{Cobertura Fotográfica} Reinauguração Olympica

Completando 17 anos em Luís Eduardo Magalhães neste ano, a loja Olympica – Esportes e Lazer deu início à uma nova etapa da sua história na última sexta-feira, 26 de maio, com a reinauguração em novo endereço. Agora, a Olympica está localizada no antigo prédio da Sicredi, quase em frente à Caixa Econômica.

A nova loja representa um passo importante e a concretização de um sonho para os proprietários Jaú e Marilde Iopp. “Agora a Olympica está como sempre desejamos: mais espaçosa, com mais conforto para nossos clientes! Os produtos estão expostos com mais espaço, facilitando ao cliente encontrar o que precisa. Agradeço a Deus e a todos que fizeram parte desse momento”, afirmou Marilde enquanto recepcionava amigos, clientes e parceiros durante a reinauguração, que aconteceu das 14h às 20h com um delicioso coquetel e DJ animando a festa.

Um dos grandes diferenciais da Olympica é sua equipe: preparada, atenciosa e sempre preocupada em ajudar o cliente a encontrar o melhor. O outro, é a variedade de produtos e marcas. Na loja você encontra tudo o que precisa para a prática de vários esportes, do boxe à pesca, assim como roupas e calçados de marcas como Nike e Olympikus, além de bolas diversas, acessórios para piscina, barracas e acessórios para camping, caça e pesca.

Resumindo: na Olympica você encontra tudo o que precisa para esportes e lazer. E com o melhor custo-benefício da cidade! E todos que visitaram a loja na sexta-feira e fizeram o cadastro, concorreram a diversos brindes!

Siga a Olympica nas redes sociais: @lojaolympica

WhatsApp: 77 9 9971-7469

Fotos da reinauguração: Neiva Sehn

 

Atletas da Academia Core Gym conquistam lugar ao pódio no Salvador Fall International Open de Jiu-Jitsu

Três atletas representaram Luís Eduardo Magalhães com maestria no Salvador Fall International Open de Jiu-Jitsu.

Participaram do evento, que aconteceu nos dias 06 e 07 de maio em Salvador, o professor de Jiu-Jitsu da Core Gym, o faixa preta Jefferson Mota; Saulo Tarcisio Lessa (faixa preta) e Dirceu Carneiro Neto (faixa azul). Os três atletas conquistaram o terceiro lugar em suas categorias, tanto em GI (luta com Kimono) como NO GI (sem Kimono) – veja os resultados no final do post.

Todas as terças, quartas e quintas, entre 20h30 e 22h, os três se jogam no tatame da Academia Core Gym. Para o professor Jefferson, ou Jeffão, como os colegas o chamam, os bons resultados conquistados nesta e em outras competições só aparecem com muito treino, dedicação e concentração. “Iniciei nas artes marciais muito cedo, sempre me espelhando no meu irmão António Mota e no Jiu-Jitsu, não foi diferente, via ele treinando e já colava no tatame. Hoje o Jiu-Jitsu é como um hobbie, por isso só dou aulas à noite, pois durante o dia trabalho com corretagem de algodão. Mas, como sempre digo, ‘não vivo do Jiu-Jitsu, mas o Jiu-Jitsu vive em mim’”. Sempre rigoroso com sua rotina de treinos, Jeffão também conta com o acompanhamento do nutrólogo Dr. José Roberto Junior. “No Jiu-Jitsu temos que levar sempre a sério os treinos, mesmo quando não há intenção de competir. Tenho muitos alunos que começam a praticar por saúde e descobrem o que faltava na vida. É uma arte apaixonante”.

Segundo ele, ainda, treinar em uma academia que oferece uma boa estrutura e bons profissionais também faz diferença. “Na Core Gym temos um estúdio de aparelhos que nos possibilita fazer treinos específicos para o Jiu-Jitsu, além de bons profissionais para auxiliar na execução dos exercícios e nas avaliações, para saber a evolução de cada um. Por isso, uma dica para quem quer começar: procure uma academia onde o professor seja devidamente diplomado pela sua equipe, seja registrado pela CBJJ e IBJJF, e que seja um ambiente onde você sinta-se bem”.

Mulheres no Jiu-Jitsu

E as mulheres no Jiu-Jitsu? Apesar de nenhuma das suas alunas terem participado dessa competição, Jeffão considera que a visão das mulheres no esporte está mudando e o futuro será ainda mais mulheres no tatame. “Nos eventos vemos bastante mulheres competindo e em um nível altíssimo. Elas estão também nas academias, tanto em turmas apenas para mulheres como em turmas mistas. Aqui em LEM, temos algumas mulheres que treinam na nossa equipe, na Core Gym, na Matriz e no projeto da igreja do mestre Luciano Soares”.

