Playlist – As músicas mais ouvidas em 2017 para ouvir em 2018

Uma verdade: nós amamos listas. Bom, pelo menos eu amo (e muito). E como mais um ano se acabou, muito conteúdo foi consumido nos últimos 365 dias que se passaram. E a música, meus amigos, ela faz parte dos meus momentos.

Houveram muitos lançamentos em 2017, muita coisa boa e muita novidade no cenário musical que envolve o pop, o sertanejo, etc (ou melhor dizendo, o que é comercialmente famoso). E por isso, após passar muito tempo criando playlists e adequando músicas a determinados momentos da minha vida, resolvi criar uma lista com as músicas que mais ouvi no ano que passou.

Não sou uma pessoa com preconceitos. Ouço aquilo que me agrada, seja comercialmente famoso ou não, e sei entender porque certas músicas fazem sucesso. É aquela velha história, nem sempre o que eu não gosto é necessariamente ruim, não é mesmo? E quando digo que ouço de tudo, eu realmente digo tudo, e isso vai de Mc Kevinho à Metallica. Então bora para a lista!

  • Paradinha – Anitta (Anira para os íntimos)

 

 

O mundo é de Anitta, a gente só mora nele de favor. O que foi 2017 para essa mulher? Infinitamente melhor que os tombos que nós, meros mortais, levamos, né mores? Ouvi essa música incessantemente desde que ela foi lançada e, como pessoa empenhada que sou, aprendi até a coreografia.

O ano que passou mostrou a força comercial de Anitta, que trabalhou mais que muita empresa por aí, lançando várias músicas, onde a maioria virou hit. Quem trabalha nesse meio sabe o quanto é difícil lançar músicas que realmente ‘pegam’, e Anitta foi lá e mostrou como se faz. E de salto alto.

  • Regime Fechado – Simone e Simaria

 

Chora não, coleguinha! Se você não ama Simone e Simaria, o problema é todo seu.

Essas duas mulheres maravilhosas foram mais dois exemplos de como fazer sucesso em 2017. Não dá para discutir sobre o quanto elas foram ouvidas no Brasil todo, e eu, claro, não vou ser essa pessoa que vai bater na tecla contrária. Representantes fortíssimas do chamado ‘Feminejo’, marcaram presença nas paradas de sucesso de 2017 e pelo jeito vão continuar no topo por muito tempo.

Ah, e se você quiser ler um pouco mais sobre o feminejo, tem um post meu sobre o assunto em outro site. Clica aqui!

  • Duas Cidades – Baiana System (álbum)

 

 

Eu sou mais feliz depois de conhecer Baiana System, eu preciso fazer as pessoas entenderem como as músicas são boas. Porque eu realmente gosto quando letra e ritmo se unem perfeitamente, e as músicas do Baiana são exatamente isso. Banda, grupo, soundsystem, movimento cultural, a Bahia, a poesia, a representação dos ritmos jamaicanos, Baiana System é tudo isso e é muito difícil parar de ouvir depois que se começa.

Se você jogou FIFA em 2015, já ouviu, de alguma maneira. A faixa “Playsom” (https://www.youtube.com/watch?v=ne7E5geBMWE) fez parte do game e você pode ouvi-la clicando no link.

  • Pulsante – Palankin

 

 

Quando eu digo que não tenho preconceito com música alguma, eu falo sério. Essa faixa é de uma banda reconhecida como gospel, e ela esteve no meu Top 10 de 2017 sem dúvida. Palankin é formada por Ana Rock e Tiago Andrade, um casal atuante na fé e que produz canções bem bonitas sobre: Deus. O que mais chama a minha atenção nas músicas é a distância daquele gospel que conhecemos de outras décadas e que muitas vezes mais afasta as pessoas do que aproxima. Se estiver na vibe, vale a pena.

  • Hard Times – Paramore

 

 

Você pode nem sonhar com isso, mas Paramore é minha banda ‘teen’ favorita há muitos anos. Sim, eu sei cantar todas as músicas; sim, eu já quis ter o cabelo da Hayley Williams, etc. Fã fiel que sou, a cada lançamento já fico eufórica. Hard Times me surpreendeu, porque ainda ser Paramore e ao mesmo tempo se distanciar daquilo que os fãs antigos conheciam por… Paramore. Não é minha música favorita da banda, mas segue no top 10 do ano que passou.

