

O PREDADOR

LEM e Barreiras: 19h, 21h

Largatos: a quase primeira banda de rock de LEM

Em 1999 os aproximados 18 mil habitantes — talvez, nem isso — do povoado recém rebatizado de Luís Eduardo Magalhães guardava certa dúvida sobre o que a mudança de nome viria a representar num curto espaço de tempo. O processo que culminaria com a emancipação encontrava-se num momento crucial. O então novo distrito precisava provar que tinha condições de seguir independente de Barreiras. Enquanto o processo de convencimento de ACM seguia seu curso em Salvador e Brasília — a emancipação só se consolidaria no ano seguinte — na esquina da Rua Paraíba com a Avenida JK era instalada a Fibracan, empresa especializada em consertos em fibra de vidro e que viria a se tornar o “quartel general” de dois irmãos (opa, o mais velho deles, este que vos escreve) na faixa dos 17 e 20 anos, oriundos do interior do Rio Grande do Sul.

No afã de ter o que fazer como diversão decidimos montar a própria banda. Uma viagem à Brasília foi suficiente para aquisição dos instrumentos que faltavam: uma bateria e um contrabaixo. A guitarra tinha vindo junto no porta malas do velho e saudoso Fiat Prêmio. A espinha dorsal do grupo ficou em família, eu na bateria; meu irmão, Saymond, na guitarra e vocais e nosso primo, Guto, ou, Gutão, no contrabaixo. É preciso destacar que nossa experiência remota com a música tinha duas vertentes: uma bandinha de garagem de heavy metal que tivemos no auge da adolescência, no meu caso, como vocalista; e uma possível herança genética, oriunda do nosso avô, experiente músico de baile que, entre outras peculiaridades tocava um contrabaixo amarelo sem trastes e animava qualquer roda de amigos, ou não, com sua gaitinha de boca.

Assim, com parca experiência e técnica, a Largatos fez seus primeiros ensaios.

 

A barulheira chamou atenção — claro, ensaiávamos de porta e janela aberta. Em pouco tempo, nossas tentativas de produzir música transformaram-se em pequenos eventos, com muita gente espiando da porta ou da janela do escritório da Fibracan, entre eles, os primeiros fãs, jovens que, como nós, ansiavam por algum tipo de lazer que o distrito não oferecia. Não tardou para o primeiro acréscimo na formação da banda acontecer. Fabinho (que depois veio a fundar a Unidade 8), assumiu a segunda guitarra, transformando a banda num quarteto. A essa altura, o repertório da Largatos era um misto de versões de clássicos do rock nacional, os primeiros esboços de canções autorais, entre elas “Vendaval”, “Poeta Medíocre”, “Bibêlo”, “Quatro Olhos” e “Caos Social Injetável”, além de trechos de músicas de bandas gringas como Black Sabbath — o solo de “Bibêlo” era descaradamente parte do solo de “Iron Man”, The Doors, Led Zeppelin, Beatles, etecetera.

Quando a banda chegou a três, quatro meses ensaiando as mesmíssimas versões muitas vezes aproveitando o horário de almoço, a vontade e o desejo de fazer o primeiro show — não necessariamente nessa ordem — fez a banda, pela primeira vez, colocar os instrumentos do lado de fora e ensaiar abertamente, tornando visível e convidativa a aproximação de mais e mais curiosos. Como um evento teste, queríamos ver como as coisas soariam, talvez, sentir se estávamos ou não prontos para um show de verdade. Acontece que locais para apresentações musicais, à época, eram — imagine Luís Eduardo Magalhães há quase vinte anos atrás — escassos e muitas vezes, só a boa vontade alheia poderia tornar algo do tipo possível.

O centro da nova cidade girava em torno da Igreja Matriz e da Associação dos Moradores do Mimoso do Oeste (AMMO), onde praticamente todas as festas, almoços, confraternizações, bailes de debutantes e velórios aconteciam. Numa dessas festas, a Largatos foi convidada para seu primeiro show, como atração secundária da atração principal da noite, a banda de pagode Os Bocas, de Barreiras. Apesar de uma passagem de som desastrosa — inexperiente, sofri para adequar o kit da bateria ao meu tamanho e jeito de tocar — o anúncio de que a atração principal faria um intervalo no seu show fez com as atenções se voltassem para nós. Até poucos meses antes, eu nunca tinha tocado bateria na vida. Apostava no feeling, na lógica do bumbo ditar o ritmo e precisar ser tocado antes da caixa. 

Lembro que numa rápida reunião antes de irmos para o show — decidimos fazer o trajeto entre a Fibracan e a AMMO a pé — sugeri começar com uma espécie de grito de guerra, que acabou se tornando marca registrada de todas apresentações seguintes da Largatos. Não queríamos apenas plugar os instrumentos e começar a tocar o nosso set list, o grito de guerra soaria como uma injeção de adrenalina para que a gente começasse (entre aspas) aquecidos. Prontos. Assim, numa madrugada qualquer do ano em que o mundo não acabou como queriam as profecias, do fundo do palco cimentado da AMMO, sentado na banqueta da bateria, gritei a pleno pulmão os primeiros…

 

Largatos, preparados!