 

Veja os resultados dos atletas luiseduardenses na listagem abaixo:

Jefferson Mota

3º lugar na categoria BLACK / Master 1 / Male / Ultra-Heavy (GI)

3º lugar na categoria BLACK / Master 1 / Male / Ultra-Heavy (NO-GI)

Saulo Tarcisio Lessa

3º lugar na categoria BLACK / Master 1 / Male / Medium-Heavy (GI)

3º lugar na categoria BLACK / Master 1 / Male / Medium-Heavy (NO-GI)

Dirceu Carneiro Neto

3º lugar na categoria BLUE / Master 1 / Male / Medium-Heavy (GI)

3º lugar na categoria BLUE / Master 1 / Male / Medium-Heavy (NO-GI)

 

Aulas de Jiu-Jitsu em LEM

Com o Professor Jefferson Mota (Jeffão)

Terça, quarta e quinta-feira | 20h30 às 22h

Academia Core Gym (no SPA)

Contato: (77) 9 9929.8346

Padel é show: sucesso no 1º open do esporte promovido pela Hit’s Sport & Music

Muitas duplas se inscreveram para a 1ª edição do Open de Padel, que aconteceu nos últimos dias 4, 5 e 6 de novembro e foi promovido pela Hit’s Sport & Music. Sob a organização do professor da modalidade, André Kraemer, o torneio foi um sucesso. “Nós já fizemos um campeonato interno antes, onde só foram permitidas duplas que praticam o esporte na academia. Esta foi a primeira vez que abrimos o torneio para outros competidores”, explica.

Nesta edição, até competidores vindos de Goiânia se inscreveram, o que mostra o prestigio do esporte. Mas talvez nem todo mundo conheça essa modalidade que está conquistando os luiseduardenses. O padel não é como o ping pong, muito menos como o tênis, apesar de também ser jogado com raquetes e bolas. “O Padel é diferente por ser jogado em dupla, ou seja, com dois jogadores de cada lado da quadra. O objetivo é passar a bola por cima da rede e fazer com que ela ‘pique’ do lado oposto da quadra, podendo interagir com as paredes”, explica o professor André.

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Raquete e bolas de padel
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Quadra onde são disputados os jogos

O esporte pode ser praticado por homens e mulheres, desde crianças de 5 anos até pessoas da melhor idade. Claro, dependendo sempre do condicionamento físico.

Gabriela Couto também é adepta da prática do Padel e acredita que o esporte ainda é pouco divulgado no Brasil, mas que é viciante. “Para mim o Padel é uma ótima oportunidade de praticar exercício com prazer. O torneio nos proporcionou momentos de confraternização e troca de experiências, o que nos faz querer cada vez mais aprimorar nosso desempenho nas quadras”, conta. Gabriela diz ainda que sente falta da participação feminina no esporte e convida as mulheres a experimentarem.

O professor André conta ainda que o 1º Open de Padel foi um sucesso absoluto tanto pela organização como pela qualidade dos jogadores. “Foi muito bacana participar do torneio, pois nós treinamos o ano todo e este foi um momento de confraternização e também de fazer partidas com mais seriedade”, conta o participante e também finalista da categoria B, Elio Ramom Souza.

Ramom conta que uma das partes mais legais de praticar o Padel é o clima de família que é construído. “Além de ser uma atividade física muito prazerosa, todos se tornam uma família. Convido todos a participarem e conhecerem um pouquinho mais do esporte e do ambiente que construímos”, conclui.

Cada categoria (A, B e iniciantes) teve uma dupla vencedora. Anderson e Marcelo foram os vencedores da categoria de iniciantes; Abraão e João Vitor levaram para casa o troféu da categoria B, e André e Ronaldo garantiram o primeiro lugar do pódio na categoria A.

Veja algumas fotos dos participantes e vencedores que estiveram presentes no evento!

{Fitness} Corrida / Corra por você

Matéria publicada na Revista Carpe Diem 17 / Março 2015
Veja a revista na íntegra

A corrida é um dos esportes mais completos que existem. Emagrece, acelera o metabolismo, diminui e até acaba com o estresse, melhora o condicionamento físico, tonifica os músculos, melhora o humor e a capacidade pulmonar, reduz o colesterol, fortifica os ossos, melhora a pressão arterial, estimula a libido e reduz o risco de AVC e ataque cardíaco.

