Claudia Kubrusly trará um novo jeito de fazer negócios para o FEL 2020

Uma coisa muito interessante que acontece agora, assim como em qualquer crise, é o fato que o coronavírus traz problemas e também oportunidades para a economia. E uma coisa muito importante que o corona (pros íntimos) veio nos ensinar é que o formato de fazer negócios hoje em dia pode – e deve – mudar!

Assim como muitas empresas estão percebendo que podem ter alguns dias de home office sem problemas, é preciso perceber que a forma de fazer negócios precisa evoluir. A gente quase nunca imagina um cenário de catástrofe/tragédia, mas chega um vírus lá da China e coloca o mundo em alerta! É de fazer pensar, né?

Mas como assim, novas formas de fazer negócio?

É sobre isso que vamos falar no FEL – o 5º Fórum de Empreendedorismo de LEM, em 18 de abril!

A nossa palestrante Claudia Kubrusly vem de Curitiba/PR para falar sobre SISTEMA B e o case da Editora Voo, além de muitos outros exemplos!

As chamadas empresas no Sistema B fazem parte de um movimento global que leva em consideração outros indicadores, além do lucro, e são premiadas com um selo. O sucesso de um negócio, portanto, não é medido apenas pelo retorno financeiro que ele gera, mas também pelo impacto social e ambiental causado.

AH! Mas isso é tão longe da realidade brasileira, você vai pensar… NADA DISSO! A Natura, por exemplo, é um lindo case de empresa certificada no Sistema B!

E além dela, tem muitos outros casos de empresas que pensam no FUTURO, como Movida! Afinal, que empresário que vai ter sucesso pensando apenas no presente?

A Claudia é sócia fundadora da Editora Voo, empresa que já nasceu como um negócio de impacto social e, desde 2018, é uma Empresa B certificada. Formada em Direito pela UFPR com mestrado em Direito Comercial pela USP, depois de 8 anos na área jurídica deu uma virada profissional para empreender no ramo editorial. Desde a sua fundação em 2013, a Voo tornou-se referência em conteúdo sobre nova economia, organizações regenerativas, liderança colaborativa e empreendedorismo com propósito. Co-idealizadora do Voo para um Futuro Melhor, principal contrapartida social da Editora Voo, que trabalha mediação e formação de cultura leitora em adolescentes em cumprimento de pena socioeducativa. Ativista ambiental, feminista, multiplicadora B, Claudia acredita no poder e na responsabilidade de cada um na construção de um mundo que funcione melhor para todos.

 O 5º Fórum de Empreendedorismo de Luís Eduardo Magalhães – FEL 2020 – vai acontecer no sábado, 18 de abril, e também vai ter seu “lado B”: a cada 10 ingressos, 1 será doado a um empreendedor de baixa renda de LEM!

 

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Para comprar logo seu ingresso do lote promocional, vem logo nesse LINK AQUI!

Se prepare para começar a pensar no futuro AGORA.

 

Vamos nessa? 👊🚀

Fernanda Simon, diretora do Instituto Fashion Revolution Brasil, estará no FEL 2020

Fernanda Simon, ativista, diretora executiva do Fashion Revolution Brasil e editora de sustentabilidade da Vogue, vai abordar o tema Consumo & Consciência

 

Você já reparou como o consumo está mudando? O novo consumidor é muito mais consciente – e exigente! E isso influencia todos os setores da economia.

Essa mudança mundial não vai tardar a chegar no oeste da Bahia e a grande dúvida é: seu negócio está preparado? E você, como empreendedor, líder, gestor, profissional? Está se preparando para isso também?

Pensando nisso, o FEL está trazendo a palestrante FERNANDA SIMON com a palestra CONSUMO E CONSCIÊNCIA: PARA O BEM DE TODOS.

Fernanda é ativista e acredita que a moda é um importante agente de transformação. Estudou moda na Faculdade Santa Marcelina, mas foi na Inglaterra que iniciou sua carreira com moda e sustentabilidade, há 10 anos, trabalhando com iniciativas e profissionais pioneiros como Jocelyn Whipple. Fernanda foi responsável por trazer o movimento global Fashion Revolution para o Brasil, o qual hoje está estabelecido como Instituto Fashion Revolution Brasil e Fernanda é diretora executiva. Durante anos lidera campanhas e projetos, além de participar de palestras, cursos, ações e eventos sobre o tema. Fernanda escreve para a coluna Vogue Gente e recentemente foi nomeada como a primeira  editora de sustentabilidade da Vogue Brasil.

Mais do que falar sobre o consumo consciente para a moda, a Fernanda também vai trazer exemplos práticos.

Fernanda acredita que o mundo passa por mudanças radicais e a moda precisa urgentemente se mobilizar, usar seu potencial criativo pelo bem das pessoas e do planeta. Na palestra ela pretende incentivar os participantes a perceberem os efeitos da crise climática em suas vidas e negócios, apresentar os principais movimentos da atualidade, discutir o comportamento das novas gerações e então olhar para o futuro.

Temas como transparência,  desenvolvimento sustentável, economia circular e tantos outros movimentos que nos propõem soluções e possibilidades reais para que todos vivam com prosperidade, serão abordados.

 

A sustentabilidade acende responsabilidades individuais e coletivas, mas também traz grandes oportunidades. Vivendo e trabalhando imersa nesse cenário de transformação, a Fernanda vem diretamente de São Paulo para palestrar sobre CONSUMO E CONSCIÊNCIA: PARA O BEM DE TODOS. Uma palestra que vai impactar diretamente na forma como você faz negócios hoje e futuramente!