  • Mi Gente – J Balvin feat Beyoncé

 

 

2017 foi o ano que desengavetou o meu espanhol, que não era exercitado desde RBD. Vocês me perdoem, mas não tem como não gostar de reggaeton. E aí simplesmente resolveram colocar a Beyoncé nessa música, que eu já amava forte. Dos 64 milhões de visualizações no Youtube, pelo menos 5% são minhas. Eu te desafio a parar de cantarolar essa música depois de ouvi-la pelo menos uma vez.

  • Despacito – Luis Fonsi

 

 

Eu seria uma grande mentirosa se não colocasse essa música na lista. Despacito foi a música que eu mais odiei amar em 2017 e tenho orgulho de dizer: aprendi até coreografia. Luis Fonsi, onde você esteve escondendo suas canções por todo esse tempo?

Me perdoem por colocar esses versinhos nas vossas mentes de novo. Daqui a umas duas semanas eles somem.

  • Reggaeton Lento – CNCO feat Little Mix

https://www.youtube.com/watch?v=UONnRMuuDps

Em terra de Fifty Harmony, quem tem Little Mix é rainha. Ainda na vibe do reggaeton, as meninas mandaram muito bem nessa parceria com os meninos do CNCO (que eu confesso: não conhecia até então). Bem latinha minha vibe em 2017, né?

  • Get Low – Zedd feat Liam Payne

 

 

Porque depois dos 23 a gente começa a ouvir música de balada em casa, é menos cansativo que ir até a própria balada para dançar. E eu preciso dizer que a melhor coisa que aconteceu no mercado musical foi a separação desses meninos do One Direction. O que saiu de hit depois que eles se separaram não tá escrito.

Get Low segue uma parceria do Dj Zedd – que nesse clipe está na maior vibe Mazinho dos Teclados – com Liam Payne, ex membro do 1D. Uma junção perfeita? Não sei te dizer. Mas rendeu umas semaninhas cantando “get low, get low” sem parar.

  • Hold Back The River – James Bay

 

 

Também conhecido como o grande destruidor das minhas emoções musicais em 2017, James Bay possui não apenas um hit, mas um álbum inteiro maravilhoso. Essa música, em especial, tem uma vibe de sessão da tarde, naquele filme em que a mocinha se apaixona e precisa deixar o amado porque sua família muda de cidade. A letra não tem nada a ver com isso, mas minha imaginação é fértil.

Vale a pena ouvir todas as faixas do álbum Caos And The Calm, lançado em 2015.

No mais, é isso, meus anjos. Como eu disse, essas foram as músicas que EU mais ouvi em 2017. Isso não quer dizer nada sobre o que é bom ou não, sobre o que é comercial ou ‘lixo’. Isso quer dizer que EU gostei de ouvir essas faixas, e ponto.

Tem alguma dica sobre o assunto? Deixa aqui nos comentários!

Não entendi patavinas

Assisti ao novo videoclipe da Anitta.

Culpa da repercussão do comentário do Lulu Santos que criticou o novo trabalho da queridinha pop brasileira e latina e primeira atração confirmada do próximo Rock in Rio — versões Lisboa e Rio.

Devo estar ficando ranzinza.

Mais do que já sou.

Só pode.

Recentemente assisti Elis, filme biografia da maior cantora brasileira em todos os tempos.

É absolutamente estranho pensar na discrepância das sensações que tive com um e com outro:

O primeiro me deixou triste, óbvio, pois é ruim, embora, tenha no seu DNA a fórmula e os ingredientes para se tornar um fenômeno — o que aliás, já é, em menos de 24h da divulgação do clipe no Youtube eram mais de 13 milhões de visualizações.

(Não me interessa saber o número atualizado).

Música e vídeo são apelativos. Irão cair no gosto popular e é até natural. Na década de 1990, lembro de um filme, Joe e as Baratas e do slogan “Merda Vende”. Com o advento da tecnologia e das redes sociais, não só vende, como é compartilhada e curtida a exaustão.