Após as tradicionais três contagens com a baqueta demos início ao show. Quem era presença constante nos nossos ensaios foi para a frente do palco, quem não era — de certo modo — abriu espaço no meio do salão para as rodas que se abriram. O palco cimentado de pouco mais de meio metro de altura não foi empecilho para os moshes. Aliás, quisera tivéssemos sido um pouco mais sistemáticos e contado quantas vezes aquele palco recebeu moshes no auge das festas e shows lá realizados.  As quinze músicas que fizeram parte daquele set, provável tenham aberto a chancela e preparado terreno para todo frenesi dos anos seguintes. Das que minha memória consegue lembrar, além das autorais, aquele set contou com versões para “Eu Nasci Há Dez Mil Anos” e “Canceriano Sem Lar” de Raul; “Eu Sei”, da Legião Urbana, “Malandragem”, chupada da versão da Cássia Eller, entre outras. Terminamos, sob ovação. Mantivemos a rotina de ensaios e, principalmente, de composição. Em pouco tempo, o repertório da banda passou a contar, em sua maioria, com músicas autorais como as novas “Garotos Selvagens”, “Leve Desespero” e talvez a melhor de todas, “Castigo”, que infelizmente não teve nenhum registro de áudio ou vídeo.

O segundo show oficial da Largatos, novamente na AMMO, teve como cenário uma festa de gosto duvidoso, em que o palco foi transformado numa selva e entre as atrações musicais (nós e um cantor chamado Tony Moreno) garotas desfilavam de biquíni e com camisetas molhadas. Literalmente, tocamos quase que camuflados entre samambaias. O piso do palco estava encharcado e o risco de choque era iminente. Terminamos o show aliviados. Nenhum de nós foi eletrocutado, ou morreu, ou se transformou num mártir.

 

MUDANÇAS E MAIS SHOWS

As mudanças de formação foram várias. A primeira delas, a saída de Fabinho que deu lugar ao saudoso Fio (que hoje olha por nós do outro lado), que além de violão e guitarra fazia os vocais de apoio e até baixo tocou na banda, quando da saída do Gutão. Outros que integraram a Largatos até o encerramento das suas atividades foram Rogers, no baixo, e Michel, teclado e violão.

Entre 2000 e 2004 fizemos algumas apresentações nos Domingos Culturais na Praça Matriz, com destaque para a vez em que o pedestal de um dos pratos da bateria despencou durante a execução de “Rock n´Roll” do Led Zeppellin. Em 2001, no Agribusiness Center, dividimos palco com uma banda cover do Creedence Clearwater Revival, vinda de Brasília, num dos shows mais marcantes dos primórdios da jovem Luís Eduardo Magalhães. Em 2002, numa das primeiras edições da Festa da Colheita — onde hoje estão a Câmara de Vereadores e o Fórum — um bêbado Fio, mandou abraço para os seguranças que eram quase maioria. Fomos obrigados a começar muito cedo, antes mesmo das 23h e por isso, a não ser nossos fiéis seguidores apenas os seguranças testemunharam o show. Infelizmente, a banda fez uma única apresentação em Barreiras, no Cais e Porto, num show de pouco mais de vinte músicas e totalmente acústico.

 

O QG DA GALERA E A ORIGEM DO CHÁ DAS CINCO

Em dado momento, a Fibracan transformou-se em atração e ponto de encontro. Uma espécie de QG da galera rock de LEM. Tanto que virou rotina colocarmos os instrumentos do lado de fora quase todos fins de semana. O público era cativo, um mini ramp de skate era atração e um freezer recebia o pagamento para participar do festerê: uma caixinha de cerveja ou o que fosse beber. Aqueles ensaios abertos deram origem ao Chá das Cinco, o clássico e inesquecível festival que anos mais tarde teve edições repaginadas e com presença de bandas até de outros estados, caso da Identidade em 2015 e uma, com direito a homenagem ao nosso pai, Aaron, que nunca pôs empecilho algum para todas maluquices que fazíamos, transformando-se num tiozão e as vezes até num segundo pai para muitos que preferiam passar o tempo na Fibracan. A Largatos não resistiu ao tempo. O sonho de furar a bolha e tornar todas aquelas canções conhecidas do grande público não vingou. O projeto de gravação do primeiro CD fracassou e o fim, acabou sendo o caminho inevitável.

 

AS CRIAS DA LARGATOS

Curiosamente, a Largatos deu origem a duas bandas que marcaram época em LEM: a Lobos da Estepe, formada pelos ex-integrantes dos Químicos com meu irmão no vocal e guitarra e a Unidade 8, a qual tive a honra de fazer parte da formação original que gravou o “Fobia” em 2004 e talvez tenha sido a banda local que mais perto de furar a tal bolha chegou. No entanto, estas são história para outra oportunidade. Uma das últimas aparições da Largatos se deu no I Encontro de Bandas de Rock, realizado na quadra de areia da AMMO, numa época que a cidade chegou a contar com pelo menos seis bandas ativas e o mais importante, parceiras em todos sentidos. A formação daquele show contou com Adilson Vieceli, integrante da Falso Sepulcro — a verdadeira primeira banda de rock do então povoado de Mimoso do Oeste, isso lá nos idos de 1996 e 1998. Histórico e daí do “quase” usado no título. No berço da Largatos foi construído um estúdio que ajudou muitas bandas na primeira metade dos anos 2000 e onde hoje bandas de toda região se apresentam, pois, é justamente onde está o palco do Chá das Cinco Pub. Na minha recente passagem por LEM, talvez, devia ter feito o teste, pois, quem sabe, ao encostar o ouvido no piso do pub ainda seja possível ouvir o velho grito de guerra da Largatos ecoar.

Preparados?