Se você não sabe o que é o movimento Fashion Revolution, um resuminho:

O Fashion Revolution é um movimento global, presente em 100 países, que incentiva maior transparência, sustentabilidade e ética na indústria da moda através da conscientização, mobilização e educação. O Fashion Revolution foi criado após o desabamento do Rana Plaza, que abrigava confecções de roupas em Bangladesh, no dia 24 de abril de 2013, deixando mais de 1.100 mortos e 2.500 feridos.
O movimento surgiu para dizer basta! Hoje, ao redor do mundo são desenvolvidas ações mobilizadoras para incentivar as pessoas a questionarem suas marcas favoritas, convidando-as à simples,
porém poderosa reflexão: #QUEMFEZMINHASROUPAS?

No Brasil, está estabelecido como Instituto Fashion Revolution Brasil e atua desde 2014, contando com uma forte rede de representantes em mais de 60 cidades e 140 universidades e escolas.

Conheça mais no @fash_rev_brasil

E olha só, ainda tem precinho promocional no lote (somente até dia 20 de março)!

Para aproveitar essa pechincha, clica nesse LINK AQUI!

 

Se prepare para participar de uma verdadeira experiência de networking e transformação!

 

Bora? 👊🚀

Maria Brasil é a 1ª palestrante do FEL 2020

Vamos aquecer as turbinas para mais um encontro potente e enriquecedor?

Declaramos oficialmente aberta a temporada 2020 do Fórum de Empreendedorismo de Luís Eduardo Magalhães, o FEL, que já tem data marcada e endereço confirmado! Esse ano o evento acontecerá no dia 18 de abril, no Auditório do SENAR/Sindicato Rural de Luís Eduardo Magalhães.

O FEL é um evento inovador, que engaja e atualiza empreendedores, líderes, profissionais das diversas área e estudantes que abraçam o desejo genuíno de empreender, aprofundar ou desenvolver conhecimentos e novas ferramentas para sua carreira profissional.

O propósito do FEL é inspirar e conectar profissionais e empresas ao seu propósito, se tornando a chave para a transformação de pessoas e marcas!

Escolhidos a dedo, os palestrantes desta edição proporcionarão ao púbico do fórum momentos de conexão, visão ampliada sobre negócios, inovação e consumo consciente. Para te ajudar a descobrir e alimentar “O que te move?”, o evento traz assuntos pertinentes à transformação que o mercado há de passar neste e nos próximos anos, como: liderança para times multi-gerações, consumo consciente, marketing digital, sistema B e economia circular.

Mais do que um momento de imersão e de transformação pessoal e profissional, será um espaço rico em diálogos com conteúdo, que engrandecem, valorizam e evidenciam potencialidades. Um espaço de troca, que vai reforçar a importância da geração de valor consciente e com propósito.

Dito isso, por que não dar um “spoiler” mais concreto do que vem por aí?

PALESTRANTE CONFIRMADA

MARIA BRASIL @maribrasil_

TEMA: PANE NO SISTEMA: CONSTRUINDO UM DIGITAL MAIS HUMANO, SIGNIFICATIVO E DE VALOR.

A Maria Brasil foi uma das palestrantes do FEL 2019 e, tendo feito sucesso absoluto na última edição, Maria volta este ano cheia de energia para compartilhar um tema essencial em tempos de marketing digital, trazendo discussões pertinentes e urgentes sobre a construção de um digital mais humano, significativo e de valor.

Especialista em Comunicação Estratégica e Gestão de Marcas pela UFBA com passagem pela Universidad Europea de Madrid, Maria tem Especialização pela ESPM e New York University, é fundadora da Essence Branding – empresa que tem ressignificado o branding em Salvador e, em sua carreira, já atuou como Executiva de Planejamento atendendo clientes como Coca-Cola Brasil, Heineken, McDonald’s, Itaú. Também é autora do livro O Discurso do Réu.

“Revolução digital, indústria 4.0, digital influencers, inbound marketing, produção de conteúdo, autoridade, likes, e… pera aí! Pra onde foram os seres humanos? Em meio a toda essa transformação, não se pode esquecer da humanização. Antes de pensar no algoritmo, precisamos pensar nas pessoas.”

Para participar do FEL, é preciso apenas duas coisas: ter vontade de APRENDER e garantir logo seu ingresso na pré-venda com desconto especial. E, nesse mundo tão digital, os ingressos já estão disponíveis na plataforma do Sympla clicando AQUI.

Para profissionais: promocional por R$ 120 e casadinha (2 ingressos) por R$ 200.

Para estudantes: promocional de meia entrada por R$ 60!

Ingressos promocionais limitados!

 

Empreender, Agregar, Informar, COMPARTILHAR! É isso que nos move! ATREVA-SE.

 

INFORMAÇÕES DO EVENTO

Sábado, 18 de abril, 08h30 às 20h

Local: Auditório do Senar/Sindicato Rural de LEM

 

INFORMAÇÕES E PATROCÍNIOS:

DÁVILA KESS | 77 9 9830.1122 | agenciaimmagine@gmail.com

SustentaVITA, uma campanha que recicla hábitos, embalagens e descartáveis para um mundo com menos lixo

Mudar um ou mais hábitos pessoais em prol da sustentabilidade já é difícil. Imagina em uma empresa? Foi esse o desafio abraçado pela farmácia de manipulação Vita Fórmula, em Luís Eduardo Magalhães, no interior da Bahia.

A proprietária da empresa, Marcia Luz Buzanello, já adotava práticas sustentáveis no dia a dia da sua família há muitos anos e sentiu a necessidade de criar uma ação para recolher as embalagens usadas dos seus medicamentos manipulados. Com essa premissa e a missão de fazer do mundo um lugar mais verde e mais saudável, nasceu a campanha de sustentabilidade que revolucionou a rotina da farmácia e seus clientes. Em 5 meses, mais de mil embalagens já foram reutilizadas ou recicladas.