O segundo, pelo contrário, me deixou feliz. Independente das circunstâncias que fizeram com que Elis falecesse de modo tão precoce, ela deixou um legado inconteste para a música brasileira, mas, que infelizmente, parece fadado ao esquecimento fácil.

2018 vai começar, isso sim, com milhares de pessoas — de jovens a adultos — “brincando com o bumbum”.

De novo, não sei, devo estar ficando ranzinza por demais.

Alguém pode até tentar me cutucar e tentar me avisar que a sacada em relação à “Vai Malandra” é a amostragem gratuita da celulite e que, portanto, eu não entendi patavinas.

Que seja.

Não entendi patavinas.

Estou tentando me conectar a música e isso soa impossível. Distante. Porque, por mais “lacradora” que tenha sido a Anitta ao começar seu novo clipe exibindo um bumbum — sei lá se dela ou não  — com celulite, isso não torna a canção ou os três minutos de vídeo menos ruins.

Quem nos garante que não tenha sido proposital, justamente, para alavancar mais e mais views para o vídeo?

Ah, mas quem sou eu que resolve comparar Anitta com Elis e ainda cita um filme da década de 1990 que ninguém lembra, porque é de uma época que para assistir um filme era preciso sair de casa, ir num estabelecimento e preencher uma ficha para ter o direito de locar uma fita que, posteriormente, introduzia-se num aparelho chamado videocassete para, só então, assistir. Detalhe: e antes de devolver era preciso rebobinar a fita, sob pena de pagar uma multa.

Então, resumindo, é provável que o louco da história seja eu mesmo e que, de fato, eu não tenha direito algum de concordar com Lulu Santos sobre esse suposto regresso da MPB para uma fase anal. Sei lá.

Só gostaria que ficasse claro que não desejo mal a quase ninguém, vou à luta, conheço a dor e considero justa toda forma de amor, ok?

 

Sobre ser brasileiro e o complexo de vira lata

Você já ouviu falar sobre o complexo de vira lata? A expressão foi criada pelo dramaturgo e escritor Nelson Rodrigues, e inicialmente se referia ao trauma sofrido pelos brasileiros em 1950, quando a Seleção Brasileira foi derrotada pela Seleção do Uruguai na final da Copa do Mundo em pleno Maracanã. Dado tal fato, o Brasil só teria se recuperado do choque em 1958, quando ganhou a Copa do Mundo pela primeira vez.

Tal expressão foi relida por outros escritores e jornalistas posteriormente, mas o significado dado por Nelson ate então é o que mais se encaixa à nossa realidade. Para o escritor, o “fenômeno” não se limitava apenas aos campos futebolísticos.

“Por complexo de vira-lata entendo eu a inferioridade em que o brasileiro se coloca, voluntariamente, em face do resto do mundo. O brasileiro é um narciso às avessas, que cospe na própria imagem. Eis a verdade: não encontramos pretextos pessoais ou históricos para a autoestima”.

Pois bem. Dados os fatos, eu preciso dizer que concordo quase que plenamente com Nelson. É fato que o Brasil sofre com a corrupção, com o descaso dos políticos e, em certos momentos, acaba virando piada internacional. Mas, até então, por que devemos piorar a situação rebaixando o que temos à condições inferiores? Complexo, né?

Eu percebo que isso acontece também na cena musical brasileira, onde temos (sim, temos) vários talentos simplesmente ignorados e, digo mais, rejeitados por: brasileiros. Isso não faz sentido para mim, mas vez ou outra consigo acalmar minha mente pensando no fato de que as pessoas tem um sério problema entre a classificação do que “é ruim” versus “o que eu não gosto”. Justifica? Nem sempre. Mas fica menos pior quando penso assim.

Vou citar um exemplo: Anitta.

Há quem diga (e não são poucas as pessoas) que ela é apenas uma bunda rebolante que faz sucesso porque é “gostosa” (perdão pela palavra, eu nem gosto de dizê-la, mas é assim que a retratam no senso quase que comum). Sim, Anitta é bonita, tem um corpo lindo, é sensual (o que muitos julgam como vulgar). Mas precisamos aceitar que ela é um sucesso que se deve a um único fator: sua perseverança.