Entrevista com a Banda 100 Nome: rock e forró podem andar juntos sim!

Quem conhece a Immagine sabe que nós somos adoradoras da boa música e das boas bandas e que sempre buscamos trazer para os nossos holofotes quem faz parte desse universo. Hoje chegou a vez da Banda 100 Nome. Sim, 100 nome. Os integrantes da banda se conheceram em LEM e começaram a tocar na cidade, mais especificamente no Pub Chá das Cinco (outro lugar que amamos demais) e desde então, seguem fazendo shows e cantando aquilo que nós também amamos: rock, baião de dois e forró pé de serra.

Integrantes:

Alam Romero – bateria / Santa Maria da Boa Vista-PE
Luiz Junior – guitarra / Catolândia-BA
Will Porto – baixo / Barreiras-BA
Rodrigo Motta – vocal / Barreiras-BA

Os quatro se conheceram através da música. Todos tocavam em suas respectivas bandas e sempre se encontravam ou até mesmo faziam projetos juntos. A ideia inicial surgiu da vontade de fazerem um tributo à Charlie Brown Jr e, a princípio, eles se uniram para fazer apenas um show. Foi assim que também surgiu o nome da banda: 100 Nome. Para eles, não havia necessidade de um nome para uma banda que só faria um show, e então lá foram os 4 e mais alguns parceiros para a fatídica noite que começou com a ideia de ser apenas um tributo a Charlie Brown Jr e que terminou com um próximo show marcado. A banda homenageada da vez seria Engenheiros do Hawaií. E assim nasceu a 100 Nome.

Para eles, tocar em LEM é muito bom, tanto que eles já consideram a cidade como o quintal de casa. “Nos sentimos muito acolhidos e já é tão natural…”, conta Will. Uma das inspirações da banda é a própria Charlie Brown Jr, que mesmo sem querer moveu o início da carreira da 100 Nome. “Outra banda que também gostamos muito é a Legião Urbana”, diz Luiz. Legião, inclusive, é a dona de uma das canções preferidas da banda, que ama tocar “Dezesseis”. “Nós sempre tocamos essa da Legião e gostamos muito, tem uma letra muito fod#”, conta Luiz.

Viver de música

Hoje é praticamente um sonho para a maioria das bandas viverem só de música. Isto se deve a diversos motivos, como necessidades financeiras, tempo, valorização cultural, entra tantos outros. Escolher a música é algo corajoso  nos dias de hoje. Enquanto tudo é muito comercial, a 100 Nome segue a linha de fazer o que se ama. “O significado da música para nós é terapia, diversão, loucura e também o ganha pão. É prazeroso fazer música, uma sensação incrível!”, é o que conta o Alam.

E talvez seja por isso que eles gostam tanto de tocar em LEM, porque, segundo eles mesmo, o público da cidade é muito receptivo quando o assunto é reconhecimento e valorização, tanto financeira quanto cultural. “Apesar de sermos um banda barreirense, a maior parte dos nossos show foram realizados em outros locais”, contam.

O gosto pelas músicas autorais existe, mas as composições ainda não se concretizaram. Eles contam que a banda começou mesmo com a ideia de fazerem versões de músicas já conhecidas e que os integrantes gostam de tocar. “Nós buscamos tocar aquilo que nós gostamos de ouvir, e temos a sorte de encontrar muitas pessoas que também gostam do que tocamos. É isso que nos faz gostar muito do público de LEM que, por uma feliz coincidência, gosta da nossa música e do nosso gosto musical”, contam.

Para os integrantes da banda, não há nada melhor que receber uma bela salva de palmas do público e serem valorizados, como sentem que são aqui em LEM. “Isso já é um sonho. Nossa ambição é de sempre explorar lugares novos e apresentar nosso trabalho, sermos reconhecidos por aí e ganhar dinheiro… é sempre bom!”, conta o Alam.

E o futuro?

Com a urgência do mundo atual, as pessoas pensam no hoje e no amanhã ao mesmo tempo. Os meninos da 100 Nome pensam, claro, em evoluir, mas também valorizam muito o momento que vivem. Preocupados em doar o melhor de si para a música, sabem que podem ter um futuro brilhante, pois são merecedores e batalhadores, mas gostam mesmo do que vivem hoje.

Temos uma formação muito forte e, apesar das dificuldades e dos projetos paralelos de cada um, ainda vamos crescer. Temos apenas 1 ano de caminhada e acreditamos que futuramente podemos dar certo além de tudo o que vem acontecendo”

Uma frase que definiria a Banda 100 Nome?

““Um projeto displicente que deu certo”. Na nossa história tudo aconteceu de maneira muito natural, bem fácil. Nós nunca brigamos, as ideias de músicas para compor repertório sempre foram muito bem aceitas por todos. Isso faz com que tudo deixe de ser trabalho e se torne a nossa diversão”.