“O projeto começou a tomar forma em uma reunião com a Agência Immagine, minha consultoria de comunicação, que também criou o nome SustentaVITA. Assim, nasceu o nosso projeto com nome forte e que veio para ser grande e fazer muita diferença na nossa cidade. Fizemos muitas reuniões de conscientização e troca de ideias de como faríamos mudanças na nossa rotina diária de consumo. Começamos a reduzir e a fazer uso consciente dos descartáveis, eliminamos os copos descartáveis e diminuímos o descarte de papéis no lixo comum. Todo descarte de papéis começou a ser destinado para a reciclagem ou para reutilização em creches e projetos sociais”, conta Marcia.

A campanha criou um trabalho de conscientização junto aos seus clientes, equipe e sociedade, motivando as pessoas a se preocuparem com o seu consumo de descartáveis. Na farmácia, os clientes tem uma caixa coletora para devolver as embalagens vazias e lavadas dos produtos adquiridos na loja, que são destinadas ao Recicla Brasil, projeto que transformará o resíduo em renda. A empresa também contribui com o selo Eu Reciclo (eureciclo.com), que fomenta ações de estímulo à reciclagem de resíduos sólidos e busca produtos certificados para comercialização.

Com a colaboração da equipe, a farmácia também aplicou outras atitudes sustentáveis e ações de divulgação da sustentabilidade, como explicou a farmacêutica Natália Leal: “Para incentivar nossos clientes, criamos um cartão fidelidade impresso em papel semente – que é biodegradável e pode ser plantado! Conforme os clientes foram realizando as compras e devolvendo as embalagens vazias, conseguiam preencher totalmente o cartão semente, ganhando uma sacola sustentável. Também começamos a utilizar sacos de papéis recicláveis como embalagem, além das sacolas oxibiodegradáveis. Além disso, realizamos vários eventos envolvendo o tema, como o VITA FIT DAY que envolveu toda comunidade com atividades de saúde e bem estar. Percebemos que os clientes aderiram muito bem a campanha e passaram a propagá-la para mais e mais pessoas”.

Em seu sentido literal, o termo ‘sustentabilidade’ consiste na capacidade de sustentação de um sistema. Através do exemplo e do incentivo, a Vita Fórmula está mobilizando pessoas a repensarem os seus hábitos hoje, para construir um amanhã mais verde e consciente.

“Diante dessa percepção a Vita Fórmula vem com uma visão de melhoria contínua, sempre se perguntando: O que posso fazer para mudar o mundo? Ser mudança não é apenas mudar “a cara do empreendimento”. Somos ações reais que afetam uma comunidade. Novos pensamentos, novas atitudes que refletem na qualidade de vida. Inspiração para pessoas interna e externamente”, afirma Andressa Sousa, colaboradora da equipe.

O projeto continua crescendo e com novos objetivos para 2020. “Posso dizer que ainda temos muito a realizar em busca de uma vida mais sustentável e que toda ação é válida quando buscamos nos transformar. A Vita Fórmula assumiu esse compromisso por um mundo melhor e vamos evoluir muito ainda em busca da preservação do meio ambiente”, finaliza Marcia.

Para quem deseja participar e se inspirar na campanha, a equipe disponibiliza dicas e orientações todas as quintas-feiras, na Quinta Sustentável, no perfil do Instagram @vitaformulalem.

Texto: Agência Immagine

O Rei Leão: Class prepara espetáculo de emoções inspirado no clássico infantil

Evento acontece neste sábado, 30 de novembro, no Quatro Estações Hall

 

Quem não lembra do clássico infantil “O Rei Leão”, que emociona gerações? Foi inspirada em toda a magia e emoção da história, que a Class Escola de Dança realiza mais uma edição do seu espetáculo de dança. O final de ano luiseduardense não estaria completo sem o brilho que o espetáculo traz!

Com data marcada para o dia 30 de novembro, no próximo sábado, o espetáculo acontecerá no Quatro Estações Hall com um elenco de mais de 250 bailarinos especializados, que se dedicaram ao longo de 2019 para esta apresentação. Na expectativa de receber mais 1.300 pessoas em seu espetáculo, a Class se prepara para bater mais um recorde de público como aconteceu nas edições anteriores.

A obra original

A obra original, datada em 1993, se passa “Nas Terras do Reino” na África. Na história, um leão, Musafa, comanda os animais como o seu rei. O nascimento de Simba, filho do rei Mufasa e da rainha Sarabi, cria inveja e ressentimento no irmão mais novo de Mufasa, Scar, porque o seu sobrinho irá substituí-lo como herdeiro do trono. Ainda filhote, Simba é levado por Mufasa para um passeio pelas Terras do Reino, ensinando-lhe sobre as responsabilidades de ser um rei e o ciclo da vida. O tio malvado de Simba, planeja roubar o trono de Mufasa atraindo pai e filho para uma emboscada. Simba consegue escapar e Mufasa morre, em uma das cenas mais dramáticas de todos os temos nos filmes Disney! Com a ajuda de seus amigos, Timão e Pumba, ele reaparece como adulto para recuperar sua terra.
O enredo ensina-nos muito sobre valores e amizade, e continua encantando gerações com suas idas e voltas, mostrando aos telespectadores a importância do amor e dos laços familiares nas tomadas de decisões.

Disseminando cultura através da arte da dança

No primeiro ano de espetáculo sob a direção da bailarina e empresária Carla Brunetta Ferrari, a Class trouxe Frozen. No ano seguinte, foi encenada a história de Alice no País das Maravilhas, seguida pelas tramas de A Bela e a Fera e O Mágico de Oz. “O nosso espetáculo é uma realização completa: dos bailarinos, da equipe, das professoras, dos parceiros e das famílias. É um sonho! O objetivo do espetáculo é transmitir a mensagem da história através da dança. Nossa meta é sempre emocionar, fazer o público vibrar, realizar sonhos dos nossos bailarinos. Ver o brilho no olhar e as lágrimas de satisfação ao final de cada apresentação anual é o meu combustível!”, afirma a diretora.

