Conheça o Coach Nutrição Infantil com a nutricionista Josiane Marchezan!

Seu filho não está comendo direito? Você quer um cardápio prático para deixar a alimentação dele mais saudável? Ele tem intolerância ou alergias alimentares? Sofre de obesidade infantil? Tem alguma doença, como diabetes ou anemia? Ou ele tem dificuldade para aceitar determinados alimentos?

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Se respondeu sim a qualquer pergunta, temos a solução: Coach Nutrição Infantil com a nutricionista Josiane Marchezan! Nos dias atuais, cada vez mais corridos e cansativos, muitos pais sentem dificuldades em oferecer ou preparar refeições realmente saudáveis e balanceadas para seus filhos, inclusive na hora de levar o lanchinho para a escola. No coach, a Josiane realmente ensina tanto a mãe como a criança, para que aprendam a ter uma alimentação saudável naturalmente e sem sofrimento. A base da alimentação para toda vida é estabelecida quando criança, por isso é tão  importante oferecer uma nutrição saudável desde a infância.

 


O Coach inclui 4 encontros, onde a nutri conversa com a criança, monta um cardápio personalizado em A3 para que os pequenos possam colar smiles com carinhas tristes ou felizes conforme sua evolução! Os smiles, além de criar uma interação dos pequenos com suas dietas, ajuda a entender melhor a própria criança e adaptar seu cardápio conforme sua própria resposta!

A nutri Josiane é conhecida por ser uma profissional parceira do seu cliente e está presente em cada etapa, reforçando a importância da boa alimentação. Além disso ela é especialista em criar cardápios descomplicados. Então, nesse mês das crianças que tal aproveitar a promoção e cuidar melhor da alimentação do seu filho com a ajuda de uma super profissional?

Não é só a saúde que melhora depois do Coach de Nutrição Infantil, você também perceberá em seu filho resultados como, peso adequado, imunidade, disposição para brincar, estudar, dormir e acordar bem, bom apetite, crescimento saudável, funcionamento regular do intestino, dentes fortes e cabelos e unhas saudáveis, e muitos outros benefícios.

Procure a Josi e marque sua consulta: 77 9 9918-6190 ou na Clínica Plena, no centro de LEM, próximo ao Laboratório Carlos Chagas.

{Diabetes} Os cuidados para quem ficou doce demais

Diabetes Mellitus ou diabetes é uma disfunção do metabolismo de carboidratos, caracterizada pelo alto índice de glicose no sangue (hiperglicemia) e presença de açúcar na urina (glicosúria). “O diabetes é causado pela falta ou má absorção de insulina, hormônio produzido pelo pâncreas e que tem como função quebrar as moléculas de glicose para transformá-la em energia, que será aproveitada por todas as células. Na verdade, não se trata de uma doença única, mas de um conjunto de doenças com uma característica em comum: aumento da concentração de glicose no sangue” elucida o educador físico Carlos Eduardo Oliveira.

Os tipos de diabetes mais frequentes são o tipo 1, 10% do total de casos, e o tipo 2, que soma cerca de 90% dos casos.  O TIPO 1 é uma doença autoimune e ocorre quando o pâncreas para de produzir ou produz quantidade insuficiente de insulina. É mais comum em jovens antes dos 35 anos e a administração de insulina é necessária para prevenir cetoacidose, coma e morte. O TIPO 2 ocorre quando o organismo produz insulina, mas as células musculares e adiposas se tornam resistentes a esse hormônio. Está relacionado à obesidade e ao sedentarismo e sua incidência é maior após 40 anos. É o tipo mais comum e 80% a 90% dos diabéticos desse tipo são obesos. Esse tipo pode ser tratado com dieta e exercícios, mas também podem ser necessários remédios por via oral ou doses de insulina. Já o TIPO GESTACIONAL aparece na gravidez, podendo melhorar ou desaparecer após o nascimento do bebê. É associado ao aumento de peso excessivo da mãe. Embora temporário, o diabetes gestacional pode trazer danos à saúde do feto e/ou da mãe e cerca de 20% a 50% das mulheres com diabetes gestacional desenvolvem diabetes tipo 2 mais tarde.

O diabetes ainda é uma doença sem cura e que pode levar à morte se não tratada. Estima-se que a cada 10 segundos uma pessoa morra de causas relacionadas ao diabetes. Embora atualmente os tratamentos médicos evitem as mortes por coma diabético, a doença afeta diversas funções do organismo que colocam a vida em risco. Ou seja, ela mata, mas de forma indireta.

Dieta alimentar equilibrada e atividade física são fundamentais para o controle do diabetes e para reduzir o nível da glicose nos dois tipos principais. “Praticar exercícios é muito importante para qualquer pessoa. Para diabéticos os benefícios da prática de atividade física, inclusive musculação, são muitos e podem ser divididos em duas categorias: imediatos e tardios. Imediatos ocorrem logo nos primeiros dias, como aumento da ação da insulina, aumento da captação da glicose pelo músculo e diminuição da glicose sanguínea. Já nos benefícios tardios há melhoria das funções cardiorrespiratórias, da força e da resistência e aumento da ação da insulina. Durante os exercícios o corpo usa a glicose como fonte de energia, ou seja, a atividade física tem um papel semelhante ao da insulina. Outra vantagem é que exercícios regulares levam à perda de peso, o que também ajuda no controle do diabetes”, explica Eduardo.

“Há também muitos mitos relacionados ao diabetes. Diabéticos não podem comer produtos diet à vontade, como ninguém pode comer nada à vontade, mas sim em pequenas quantidades. Cirurgias de estômago/intestino também não curam diabetes, embora a maioria das pessoas que passa por essas cirurgias registre melhora nos níveis de glicemia. Além de evitar o açúcar, os diabéticos também precisam tomar cuidado com o consumo de carboidratos. A doença, na fase inicial, não provoca sintomas e seu único indicativo é o exame de sangue. E, para finalizar, o estresse piora o diabetes, pois o nível de açúcar no sangue sobe quando as pessoas ficam nervosas”, finaliza o educador físico.

Fatores de risco

* Obesidade (inclusive a obesidade infantil)

* Hereditariedade

* Falta de atividade física regular

* Hipertensão

* Níveis altos de colesterol e triglicerídeos

* Medicamentos, como os à base de cortisona

* Idade acima dos 40 anos (para o diabetes tipo II)

* Estresse emocional

 

COLABORAÇÃO CARLOS EDUARDO OLIVEIRA / CREF 005448-G/BA (Foto: Neiva Sehn)


Matéria publicada na Revista Carpe Diem 17 / Março 2015 Veja a revista na íntegra