AGENDA CULTURAL: Semana 23 a 26 de Agosto

Quinta-feira é dia de Agenda Cultural!! A cada quinta trazemos os eventos e programações que acontecem em LEM e região para você! Vem conferir:

Antes, confira a programação completa do Chá das Cinco este fim de semana:

(Foto: Larissa Ranchel)

LOS BEATOS: Beatles Tribute (Sexta-feira, 22h)

Onde? Pub Chá das Cinco – Luís Eduardo Magalhães BA

TRIBUTO A RAUL SEIXAS (Sábado)

Com participação da Banda 100 Nome

Onde? Pub Chá das Cinco – Luís Eduardo Magalhães BA

Aniversário de 1 ano da Banda 100 Nome (Sábado)

Onde?  Pub Chá das Cinco – Luís Eduardo Magalhães BA

 

QUINTA-FEIRA 23

 

Ramon Arievilo canta ao vivo

Onde? Cais e Porto Chopperia e Restaurante – Barreiras BA

Cindy Moura canta Sertanejo Universitário (21h)

Onde? Cais e Porto Chopperia e Restaurante – Barreiras BA

Gil Souza canta ao vivo (21h)

Onde? Villa Chopp – Barreiras BA

Transmissão ao vivo: Flamengo x Vitória (19h30)

Onde? Villa Chopp – Barreiras BA

Transmissão ao vivo: Atlético x Vasco (20h)

Onde? Villa Chopp – Barreiras BA

Convite de Lançamento da Expolem 2018 (19h30)

Onde? Auditório da Acelem – Luís Eduardo Magalhães BA

Convocação Raulseixista: Tributo a Raul Seixas (20h)

Onde? Bar do Vieira – Barreiras BA

SEXTA-FEIRA 24

LOS BEATOS: Beatles Tribute (22h)

Onde? Pub Chá das Cinco – Luís Eduardo Magalhães BA

Pocket Show Acústico com Banda Vintage (20h)

Onde? Gouveia Gourmet – Luís Eduardo Magalhães BA

Leoni canta ao vivo (21h)

Onde? Villa Chopp – Barreiras BA

 

Rômulo Malva canta ao vivo

Bahrein Loung Bar – Ibotirama BA

Festival Adoro Luau

Com Aptos para casal, Hostel (8 pessoas em cada suíte) e Camping

Onde? Paraíso das Corredeiras – Santa Maria da Vitória BA

Jefferson & Gustavo cantam Sertanejo Universitário (21h)

Onde? Cais e Porto Chopperia e Restaurante – Barreiras BA

Acoustic Rock: Isaac Yeltsin (20h30)

Onde? Tribu’s Bar e Kebaberia – Barreiras BA

 

Ramon Arievilo canta ao vivo

Onde? Paulinho Espetinho

SÁBADO 25

TRIBUTO A RAUL SEIXAS

Com participação da Banda 100 Nome

Onde? Pub Chá das Cinco – Luís Eduardo Magalhães BA

Aniversário de 1 ano da Banda 100 Nome

Onde?  Pub Chá das Cinco – Luís Eduardo Magalhães BA

Aniversário da 1ª Igreja Presbiteriana do Brasil em LEM (19h30)

Com participação do Coral da Igreja Presbiteriana

Onde? 1ª Igreja Presbiteriana do Brasil – Luís Eduardo Magalhães BA

Thiago Sateles canta Sertanejo Universitário (21h)

Onde? Cais e Porto Chopperia e Restaurante – Barreiras BA

Jefferson Fernandes, Imenso Prazer, Jeferson & Gustavo ao vivo (21h)

Onde? Villa Chopp – Barreiras BA

Passarela Primeiro as Damas

Onde? Passarela Beer – Luís Eduardo Magalhães BA

Festival Adoro Luau

Com Aptos para casal, Hostel (8 pessoas em cada suíte) e Camping

Onde? Paraíso das Corredeiras – Santa Maria da Vitória BA

Encontro dos Músicos: A Festa! (21h)

Com Bingo, Show e Sorteios de brindes.

Onde? Gena’s Bar – Barreiras BA

Festival de Galinhada (20h)

Em prol da construção da Igreja São Francisco de Assis

Onde? Na Gruta – Luís Eduardo Magalhães BA

Comemoração aos 69 anos – Vovô Barreirense (19h)

Com Bosco Fernandes

Onde? Clube ABCD – Barreiras BA

Projeto Tardezinha Deck: Kidueto (17h)

Onde? Av. Clériston Andrade, Centro – Barreiras BA

 

DOMINGO 26

Aniversário da 1ª Igreja Presbiteriana do Brasil em LEM (9h e Culto 19h)

Com participação do Coral da Igreja Presbiteriana

Onde? 1ª Igreja Presbiteriana do Brasil – Luís Eduardo Magalhães BA

Festival Adoro Luau

Com Aptos para casal, Hostel (8 pessoas em cada suíte) e Camping

Onde? Paraíso das Corredeiras – Santa Maria da Vitória BA

Peneira Esporte Clube Bahia (7h)

Doação de 1kg de alimento por atleta

Onde? Estádio Municipal Geraldão – Barreiras BA

PROGRAMAÇÃO DOS CINEMAS PREMIER (LEM e BARREIRAS)

 

MEGATUBARÃO

LEM e Barreiras: 18h30 e 21h

 

MISSÃO IMPOSSÍVEL – EFEITO FALLOUT

LEM e Barreiras: 20h15

 

HOTEL TRANSILVÂNIA 3: FÉRIAS MONSTRUOSAS

LEM e Barreiras: 18h15

Dia Mundial do Rock: listamos as canções mais “clássicas” feitas por bandas de LEM

A alcunha “LEM Rock City” nunca foi apenas uma brincadeira de uma meia dúzia de fãs do gênero. Desde os primórdios da “capital do agronegócio”, Luís Eduardo Magalhães se notabilizou por bandas de rock com material autoral. A primeira delas foi a Largatos, inicialmente formada pelos irmãos Anton (bateria) e Saymond Roos (guitarra e voz) e pelo icônico Gabriel Motta, “Gutão” no baixo, mas que contou até o fim das suas atividades, com músicos que posteriormente ganharam notoriedade por bandas históricas como Os Químicos, caso do eterno Fio e a Unidade 8, caso de Fábio Brito, o Fabinho.