A cada espetáculo, a Class tem surpreendido seu público trazendo clássicos da literatura e do cinema transformando em dança o que já era magnífico. “É uma explosão de cultura”, como define Carla. Ela acredita que o espetáculo traz um momento de magia que, geralmente, só encontramos nos grandes centros. O espetáculo contribui com o desenvolvimento da educação e ainda o desenvolvimento social e cultural da região.

O evento começará às 19 horas. O espetáculo terá duração de 1h30 e terá mil e trezentas poltronas disponíveis. Os ingressos precisam ser adquiridos na Class, pois já estão se esgotando – assim, não haverá mais espaço para vendas no dia do evento. Incentive a cultura e sinta essa magia!

Serviço

 

Espetáculo O Rei Leão

 

Realização: Class Escola de Dança

 

Quando: 30 de novembro

 

Local: Quatro Estações Hall

 

Telefone: (77) 9 9935-6563

 

Redes sociais: @class.danca

São João – dicas para curtir os melhores arraiás do oeste da Bahia

O dia de São João é comemorado todos os anos na data de 24 de junho, todavia ao adentrarmos neste mês o clima festivo nos envolve proporcionando memórias maravilhosas aos nossos dias pois, além do frio, o mês junino nos traz um perfeito clima regional: comidas típicas, forró, baião e fogueira – detalhes que nos proporcionam  saudade de um tempo, que ao que parece, se encontra logo ali.

E temos algumas dicas para incrementar a maior festança do Nordeste para quem tá aqui no oeste da Bahia!

A dica de look é fácil: vá até o guarda-roupa, pegue aquela camisa xadrez que você já não usa mais, estilize-a se quiser, coloque uma calça jeans, de preferência a mais antiguinha (rasgada então, é show). Para complementar, chapeu de palha ou tranças para as meninas.

E se você foi convidado para um arraiá em família e como pré requisito tem que levar um prato típico? Calma, também temos algumas opções:

  • Milho cozido é um prato típico e fácil de preparar. Passe no mercado, compre algumas espigas e descasque-as. Cozinhe com água e sal, até ficar no ponto. Depois, passe aquela manteiguinha que todo mundo ama. A dica é servir ainda quente – assim, garantimos que todos vão se apaixonar.
  • Amendoim e pinhão também ficam maravilhosos cozidos com água e sal, – é a salvação de sempre! Mas se você realmente não sabe nem ligar o fogão, aconselhamos que vá até a padaria e compre um bom bolo de milho.

Psiu, Dicas assim valem ouro na hora do sufoco.

 

E quem quer curtir o arrasta pé?

Apaixonados por forró e baião, não vão querer perder nenhuma das festas que rolam na região. A gente separou algumas festas que valem sua atenção. Olha só:

EM BARREIRAS

  • ARRAIÁ DO PARQUE

A Prefeitura Municipal de Barreiras anunciou durante o show de comemoração aos seus 128 anos, a 3ª edição do Arraiá do Parque. A festança terá shows nos dias 20 a 23 de junho, no Parque de Exposições Engenheiro Geraldo Rocha. São 17 atrações: Bell Marques, Waldonys, Limão com Mel, Daniel Vieira, Renno, a dupla sertaneja Rio Negro e Solimões, Tostão Forrozeiro, Bel Lima, Luiz Bento, Maike José e grandes atrações regionais.

  • ADORO FORRÓ

No domingo e na segunda, 23 e 24 de junho, também acontecerá a “Adoro Forró”.

No dia 23, as atrações são Durval Lelys, Falamansa, Liz Sandra e Pacheco. E no dia 24 abrilhantarão a festa: Jorge e Mateus, Duas Medidas, Calcinha Preta, JM Puxado e Baião de Dois. Tudo isso para você curtir um São João arretado de bão em Barreiras.

 

EM CASA

Ainda não se encontrou em nenhuma das nossas dicas? Então você é daquelas pessoas que amam o conforto do lar e quer curtir a família nesse feriado… Então,acenda a churrasqueira, coloque um xote para tocar no rádio e aproveite as típicas comidas da vovó! Assim sua farra estará personalizada ao seu gosto e a diversão ao lado de quem você ama será mais que garantida.

Esperamos que aproveitem nossas dicas e que esse feriadão seja repleto de canjica, quentão e fogueira.

A equipe Immagine deseja Boas festas e um São João arretado de bão para todos.

O sufixo -ismo e as eleições

Há muitas palavras que são formadas com o sufixo -ismo. Esse sufixo greco-latino possui diversas  possibilidades de significado: Fenômeno linguístico (rotacismo), sistema político (parlamentarismo), religião (judaísmo), doença (acefalismo), esporte (hipismo), ideologia (marxismo). Além destes, o sufixo –ismo revela um fenômeno curioso que têm se delineado cada vez mais às vésperas das eleições presidenciais deste ano: Nunca respiramos ares de tamanho extremismo!

Acompanho vez e outra as “grandes” filosofias e reflexões de ditos “sabichões” nas redes sociais. Cada qual defendendo com unhas e dentes o seu candidato, na certeza extrema e absoluta que o seu candidato é a salvação para o país (messianismo). O clima é tão tenso, que é impossível criar um espaço sadio de diálogo sem troca de ofensas. Não tente discordar, argumentar ou perguntar! Não se deve questionar, pois este ato já te coloca no outro lado do ringue. Portanto, sintetizaram tudo em duas opções extremistas: ou você é de extrema direita (fascismo) ou de extrema esquerda (comunismo).