Anitta fez o que muitos artistas brasileiros (e até mesmo estrangeiros) não conseguiram. Começou no funk, nas comunidades, no Furacão 2000 e enfrentou o preconceito que muitos periféricos encontram: o peso de serem ligados à um ritmo “sujo” como o funk. Foi conseguindo seu espaço sob julgamentos, pisou na bola algumas vezes (pois é humana, não é mesmo?), mas soube gerenciar sua carreira a fim de conseguir o reconhecimento que sempre quis e mereceu.

Hoje, Anitta é uma das poucas brasileiras a terem se apresentado no programa de Jimmy Fallon, o The Tonight Show e, ao lado de Iggy Azalea, subiu às paradas de sucesso internacionais. A partir disso, Anitta passou a ser vista praticamente como um “case de sucesso”. Começou e se virou sozinha e hoje, continua gerindo sua carreira de maneira excelente.

Lá fora Anitta é reconhecida. Aqui, para nós, Anitta é a garota da bunda grande que não sabe cantar e só faz sucesso porque é, pasmem, bonita. E o brasileiro adora odiar o que vem da nossa terra.

Eu usei a Anitta como exemplo porque sabemos que ela está totalmente exposta na mídia e não é difícil saber das novidades a respeito dela. Mas temos muitos outros exemplos que se encaixariam no caso, como Emicida, que muitas vezes é apenas o “preto favelado” que canta músicas sobre o crime. Mas não, Emicida hoje é um dos principais rappers brasileiros, que dá espaço e oportunidade para muita gente do bem.

Enquanto preferirmos o que vem de fora e colocarmos como padrão de excelência o que não faz parte de nossa realidade, o complexo de vira-lata vai continuar existindo. Tá liberado gostar da Lady Gaga e do “estrangeiro”, mas também é preciso saber entender que o que é “nosso” merece reconhecimento. E, como eu disse, é preciso ter discernimento para entender que não é porque você não gosta de algo que aquilo é ruim. Ser ruim é outra coisa e, sinceramente, eu acredito que não tenha nada nessa vida que o seja. Acredito que as coisas só não caibam em determinadas realidades.

Entrevista com Renner Souza, o beauty-artist barreirense queridinho das estrelas

Conheça a história do maquiador autodidata nascido em Barreiras que conquistou o coração de famosas como Anitta e Giovanna Ewbank

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Renner Souza é simplesmente um sucesso. Não teríamos outra palavra para descrever sua história. Com um humor contagiante, que conquistou muitos seguidores nas redes sociais, e com muito talento, ele se tornou um dos beauty-artists mais requisitados atualmente por celebridades como Anitta, Giovanna Ewbank, Fiorella Mattheis, Fernanda Motta, Giovanna Antonelli, Yasmin Brunet e Marina Ruy Barbosa.

O beauty-artist estará em LEM no dia 03 de dezembro, ministrando um curso de automaquiagem incrível no Studio de Beleza Renata Ribas (Informações: 77 9 9933-3055 – vagas limitadíssimas). Por isso, aproveitamos para contar um pouquinho mais sobre ele!

O que pouca gente sabe sobre Renner é que ele nasceu em Barreiras, onde ainda passa as férias com a família e amigos de infância. Aliás, Renner deixa claro que é “baiano, nordestino mesmo”, como ele mesmo diz. E, pra ele, essa sua característica foi e ainda é seu diferencial no mundo da moda. “Sou baiano, nordestino. Continuo com minhas raízes, nunca quis ser o que eu não era. E esse meu jeito baiano foi conquistando São Paulo aos poucos, acabou sendo uma vantagem”. E essa personalidade divertida e marcante também conquistou muitos seguidores: são mais de 310 mil somente no Instagram.

Pra explicar a história de Renner, temos que voltar um pouco no tempo. Ainda criança foi morar em Salvador onde, mais velho, maquiou algumas amigas e modelos para sessões de fotos e peças teatrais. Mas, até então, ele não sabia bem o que queria fazer. Em 2005, aceitou o convite de uma amiga e foi morar em São Paulo. Mas não sem sentir aquele frio na barriga que todos sentimos ao embarcar em um novo desafio. “Sair de Salvador significou perder o medo. Medo de não me adaptar, pois as duas cidades são muito diferentes, é um ritmo de vida completamente distinto. Até mesmo no clima. Quando cheguei em SP só tinha uma calça jeans e a vontade de descobrir o que eu queria ser”.