A propósito, o fim da Largatos deu origem à Lobos da Estepe, junção de ex-integrantes dos Químicos com a voz rasgada de Saymond e a própria Unidade 8, que nos seus primórdios contou com nosso colunista, Anton Roos, na bateria. O ápice dessa fase ocorreu entre 2004 e 2005, primeiro com a realização do I Encontro de Bandas, na área externa da Associação dos Moradores do Mimoso do Oeste (AMMO) e, em seguida, com a primeira vinda da lendária banda de punk rock gaúcha, Tequila Baby, para a região. Desse período cabe menção a bandas inesquecíveis como Riviera Dreitz, Muamba, The Drunks, Durock, Astérion, Zhadok e Metamoforse do Kalango Verde.

Embora muitas das bandas que fizeram parte daquela história tenham encerrado suas atividades alguns de seus integrantes continuam na ativa como o guitarrista Juninho Dias (ex-Zhadok), o baixista Rodrigo Faedo (ex-Químicos, Lobos da Estepe e Astérion) hoje na Vintage Tune, além do guitarrista e vocalista Ranieri Trevisan (ex-Metamorfose do Kalango Verde e Unidade 8), mas com um vasto currículo de serviços prestados ao rock de LEM, com passagens memoráveis por bandas como Hollywood House, Sérveros e Fala Pra Mãe.

O número de bandas já formadas em LEM é imenso e seria um equívoco — ao menos por agora — tentar elencar a todas. No entanto, é inegável o cacoete de todas elas para compor material próprio. A seguir, já que hoje é Dia Mundial do Rock listamos cinco canções que se tornaram verdadeiros clássicos de seu tempo e, de um jeito ou outro, sempre serão lembrados por quem viveu alguma das muitas fases da cidade mais rock n´roll do Oeste da Bahia — não, isso não é uma provocação.

Vamos a playlist.

 

Caos Social Injetável (Largatos)

A pioneira banda de rock de LEM Rock City se notabilizou pelas canções próprias. No tempo em que esteve na ativa a banda sempre incluía material próprio no set list dos seus shows, às vezes, fazendo das suas apresentações um desfile de músicas que por um tempo fizeram parte do imaginário e da história remota da cidade, como, “Vendaval”, “Poeta Medíocre”, “Bibelô” e, claro,“Caos Social Injetável”, normalmente usada para encerrar de maneira catártica seus concertos. Embora, nunca tenha sido gravada pela banda, versões dela tornaram-se frequentes no repertório das bandas lideradas pelo guitarrista Ranieri Trevisan.

 

Lágrimas de Sangue (Unidade 8)

A Unidade 8 foi a primeira banda de rock de Luís Eduardo Magalhães a gravar um CD. Em 2004, a banda viajou para Brasília onde registrou seu primeiro trabalho, “Fobia”, um clássico que marcou época e registrou algumas pérolas como “7 Minutos de Depressão”, “Não enche o saco” e a própria “Lágrimas de Sangue”, regravada pela banda em 2005, no EP gravado em Porto Alegre/RS e que contou com produção de Duda Calvin, da Tequila Baby. Essa é outra que se manteve viva graças as bandas Sérveros e Fala Pra Mãe que sempre a incluam em seus sets.

 

Rock Fuckin´Roll (Sérveros)

Originalmente composta por Bruno Lauck, ex-Astérion, Riviera Dreitz e Unidade 8, a canção ganhou fama e status na voz de Ranieri Trevisan e, em pouco, se transformou em hit, daqueles cantados por roqueiros de carteirinha e/ou meros simpatizantes das noitadas do saudoso Canela de Ema. Recentemente a música ganhou um clipe, produzido pela talentosíssima Geovana Cruz e, que inclusive, rendeu merecida homenagem aqui no blog.

 

Endless Void (Black Night)

O rock em Luís Eduardo Magalhães sempre contou com algumas fases bem peculiares, ora, de fartura, ora de vacas magras. Em 2016, Anton Roos quase dez anos depois do seu último projeto musical (os outros foram a Largatos e Unidade 8, como baterista e a lendária Astérion, como vocalista) voltou à ativa com músicos conhecidos da cena local, o baixista Fernando Felipetto (ex-Muamba), o baterista Thiony Trentin e o guitarrista Marcelo Vargas para prestar tributos as clássicas bandas de heavy hard das décadas de 1970 e 1980 principalmente. Após alguns shows memoráveis, antes de encerrar atividades no final de 2016, o quarteto deixou registrado sua única canção autoral, mas, que marcou uma fase especial para a cena rock da cidade, inclusive com a vinda de várias bandas de outros estados.

 

Alive Again (Vintage Tune)

Das cinzas da velha Zhadok, Juninho Dias arquitetou o alicerce do que viria a ser a Vintage Tune. “Alive Again” foi a primeira canção autoral gravada e lançada pela banda, formada também pela vocalista Vivi Marques, o baixista Rodrigo Faedo e o baterista Diego Dias. A canção ganhou uma versão com participação do baterista Ivan Busic (ex-Dr. Sin) e do baixista do Angra, Felipe Andreoli. À época do lançamento, batemos um papo com o casal Juninho e Vivi sobre a canção e essa nova fase da banda, o que pode ser lido aqui.