Enquanto candidatos vestem esta carapuça e vendem sua imagem ‘supostamente’ imaculada – criando um ilusionismo que maquie interesses pessoais e vantagens políticas – uma plateia alienada e pronta para defender o seu candidato vai somando cada vez mais inimizades, acreditando que depois das eleições tudo volta a normalidade. Lembro da única fábula bíblica, o ‘apólogo de Jotão’, que narra o diálogo das árvores em busca de um rei. A oliveira, a videira e a figueira negam (os mais capazes não aceitam liderar!), mas o espinheiro (aquele que não dá sequer sombra e que fere com seus espinhos) prontamente se proclama rei das árvores. Conclusão: Nem a maioria das árvores soube escolher um bom líder!

Somos a nação que muito ladra e pouco morde. Adoramos vestir verde e amarelo, buzinar nas ruas, falar bonito nas redes sociais (na verdade, mais ataques de ódio considerados patriotismo). E tudo termina onde? No abismo, em nada, porque definitivamente as pessoas não mudam. Não penso que a solução venha da troca de presidência, seja qual for eleita. A começar que tal e qual árvores do apólogo de Jotão, a maioria não tem condições, nem sequer conhecimento adequado para avaliar um bom candidato. Valores supérfluos como camaradagem, troca de favores obstaculizam a escolha sóbria de um bom candidato. Além disso, a “massa” é muito volúvel, hoje ama, amanhã odeia; a massa é muito suscetível por isso existem técnicas e técnicas de manipulação de massas desde a psicologia até o marketing. O povo, a maioria não é detentora da verdade. Sim, eu disse isso: A maioria não sabe o que é melhor.

O conceito de democracia que desenvolvemos no Brasil está bem longe de sua gênese. Os gregos designavam um regime político especificando o número daqueles que exerciam o poder. Assim, criaram a palavra “monarquia” que significa um só (mon) à cabeça (arche). Do mesmo modo, a “oligarquia” significa alguns (olig) à cabeça (arche). Logicamente, se os gregos quisessem evocar a ideia de que todos governam, ou “o povo exerce o poder”, teriam falado de “demarquia“. Não foi, no entanto, a palavra que escolheram e isso não foi um acidente. Na democracia, o povo não é necessariamente governante. O povo é a condição do poder ou a finalidade, mas em nenhum dos casos, o poder propriamente dito. Essa é nossa confusão. Portanto, não importa quem ganhe as eleições. Não adianta mudar o governo, porque o povo ainda é o mesmo. Essa democracia de –ismos não nos levará muito longe.

Atletas inscritos na Corrida do Algodão podem retirar o kit em Barreiras a partir de quarta-feira (19)

Em Luís Eduardo Magalhães a entrega será na próxima semana

Está chegando a corrida para quem tem fibra. No dia 29 deste mês, a partir das 18h, a Associação Baiana dos Produtores de Algodão realiza a 2ª edição da Corrida do Algodão. E os atletas que forem retirar os kits em Barreiras devem observar o período da entrega, que será de quarta-feira (19) até o sábado (22), na Adoro Produtora, em horários pré-determinados. O kit atleta é composto pelo número com chip, camiseta e copo, tudo dentro de uma ecobag 100% algodão, como parte da campanha “Sou de Algodão”, da Abapa, que incentiva o uso da matéria prima no vestuário e na moda brasileira
 
 A Corrida do Algodão será realizada na Praça Albano Lauck, do bairro Jardim Paraíso, onde será montada uma dinâmica área de convivência, em alusão à cultura de algodão, para recepcionar familiares e amigos dos atletas e a população em geral, que vão contar com música, dança, alongamento, além de um espaço de entretenimento com brinquedos para as crianças, e gastronômico com food trucks. “Além de um percurso desafiador para os atletas e amantes da corrida, o evento traz a proposta de integração única de amigos, familiares e população de Luís Eduardo, Barreiras e também de outros estados brasileiros”, reforça a coordenadora do evento, Alessandra Zanotto.
 
Para maior transparência na competição, a corrida contará com um sistema moderno de cronometragem com a entrega de transponder (chip) para os inscritos. O resultado será realizado eletronicamente com a passagem do competidor por um tapete de captação de dados garantindo a autenticidade no resultado da prova. “Antes do evento, teremos uma atividade de alongamento com todos os participantes, e, ao longo de todo o percurso, teremos pontos de hidratação e apoio aos corredores. O evento também contará em equipe médica e apoio do Samu, em caso de qualquer emergência”, complementa Zanotto.
 
 A Corrida do Algodão é realizada pela Abapa com o apoio do Instituto Brasileiro do Algodão (IBA), Fundeagro e Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães. Conta com o patrocínio das empresas: Agrosul – John Deere, Unicot, CCAB Agro, Basf, Girassol Agrícola, Sudotex, J&H Sementes, Nufarm, Ciaseeds, Maxum Case, Bayer, Kasuya Consultoria, Eisa Interagrícola, FMC, Zanotto Cotton, Fama Motors, Corteva, Alfatrans. A organização é da Adoro Produtora e assessoria técnica, da VO2.
 
 [Corrida do Algodão 2018]
Local: Largada Praça Albano Lauck, do Jardim Paraíso, Luís Eduardo Magalhães
Data e Horário:  Dia 29 de setembro, sábado, a partir das 18h
Regulamento e inscrições: www.corridadoalgodao.com.br
 
 Assessoria de imprensa da Abapa – 19.09.2018

 

Jalapão – Dicas para ir sem medo por conta própria

Há 8 anos moro em Luís Eduardo Magalhães (Bahia) e tem pelo menos 6 anos que sonho em conhecer o Jalapão. Finalmente fui e voltei ainda mais apaixonada por esse lugar! Bruto, selvagem, inacreditável, incrível! 