Segundo o profissional do esporte, especialista em corrida de rua e personal trainer Junior Morano quando o assunto é perda de peso, não existe exercício melhor que a corrida. “A silhueta afina, o fôlego melhora muito e os músculos começam a definir. Já na 1ª semana se ganha mais fôlego e resistência. Da 2ª semana ao 1º mês há uma melhora drástica no rendimento. Do 1º ao 3º mês o corredor perde bastante gordura e medidas. E a partir do 3º mês os músculos ficam mais definidos e o corredor fica mais exigente com seu desempenho. E se ele não correr, vai sentir falta” explica Junior.

Outra vantagem é que para começar a correr não é preciso muito investimento. “A corrida é um exercício muito democrático. Você calça um bom tênis, coloca uma roupa leve e sai pra correr a qualquer hora e em qualquer lugar. Mas antes de começar é preciso fazer uma avaliação física e receber autorização médica para evitar problemas”, continua o personal trainer.  Para ter um estímulo extra, ele aconselha a treinar com acompanhamento de um educador físico ou participar de um grupo de corrida. “Quando se corre com mais pessoas, a chance de desistir no início do caminho é menor. Um incentiva o outro e vice versa. E para quem tem pretensões maiores, como disputar uma corrida de rua, o acompanhamento profissional ajuda a melhorar o desempenho, corrigindo da pisada até o jeito de respirar. Outro ponto importante é intercalar um exercício de fortalecimento com a corrida, como musculação ou pilates, para fortalecer os músculos, joelhos e coluna”.

E como qualquer exercício, o mais difícil da corrida é o começo. Até mesmo para quem já participou de 50 corridas de rua, como a dentista Maria Vitória Porto Carmo, cliente do SPA e corredora de carteirinha. “Meu conselho para quem vai começar é ir devagar e intercalar. O começo para todo mundo é igual. Na minha primeira corrida não consegui chegar nem aos 100 metros. Então ande, corra um pouco, ande de novo. Chame alguém para correr com você ou vá só. Encare como um desafio pessoal e não desista”. Para ela o mais fascinante na corrida é o desafio que a atividade estimula na pessoa. “É um desafio contra o seu cansaço, suas dores musculares e, principalmente, seu psicológico. Comemoro cada km percorrido como uma vitória pessoal. Durante anos levava meu tênis e roupa de correr na mochila e saía do consultório pronta para deixar no asfalto um dia extenuante de agenda cheia”, relembra.

No primeiro mês de prática do exercício, a dica é intercalar a corrida com a caminhada. Se você for sedentário, vai caminhar muito mais do que correr. Para não desistir, coloque sempre um objetivo diferente no seu treino. Se na primeira semana você correu de uma esquina a outra, coloque como meta correr da esquina até uma árvore mais para frente, por exemplo. Assim, cada pequena conquista aumenta a determinação de continuar com o esporte. A regularidade do exercício é essencial para atingir o condicionamento necessário para uma corrida. Depois do primeiro mês, tudo fica mais fácil e já é possível começar a pensar em participar de uma corrida de rua. A corrida também aproxima pessoas. “Conquistei muitos amigos com a corrida. Foi o esporte que me ajudou quando cheguei à cidade. Se estava triste, com saudade da minha terra (Ilhéus), família e amigos saia para correr pelas ruas de LEM e voltava renovada” afirma Maria Vitória.

Agora que você já descobriu as vantagens da corrida para sua saúde e bem estar, que tal uma corridinha?

PREPARE-SE PARA CORRER

CORRIDA DISTÂNCIA QUANDO ONDE
Meia Maratona Internacional de Brasília 5k / 10k / 21k 05 de abril Brasília / DF
Movimenta LEM / Carcará Night Run 5k / 10k 23 de maio Luís Eduardo Magalhães / BA
Volta do Lago Caixa 100k (14 trechos de 3k a 11k) 1º de junho Brasília / DF
Meia Maratona da Bahia 21k 14 de junho Salvador / BA
Circuito das Estações (Inverno) 5k / 10k 21 de julho Brasília / DF
Circuito das Estações (Inverno) 5k / 10k 26 de julho Salvador / BA
Maratona do Rio 6k / 21k / 42k 26 de julho Rio de Janeiro / RJ
Circuito das Estações (Primavera) 5k / 10k 23 de agosto Brasília / DF
Circuito das Estações (Primavera) 5k / 10k 20 de setembro Salvador / BA
Circuito das Estações (Verão) 5k / 10k 13 de dezembro Brasília / DF
Circuito das Estações (Verão) 5k / 10k 13 de dezembro Brasília / DF
Circuito das Estações (Verão) 5k / 10k 13 de dezembro Salvador / BA
Corrida de São Silvestre 15k 31 de dezembro São Paulo / SP

Colaboração: Junior Morano e Maria Vitória Porto Carmo.