 

Menção honrosa:

Brutalizador (Omerta)

Eles não são a ovelha negra da turma, mas, com toda certeza, são os mais agressivos. Representantes do metal mais brutal, o grupo tem em sua formação original e mais clássica o vocalista Adriano Capitanio, o baterista Dênis Guirra, o guitarrista Robson Melo e o baixista Gabriel Froilan. No currículo apresentações em que ora desfilavam covers do saudoso Pantera e, ora, em que o apuro técnico de seus integrantes era evidente. Além disso, a banda sempre priorizou material autoral. “Brutalizador” foi o primeiro registro da banda, tendo inclusive recebido elogios de músicos da Project 46, um dos maiores representantes do metal brasileiro na atualidade.

*

PS: Levantar o volume só não é uma ordem, pois, infelizmente, algumas dessas canções não tem registros oficiais e os poucos que existem devem estar trancafiados à sete chaves nos confins de algum HD de alguém que viveu e sentiu na pele alguma dessas fases:

PS 2: Feliz Dia Mundial do Rock a todos!

Agenda Cultural – Semana de 15 a 18 de Junho

Começou a Copa do mundo,  e o fim de semana vem com muita animação e possibilidades para se divertir e até ver os jogos! Confere aqui como está a Agenda Cultural deste fim de semana:

SEXTA-FEIRA 15

 

Forró do Enigma (19h)

Com Hugo Santos e Mauricio Moolt

Onde? Colégio Enigma Unidade 3 – Barreiras BA

 

São João da UNIRB

Com Quarque’uma – Forrozin do bão – Barreiras BA

 

Transmissão do Jogo: Portugal x Espanha (15h)

Copa do Villa Solidária – Doe 1kg de alimento

Onde? Villa Chopp – Barreiras BA

 

Danni Rodrigues ao vivo

Onde? Villa Chopp – Barreiras BA

 

Banda Vintage Tune (20h)

Onde? West Burguer – Luís Eduardo Magalhães BA

 

Lançamento da Música Nova: Futebol e Vaquejada

Do cantor Mano Valter

Onde? Spotify, Apple Music, Deezer e YouTube

 

#Partiu Forró Pé de Serra Alternativo (21h)

Com Indígena e os Apaches

Onde? Tribu’s Kebaberia Music Bar – Barreiras BA

SÁBADO 16

Cãominhada com tarde recreativa (16h-18h)

Família Sicredi Convida, evento gratuito

Com contribuição de 1kg de ração para doação às ONGs locais

Onde? Praça do Jardim Paraíso – Luís Eduardo Magalhães BA

 

Vintage Tune no Evento do Residencial Cidade Alta (14h)

Onde? Residencial Cidade Alta – Luís Eduardo Magalhães BA

 

Adora Barreiras (a partir das 20h)

Com Gabriela Rocha ao vivo

Onde? Barreiras BA

 

Space Sunset (15h)

Onde? Casa Roxa – Barreiras BA

 

Mano Valter ao vivo

Onde? São Desidério BA

 

Transmissão do Jogo: Argentina x Islândia (10h)

Copa do Villa Solidária – Doe 1kg de alimento

Onde? Villa Chopp – Barreiras BA

 

Transmissão do Jogo: Croácia x Nigéria (16h)

Copa do Villa Solidária – Doe 1kg de alimento

Onde? Villa Chopp – Barreiras BA

 

Jefinho, Hugo Santos e Diego Trindade ao vivo

Onde? Villa Chopp – Barreiras BA

DOMINGO 17

 

Bloquinho e Transmissão do Jogo (13h)

Com Toinho e Cia – Jogo Brasil x Suíça

Onde? Cais e Porto Choperia e Restaurante – Barreiras BA

 

Transmissão do Jogo: Alemanha x México (12h)

Copa do Villa Solidária – Doe 1kg de alimento

Onde? Villa Chopp – Barreiras BA

 

Transmissão do Jogo: Brasil x Suíça (15h)

Copa do Villa Solidária – Doe 1kg de alimento

Onde? Villa Chopp – Barreiras BA

 

Kidueto e Hitalo Silva ao vivo

Onde? Villa Chopp – Barreiras BA

 

SEGUNDA-FEIRA, 18

 

Seletiva da Garota Cavalo de Aço (18h-22h)

Onde? Pak Suítes Hotel – Luís Eduardo Magalhães BA

 

PROGRAMAÇÃO DOS CINEMAS PREMIER (LEM e BARREIRAS)

 

GNOMEU E JULIETA

LEM: 19h30; Barreiras: 18h30
Desenho / 1h27m / dublado / livre

 

JURASSIC WORLD – REINO AMEAÇADO

LEM: 19h e 21h horas; Barreiras: 19h e 21h30
Comédia / 2h08m / dublado / 12 anos

 

OITO MULHERES E UM SEGREDO

Barreiras apenas: 20h30
Comédia, policial  / 1h50 / dublado / 14 anos

Agenda Cultural – Semana 07 a 12 de Junho

A semana da Bahia Farm Show merece um fim de semana recheado de possibilidades para diversão e lazer, certo? Então confere aqui a Agenda Cultural que preparamos para você:

 

QUINTA-FEIRA 07

 

3º Dia da Bahia Farm Show (9h-19h)

A maior Feira Agrícola do Norte e Nordeste do Brasil

Onde? Complexo Bahia Farm Show – Luís Eduardo Magalhães BA

 