Antes de ir procurei muita coisa na internet, mas achei poucas. Por isso, hoje compartilho com vocês um post quentinho com as dicas que vivi na pele no Jalapão. A primeira delas é VAI! O Jalapão é mesmo inesquecível <3

A segunda dica, leve dinheiro. Quase nada passa cartão. Terceira: peça um mapa do Jalapão na sua pousada, ele é ilustrado e ajuda muito a se localizar. Foi meu guia.

 

Contratar guia ou ir por conta própria?

Antes de ir pro Jalapão, queria muito contratar um guia por lá. Primeiro porque praticamente todas as matérias e dicas que li, falavam para ir com guia. Mas, por ter pouca informação na internet, todos os guias e agências que encontrei saíam de Palmas – o que pra mim é totalmente contra mão.

Resumindo, dá sim – E MUITO – ir por conta própria. Se você tiver um carro 4×4, aí sim vá sem medo. Conhecidos já foram com carro pequeno, mas eu indico ir com um carro alto e ser bom motorista. Tem que ter um pouco de conhecimento em andar na areia para ir ao Jalapão por conta própria. As estradas tem muita areia, e alguns lugares, muita areia fofa – bem fácil de atolar.

Sem guia, talvez você não conheça muitas coisas, quando fui (fiquei 3 dias), conheci mais as atrações perto de Mateiros e que os locais diziam que dava pra ir de carro (carro alto mas sem tração). No entanto, lá conheci alguns guias muito bacanas e peguei o telefone para a próxima ida (que irei, com certeza). São guias que podem te encontrar em Mateiros e te levar de 4×4 para outros atrativos, como as Dunas. Segue aí: Rodrigo (ele é a cara do He-man rs) – 63 9208-7589 e Claudemir – 63 9956-1373. Outro guia, que gosto muito, é o Bruno (ele é da Chapada dos Veadeiros, mas também faz Jalapão): 61 9856-7804 @brunodiasguia

Chegando em Mateiros

Distância LEM / Mateiros

A distância de LEM até Mateiros é em torno de 350 km, de estrada de chão na sua maioria. Nos dias que eu fui, não choveu, então a estrada estava ótima.

A Pedra da Baliza fica no caminho pra Mateiros, pra quem vai pela Bahia

 

Cachoeira do Formiga

O lugar que eu mais queria conhecer no Jalapão era a famosa Cachoeira do Formiga e foi o primeiro que fui, claro. ELA É SIMPLESMENTE INCRÍVEL! Não tem uma queda d’água impressionante, mas todo o resto dela te encanta. A cor da água é inacreditável, sem contar que também é morninha (chega a ser quente comparada com a água dos rios na Bahia).

A piscina que se forma logo abaixo da cachoeira tem cerca de oito metros de diâmetro e quase dois de profundidade. É uma das cachoeiras mais lindas que já vi, quase como a Santa Bárbara na Chapada dos Veadeiros (é a minha preferida).

A água é azul, a vegetação ao redor verde e exuberante e a estrutura é muito boa. Tem restaurante pertinho, além de banheiros.

A estrada até a cachoeira foi a mais tranquila de todas e foi bem sinalizada, só seguir as placas e você encontra bem fácil. Vá sem medo de ser feliz.

 

Fervedouro Encontro das Águas

Um garçom de Mateiros sugeriu o Fervedouro Encontro das Águas. Segui a dica e foi o primeiro que conheci. Só posso dizer que vale a pena ir nele primeiro! Pra chegar até lá, a estrada também estava boa, com areia ok. No mesmo caminho tem outros fervedouros, que fui depois. Quando cheguei pela manhã, tinha fila para entrar. Capacidade de 4 pessoas por vez, 20 minutos, pois é um fervedouro pequeno. Coloquei o nome na lista e fui conhecer o Encontro das Águas que, como o nome diz, é o encontro de dois rios. Bem agradável, dá pra nadar e espantar o calor.

Depois, a hora de conhecer o fervedouro. À primeira vista, parecia um poço de água parada. Mas, ao entrar, a sensação é indescritível. No centro, você não pisa em nada, simplesmente flutua! Não tem um chão pra pisar, mas você não afunda.

É incrível mesmo. Esse fervedouro é um dos menores, e mais forte. A força dessas nascentes varia de fervedouro para fervedouro, e esse foi o mais forte que conheci.

“Fervedouros são piscinas naturais que não deixam as pessoas afundarem. O motivo de ser praticamente impossível afundar, é uma rocha impermeável que não oferece vazão para o lençol freático logo abaixo. Quando a água nasce, a pressão é tão grande que empurra a areia para cima. A água fica com alta densidade e as pessoas quando entram nos poços flutuam em partículas de areia”. Fonte: https://goo.gl/kQMsFu

Fervedouro do Ceiça

É realmente um dos mais bonitos. É a mesma estrada do Fervedouro Encontro das Águas.

Parece uma paisagem de cinema, coisa mais linda, com muita vegetação. O fervedouro é bem maior que o outro, capacidade de 10 pessoas por vez. As nascentes que não te deixam afundar ficam em alguns pontos específicos. Água muito gostosa, uma paz que só tem nos fervedouros do Jalapão (pois não pode pular nem fazer zoeira).

Uma dica: sempre que for no fervedouro, obedeça às orientações pra preservar esse paraíso.

Fervedouro do Rio Sono

Foi o último do dia, quando cheguei já estava mais fresco e tinha sombra em todo o fervedouro. Acabei tirando poucas fotos. É um fervedouro bem gostoso de ir também, mas menos impressionante que os outros. Nesse, também, a água é um pouco mais fria que os outros. Capacidade de 6 pessoas por vez, valor R$ 15. Nele também tem um restaurante muito organizado, com muitas redes pra descansar.