Foto dos colaboradores: Neiva Sehn.

O nome dele é DeMarcus Lawrence

Quando o companheiro de equipe cruzou as linhas inimigas e saqueou o camisa 9 adversário, a bola oval pipocou alguns metros no gramado sintético do imponente estádio dos Dallas Cowboys, uma das franquias mais bem sucedidas da história do futebol americano.

Restavam pouco mais de 2 minutos para o fim da partida.

Era bola viva. Recuperá-la, aquela altura significava a vitória dos donos da casa e mais: uma classificação para a segunda rodada dos playoffs, algo que não acontecia há muito tempo, desde os anos dourados da franquia em meados da década de 1990.

DeMarcus Lawrence.

Foi ele o responsável por capturar a bola. Jogador dos Cowboys. Vitória. Classificação. Sonho de vencer o Super Bowl mantido. Preservado no coração de todos torcedores que assistiam a partida nos confortáveis assentos no estádio e aos milhares que roíam as unhas diante da televisão em casa ou em bares espalhados pelo globo.

Mas não.

DeMarcus queria mais.

Não bastava segurar a bola e se estirar no piso verde artificial, mesmo ciente da carga que sofreria por pelo menos dois adversários com descendência de gigantes. No afã de uma consagração, de um golpe de misericórdia, Lawrence resolveu correr. Avançar, dois, três, ou os passos que fossem suficientes para chegar a linha de gol inimiga e anotar os pontos que representariam a última pá da cal sobre um Detroit Lions incansável.

Foi justamente no segundo passo com a bola oval segura no antebraço direito que Demarcus, que também é Lawrence, viu a força de quem não se entrega e sabe que só um milagre pode mudar a história daquele jogo. E assim, a bola, antes recuperada, voltava ao gramado sintético, saltitando tal qual uma galinha tentando escapar de seu destino.

Bola viva.

Pilha de corpos sobre ela.

De volta as mãos dos Lions.

Silêncio nas arquibancadas.

Mas por quê?

Que mistério teria feito com que Lawrence, de primeiro nome DeMarcus, agisse como um principiante, um amador, um calouro e desse ao adversário a chance de continuar a perseguir jardas e com elas manter a esperança de um touchdown consagrador e que representasse uma virada histórica.

Se os Cowboys saíssem derrotados de campo, o mundo já sabia a quem culpar. Nome e sobrenome do responsável, embora, saibamos que todos estão – eu, você, minha vizinha charmosa, a animadora de torcida que nunca para de sorrir, o pai, a mãe, o Espírito Santo – suscetíveis a erros infantis, decisões precipitadas que no segundo seguinte já são como fardos pesados, encharcados de arrependimento.

– O que foi que eu fiz.

Talvez tenha sido essa a frase repetida no consciente de Lawrence. E talvez tenha sido justamente essa a bendita frase que o fez defender seu território com tanto sangue nos olhos no minuto seguinte.

Com tanta garra, tanta determinação. Pois foi ele, DeMarcus. Lawrence. O único que duas, se muito três jogadas depois, furou a marcação cerrada dos Lions para saquear o camisa 9 e impiedosamente fazê-lo soltar a bola.

Ela estava viva de novo.

Pipocando no verde artificial. Ele estava lá. DeMarcus. Lawrence. Com sangue nos olhos. Pronto para saltar sobre a bola e dar fim as dúvidas, aos questionamentos, a tudo que poderia estar sendo dito sobre ele nas arquibancadas e diante de milhares de televisores ao redor do mundo.

Ufa!

Restavam 50 segundos.

Era o fim. A consagração do jogador dos Cowboys. O cara que em um minuto desceu ao inferno e num piscar de olhos voltou aos céus. Ninguém mais tiraria a bola dos seus braços. Não haveria mais jogo. Nenhuma chance sequer do time liderado pelo camisa 9 adversário vencer.

Alívio.

E a certeza que na vida, seja onde for, tudo e nada pode acontecer numa fração de segundos. Foi assim ontem a noite em Dallas.

Inesquecível.

***

Não entendeu nada?

Clique aqui, talvez esse infográfico ajude a apreciar o futebol praticado lá nos Estados Unidos, de capacete e roupas apertadas.