Tributo Tim Maia e Skank #VEM (22h)

Onde? Pub Chá das Cinco – Luís Eduardo Magalhães BA

 

Quinta do Boliche (18h)

Com DJ Alex Correia e Gustavo Braga. Entrada free até 19h30

Onde? Huba Strike – Luís Eduardo Magalhães BA

 

Thiago Santos ao vivo (21h)

Onde? Villa Chopp – Barreiras BA

 

SEXTA-FEIRA 08

 

 

4º Dia da Bahia Farm Show (9h-19h)

A maior Feira Agrícola do Norte e Nordeste do Brasil

Onde? Complexo Bahia Farm Show – Luís Eduardo Magalhães BA

 

Tributo O Rappa #VEM (22h)

Onde? Pub Chá das Cinco – Luís Eduardo Magalhães BA

 

Forró com Objetivo (19h)

Em clima de Copa na Quadra Poliesportiva

Onde? Escola Monteiro Lobato – Luís Eduardo Magalhães BA

 

Chá da Bia – 2ª Edição

Com Sara Putinato (nutricionista) e Sérgio Caus (arquiteto)

Onde? Bahia Farm Show: Restaurante Olavo Nascimento – LEM BA

 

Leoni canta ao vivo (21h)

Onde? Villa Chopp – Barreiras BA

 

Forrozão da COOPEB (19h)

Com Banda Aloka, Toinho & cia, William & os Cangaceiros do Forró,

Liz Sandra & Farol de Fusca e DJ Juninho Araújo

Onde? COOPEB – Barreiras BA

 

Tradicional Festejo do Pov. de Capim Grosso (a partir das 22h)

Com ZAL e Forrozão Brisa

Apresentações de Quadrilhas juninas e comidas típicas

Onde? Riachão das Neves BA

 

SÁBADO 09

 

Encerramento da Bahia Farm Show

A maior Feira Agrícola do Norte e Nordeste do Brasil

Onde? Complexo Bahia Farm Show – Luís Eduardo Magalhães BA

 

Rodrigo Rocha ao vivo #VEM (22h)

Onde? Pub Chá das Cinco – Luís Eduardo Magalhães BA

 

Feijoada Beneficente (a partir das 12h)

Apenas R$15 por pessoa

Onde? Rua assembleia de Deus, 39, Bairro JK – Barreiras BA

 

Gil Souza, Juninho Rodrigues e thalia Souza ao vivo (a partir das 14h)

Onde? Villa Chopp – Barreiras BA

 

Forrozão da UNEB

Com Trio Nordestão, Império e Jackson Ferraz

Onde? Parlatório do Campus IX da UNEB – Barreiras BA

 

Noite das Tribus (22h)

III Party – Arraiá Alcoólico

Onde? Tribu’s Kebaberia Music Bar – Barreiras BA

 

Tradicional Festejo do Pov. de Capim Grosso (a partir das 22h)

Com Milton Lopes e Abílio & Geovacir Cigano

Apresentações de Quadrilhas juninas e comidas típicas

Onde? Riachão das Neves BA

 

10ª Corrida de Argolinha do Sìtio Campo Largo

Com Isaías Estilizado e Frank Brasil, o Feirinha (a partir das 22h)

Onde? Taguá – Cotegipe BA

 

DOMINGO 10

 

Festa Beneficente #SomostodosFlavi (a partir das 17h)

Festa Beneficente em prol do tratamento de Flaviane Queiroz.

Com Shows: Baião de 2, Isaías Estilizado, Vilson Carvalho, Stefane Sabel, Remanescentes, Banda Aloka, Gustavo Braga e Banda Sem Nome.

Onde? Espaço Novo Crioula – Barreiras BA

 

Show JORGE E MATEUS: SUNSET (17h)

Com Jefferson Moraes e Toinho & Cia

Onde? Quatro Estações Hall – LEM BA

 

XVIII Festa do Padroeiro – Comunidade Sto Antônio

Com Almoço Italiano a partir das 12h

Onde? Comunidade Santo Antônio – Luís Eduardo Magalhães BA

 

Stefane Sabel canta ao vivo (a partir das 18h)

Onde? Villa Chopp – Barreiras BA

 

Show do Domingueira Premiada (16h)

Com Lucas Santinny, Thalia Souza e Milton Lopes

Onde? Bar o Leilton, Praça Senhor do Bonfim – Baianópolis BA

 

5ª Trilha de Baianópolis (10h)

Com Churrasco, som ao vivo no local de chegada.

Onde? Moto Clube For West Cross – Baianópolis BA

 

10ª Corrida de Argolinha do Sìtio Campo Largo (a partir das 10h)

Onde? Taguá – Cotegipe BA

 

SEGUNDA-FEIRA, 11

 

XVIII Festa do Padroeiro – Comunidade Sto Antônio

Onde? Comunidade Santo Antônio – Luís Eduardo Magalhães BA

 

TERÇA-FEIRA, 12

 

Noite dos Namorados (22h)

Com Marlus Viana, Bosco Fernandes e Ronaldo & Rangel

Onde? Boteco Crioula – Barreiras BA

 

XVIII Festa do Padroeiro – Comunidade Sto Antônio

Onde? Comunidade Santo Antônio – Luís Eduardo Magalhães BA

 

Jantar Romântico Dia dos Namorados

Onde? Hotel Saint Louis

 

PROGRAMAÇÃO DOS CINEMAS PREMIER (LEM e BARREIRAS)

GNOMEU E JULIETA

LEM: 18:00 horas; Barreiras: 17h30.