Ah, sim, abasteça sempre: é tudo longe e a gasolina acaba mesmo. Na volta desse passeio aos fervedouros, encontrei um carro no meio da estrada – sem gasolina.

 

Fervedouro dos Buritis

Esse fervedouro me impressionou muito. Foi o meu preferido da viagem. Quando cheguei, tinha uma turma já no fervedouro, então esperei no rio ao lado até a minha vez. No fervedouro, um lado é com menos pressão e no outro, pressão forte também. Ele é grande, com capacidade de 10 pessoas.

Bem perto do fervedouro, tem um restaurante, onde almocei e tirei um cochilo na rede. Tem também um pé enorme de caju. Detalhe: nunca gostei de caju, mas provei esse e gostei muito. Maduro, delicioso, você colhe do pé. Uma delícia.

Depois do almoço, o fervedouro estava vazio – não tinha ninguém lá embaixo. Não deu outra, voltei pro fervedouro, dessa vez sem ninguém pra dividir. Que experiência! Foi a despedida perfeita do Jalapão.

PS: A estrada para esse fervedouro foi a que mais tinha areia. Não deu outra, na volta, uma distraída e atolamos. Sorte que passou uma caminhonete que puxou o carro. Por isso, pra ir no Jalapão por conta própria significa levar corda e também algumas ferramentas que possam ajudar a desatolar. Ah, e não dar bobeira também, nem sempre a ajuda chega rápido.

 

Onde comer

De boa no Restaurante da Dona Rosa

Levei muita comida de casa, mas na maioria dos atrativos que fui tinha restaurante, então não precisa se preocupar. Almocei no primeiro dia em Mateiros (o mais difícil de conseguir comida, foi lá), no Restaurante da Dona Rosa. Também almocei na comunidade Mucumba (perto do Fervedouro Encontro das Águas) e no Fervedouro do Buriti. À noite tem poucas opções, acabei indo no Espetinho do Tavares, pertinho da praça. Não tem (ou eu não achei) restaurantes ou barzinhos legais pra comer em Mateiros, o foco é curtir o dia e dormir à noite.

 

Onde dormir

Procurei pousada pelo Instagram mesmo – sigo várias. Dei sorte e consegui ficar na Pousada Santa Helena @pousadasantahelena, que tem uma super estrutura, com piscina iluminada e tudo. Muito confortável, espaçosa, quarto grandão, chuveiro muito bom e o café da manhã ainda melhor – tem muita comida. Na pousada tem uma arara de estimação. Acredito ser uma das melhores pousadas de Mateiros, pois tem uma estrutura única mesmo.

Passei em um fervedouro no segundo dia que não entrei, mas junto dele tem uma pousada sustentável muito legal. São casinhas com cama e ventilador de teto, tudo de madeira, e tem também um espaço tipo cozinha comunitária. É como se fosse um acampamento, mas com um pouco mais de estrutura, junto com o fervedouro. Muito, muito legal mesmo. Pena que esqueci o nome.

E dá sim pra ir com crianças, elas vão amar tudo lá. Na próxima ida espero levar a Gabi (minha filha, 7 anos). O difícil é só ter vontade de ir embora!

 

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Rural na estrada e na melodia. Conheça Guito Show e sua proposta de promover o campo Brasil afora.

Se você perguntar por Diogo de Brito Sousa, pouca gente vai saber de quem se trata. Mais conhecido por Guito Show, Diogo traz o apelido desde a infância, durante as clássicas peladas no interior de Minas Gerais. “Eu era bom de bola. O Maradona era Dieguito, eu virei Dioguito e depois ficou só o Guito”, relembrou o músico durante entrevista – segundo ele, a primeira da sua vida – para o Blog da Immagine em Luís Eduardo Magalhães. Guito aportou com sua Rural – veículo utilitário produzido pela Willys Overland e depois pela Ford, nas décadas de 1950, 60 e 70 no Brasil – para dois shows: na quinta-feira, no Pub Chá das Cinco e, na sexta, em um evento privado da Maxum Case. “Essa é a segunda vez que volto à LEM neste formato Guito Show. A primeira foi neste mesmo ano, durante a Bahia Farm Show. Inclusive, coincidiu com a greve nacional dos caminhoneiros, que serviu de inspiração para criar uma música nova na estrada”.

Boa pinta, com sotaque bem mineiro, típico de quem vive e gosta do campo, e de conversa fácil e ritmada, Guito coleciona amigos nos lugares para onde viaja. Por incrível que pareça, ele não foi daquelas pessoas que nasceram tocando um instrumento. “Meu avô materno, Zé Maria de Brito, era músico, um boêmio autêntico de Minas Gerais. Mas ele nunca me viu tocar. Descobri a música quando ele morreu e herdei os instrumentos dele”, contou. Foi mais ou menos nessa época que ele pegou gosto pelas viagens. Aos 18 anos, foi morar na Dinamarca por quatro meses, até descobrir o que queria fazer da vida. “Terminei o terceiro científico e rumei pra lá. Minha dificuldade sempre foi gostar de tudo. Lá fora é bem diferente. Você tem um vocacional muito forte. As pessoas te dizem: vai viver primeiro, vai viajar e descobre o que você quer fazer. Tinha uma tia fazendo pós-doc, então aproveitei a oportunidade. E foi assim, sem falar inglês, que começou a minha aventura musical, de mochila e violão nas costas, e uma gaita na boca. No mochilão, sozinho, é que tive que garrar nos chifre do boi mesmo, tocando nas ruas na Dinamarca. Me propus o desafio de sobreviver por mim mesmo”.

Autoditada, usando – na época – aqueles livrinhos de cifras, aprendeu a tocar. E hoje conquista fãs e amigos pelo país soltando sua voz enquanto faz uma salada mista de violão, viola, gaita, serrote (Saw) e mala-bumbo. “Eu falo que o talento é muito bom, mas a teimosia é muito melhor”. Aliás, cada instrumento que compõe seu show tem uma história. A cabeça de Caracu foi um presente de Gabrielzinho das Laranjeiras, durante uma cavalgada de 8 dias. A mala, que virou bumbo, é da família há muito tempo. O serrote dinamarquês, que é parte das suas composições, é da época que morou por lá. O microfone, produção própria, e a Rural – veículo que o leva para onde quiser e ainda serve de palco para seus shows. “O Guito Show sempre foi rural. Cresci na roça, fazendo muita cavalgada. A Rural é original de chassi e lata, mas a mecânica é toda Hilux. Meu irmão que me deu essa ideia. Tem um ano que comprei e ela ainda tá em formação. Agora já tem tenda, palco, funciona como motor home, tem um kit pesca. Arrumei também um gerador, agora pode me largar em qualquer lugar que o som sai” conta, orgulhoso.

Sua ligação com o campo vem desde a infância, mas também já serviu de profissão. Agrônomo, atuou na área por 8 anos, período no qual morou em várias cidades do Brasil, inclusive em Luís Eduardo Magalhães.  “Trabalhei em Barretos, São José do Rio Preto, fui para o mercado financeiro, abri um escritório, fui pra Belo Horizonte, montei um escritório, cresci, vendi, fiquei rico, fiquei pobre. Já vivi de tudo um pouco”. Foi na ocasião do mercado financeiro que veio pra LEM. “Abrimos uma mesa na Cooproeste com a intenção de criar um projeto educacional financeiro e de gestão de risco. Foi pouco tempo – um ano em 2010, mas me apaixonei por aqui. Depois, voltei novamente em 2012. Nessa época fui pro EUA e, nessas andanças, voltei com a cabeça mais empreendedora. Na sequência fui assumindo cargos cada vez mais executivos, morando na cidade grande, até acabar trabalhando na Coca-Cola”.

Os 30 costumam ser uma idade de transformação. E não foi diferente com Guito. O estilo de vida Guito Show começou a se solidificar há três anos, quando abandonou tudo e se dedicou ao campo. “Eu acho que a vida não se mede por tempo, mas por vida vivida. Vida vivida é conhecimento adquirido, experiência. A partir do momento que você para de conhecer coisa nova, você não tá mais vivendo, tá esperando. Esperando a morte chegar. E nessa a gente vai escrevendo o livrinho da vida. Percebi que estava perdendo vida vivida. Era o meu auge financeiro, mas também foi quando eu tava mais pobre. Eu tenho umas filosofias na cabeça, sabe? E eu tive pra mim que rico não é quanto você tem, é quanto você gasta, né? Rico é simplesmente gastar menos do que ganha fazendo tudo que se gosta. Então, é muito mais dependente de quando você gasta e do que você gosta, do que quanto você ganha. Felicidade é auto reconhecimento mais o reconhecimento das pessoas que você ama. Simplesmente. Felicidade tem muito mais a ver com o que você quer, com o que você sonha, e você se auto reconhecer. Ficar orgulhoso de você mesmo. Se encontrar é o mais importante. E você se encontra onde? Sozinho. É quando você viaja, principalmente sozinho, é quando você está com seus amigos. Você finalmente descobre o que quer. Então você tá encontrando o caminho.”

Hoje, Guito mora em Araxá/MG com a família, dá aula de horticultura para a creche do seu filho toda quarta-feira, durante a semana se dedica a sua startup e, no final de semana, ao Guito Show. “Não tive uma infância difícil. Sempre tive uma boa escola. Sempre tive alguém para tomar conta das minhas coisas. Foi depois de velho que assumi de vez a responsabilidade por mim. Viver numa casa onde eu lavo meu prato e arrumo minha cama; levar meu filho na escola, fazer a comida dele e a minha. Já abri 5 empresas, fechei 5. Tenho uma startup de ingredientes frescos, com o intuito de vender produtos direto dos pequenos produtores. Essa é uma tendência que se chama Slow Food. A ideia é nos reaproximar do alimento. As pessoas da cidade não tem mais noção do que é o produtor rural. Essas minhas viagens servem também como um garimpo dos produtos”.

Na música, Guito está desenvolvendo seu estilo próprio, através das suas andanças e tendo como referências músicos como Tião Carreiro, Almir Salter, Renato Teixeira e Dave Matthews Band. Segundo ele, depois de aprender inglês, foi com Dave que, pela primeira vez, degustou uma poesia em forma de música. Entre seus planos, estão lançar uma turnê pelo Brasil, Guito Show – Momentos Raros, colocar algumas músicas próprias no Spotify e, mais pra frente – quem sabe, lançar um documentário ou até mesmo um livro. Sua divulgação acontece através do boca a boca dos amigos e pelas redes sociais, como Youtube e Instagram (@guitobrasil tem mais de 28 mil seguidores). “Meu objetivo como Guito Show é promover o campo. É promover a vida simples. Mostrar que é muito simples você ter isso. Parte do princípio, primeiramente, de não depender de ninguém. De você se auto reconhecer”.

Um pouco músico, um pouco agrônomo, um pouco filósofo, um pouco mochileiro. Guito é um rapaz que se não encontra – nem quer se encontrar – em pré-definições. Como ele mesmo diz, vai construindo sua vida vivida aos poucos e sempre aberto às surpresas que o destino há de trazer.

Para conhecer Guito Show, acesse suas redes sociais:

Instagram @guitobrasil / Youtube

Por Mônica Zanotto