Desenho / 1h27m / dublado / livre

 

NÃO SE ACEITAM DEVOLUÇÕES

LEM: 19:00 e 21:00 horas; Barreiras: 18h30

Comédia / 1h39m / nacional / 12 anos

 

DEADPOOL 2

LEM: 20:00 horas; Barreiras: 20h30

Ação / 1h59 m / dublado / 16 anos

 

OITO MULHERES E UM SEGREDO

Barreiras apenas: 19h e 21h30

Comédia, policial  / 1h50 / dublado / 14 anos

Entrevista exclusiva com a Banda Mamamute e programação pra este fim de semana!

A Banda Mamamute desembarcou ontem em Barreiras para programações variadas no oeste da Bahia este fim de semana! De São Paulo, a banda chega pela primeira vez à nossa região, apesar de um dos integrantes ser natural daqui.

Os meninos chegaram cheios de energia e super animados, contando que as primeiras impressões são muito boas, principalmente pela recepção calorosa que estão tendo!

Os integrantes da banda se conheceram no Conservatório e Faculdade de Música Souza Lima, em São Paulo, e já se deram super bem, não só musicalmente, mas também como amigos. Inclusive, contam que sempre quiseram ter uma banda de rock profissional, que realmente fizessem um trabalho de música que não fosse cover, nem um autoral displicente.

 

E quem é quem?

Felipe Muniz, paulista, é o vocalista da banda e conta que lhe inspiram pessoas que estão fora da música, como os poetas como Fernando Pessoa e Drummond de Andrade. São poetas que o inspiram para escrever as letras das músicas por abordarem tanto problemas existenciais e humanos quanto problemas sociais, pontos de vista muito importantes na hora de escrever.

Thiago Vilela, mineiro, baterista, fala da inspiração nas pessoas em geral, na vida, já que tudo o que se vive influencia a sua música, o que torna importante a fonte de inspiração nas pessoas e no dia-a-dia.

Caio Pamplona é natural de Barreiras, baixista e também se apoia no ponto de vista de ser inspirado pelas pessoas. Ele conta que admira quem está aberto a entrar em contato com os mais diferentes tipos de personalidade, pessoas cheias de empatia, abertas às mudanças, ao diálogo, à experiência da vida, que é diferente para todo mundo, ao mesmo tempo em que é igual no sentido do tempo que nós temos aqui na terra.

Ronaldo Aguiar, natural de Santos, guitarrista da banda, cita como sua inspiração no momento Miles Davis, um músico do jazz norte-americano, que lhe inspira desde sua postura artística até suas posturas como ser humano. Essa inspiração, artisticamente, se deve a ele nunca ter tido medo de experimentar, o que o levou a ser alguém tão inovador a ponto de revolucionar a música na sua época.

 

O álbum: Cinza Concreto.

Cinza Concreto é o novo álbum da banda! Dia 26 é o show de lançamento oficial, com entrada gratuita na Unibes Cultural da Oscar Freire em São Paulo. E já no dia 25, sai o disco completo nas redes sociais para quem quer conferir!

Sobre o nome deste trabalho, o quarteto nos explicou de onde veio…

Considerando que moram em São Paulo há um tempo, nele vem o sentido urbano, sentido do transporte, do trabalho, da correria, muitas vezes como uma máquina. No fundo é tudo sobre o tempo, não só no sentido de aproveitar a vida, mas da perda do tempo em função do foco na produção material.

Ronaldo fala também do disco como representação do momento musical e ideológico que eles passaram internamente, para externalizar em forma de música.

Mas, o principal para eles é a relação de troca: não tem algo específico do que querem passar para as pessoas, já que isso presumiria alguma posição de superioridade. Para os meninos, cada um pode ter a sua visão particular de uma coisa, só esperam que as pessoas se identifiquem com a música que criam para a Mamamute.

 

E a música favorita?

Felipe Muniz conta que as músicas que eles criam são como filhos, então eles amam todas as que fizeram. Entretanto, ressaltam a adoração pela faixa que abre o álbum Cinza Concreto e que foi lançada esta sexta-feira, dia 11, “Me deixa”. Felipe gosta muito da agressividade dessa música, com uma letra que fala dos problemas do ego, algo que todos se deparam:

A banda também lançou um clipe pela Universal Music, no YouTube pela Vevo:

Para eles, foi super importante essa experiência, especialmente no começo da carreira, para terem uma visão melhor de como é trabalhar com uma grande gravadora, uma grande marca, entendendo seus prós e contras.

Hoje, a banda está com contrato com outra empresa, uma distribuidora britânica, que trabalha mais próxima aos artistas independentes, com um trato mais pessoal e bandas mais parecidas ao estilo da Mamamute.

 

E o futuro?

O quarteto conta que almeja busca fazer mais discos e mais turnês, com um futuro de muitos shows e oportunidades!

Para o oeste da Bahia, o recado que deixam é: “esperamos que vocês colem no evento e curtam o nosso trabalho!”.

Em Barreiras, a programação é a seguinte:

  • Dia 17, quinta, às 20h no SESC Barreiras;
  • Dia 18, sexta, às 20h na Flib – Feira do Livro.

E em Luís Eduardo Magalhães, o show será no Pub Chá das Cinco no sábado, dia 19, às 22h. Você já se programou?

Vamos!