Renner queria trabalhar com moda, mas ainda estava se descobrindo profissionalmente. Aproveitou a oportunidade de trabalhar com um fotógrafo que conheceu nas redes sociais como assistente de make e foi conquistando seu espaço. O maquiador Max Weber teve uma grande influência sobre sua trajetória, tanto que até hoje conservam a amizade e Renner considera Max um padrinho. Falando em amizades, ele considera a atriz Giovanna Ewbank sua fada-madrinha, pois ela teve um grande papel para sua carreira deslanchar. “Maquiei a Giovanna quando ela ainda era modelo, antes de entrar na Malhação. E ela me indicou para todo mundo, me apresentou a Anitta, foi realmente minha fada-madrinha. E desenvolvemos uma amizade muito sincera, somos amigos até hoje”.

Hoje, aos 35 anos, Renner já tem um currículo de tirar o fôlego com muitas conquistas. “Considero grandes conquistas ter maquiado pessoas que antes só via pela TV, trabalhado com alguns dos melhores fotógrafos do mundo como o J.R. Duran, feito editoriais para revistas renomadas no Brasil e no mundo”. Autodidata, ele desenvolveu suas técnicas através da observação de luzes, sombras e cores. E muito estudo e desafios. “Esse é um mercado muito fechado pra ser aceito. É preciso ser humilde, provar que tem qualidade no trabalho. Afinal, é um mundo que vende imagem, então houve no início um certo preconceito pelo meu jeito de ser, de não ligar muito pra minha aparência. Mas as pessoas foram indicando, gostando e foi acontecendo”.

Renner é conhecido pelas suas maquiagens impecáveis, mas que com um conceito natural. “Minha personalidade tem muito a ver com meu trabalho. Busquei sempre manter minha essência, porque a mulher baiana tem uma beleza mais natural, mais simples, e levei isso para as minhas makes”. E essa naturalidade é o que encanta suas clientes. “O que me dá prazer na minha profissão é ver a realização da minha cliente. Muitas vezes a mulher só fica linda por causa da maquiagem. Mas eu busco deixa-la linda ressaltando sua essência, mostrando quem ela é e como ela pode ser bela. A minha maquiagem vem de dentro e acho que esse é o meu diferencial”.

Make do casamento da Gabriela Pugliesi feito por Renner

Como ele mesmo diz, é uma pessoa caseira, mas que não tem hora pra trabalhar. “Não tenho hora, não tenho dia pra trabalhar. Tem dia que eu não sei em que dia estou. Eu faço o que amo, então minha vida pessoal e meu trabalho são uma coisa só”. Um exemplo disso é a cantora Anitta, que de cliente passou a ser uma grande amiga. “A gente trabalha, se diverte, vive muitos momentos juntos; ela é uma grande amiga. Ano passado me dediquei muito com ela, este ano um pouco menos para tocar outros trabalhos, mas falamos direto e quando ficamos muito tempo sem nos ver, dá uma saudade imensa. Ao ponto de ela mandar um avião para me buscar e passarmos alguns dias juntos no Rio”.

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Mais do que maquiar, Renner acredita que seu trabalho também engloba despertar a confiança nas mulheres. “Busco provar que as mulheres podem ficar lindas do jeito que elas são. Se sentir maravilhosa é muito importante para a autoestima, para a coragem e atitude de uma mulher. Fazer com que elas consigam ter essa confiança, essa autoestima, se valorizarem como elas são – essa é minha missão”.

Seus planos futuros incluem ter uma estrutura de vida que lhe permita reservar tempo para se dedicar ao seu lado mais humano, trabalhando com projetos sociais em prol de ajudar ao próximo. Enquanto isso, sua agenda não para. Para finalizar, Renner deixa um recado para quem deseja se destacar no mundo das makes. “Estude sempre, seja autêntico, analise imagens, estude produtos, descubra as coisas! E aja, experimente, faça trabalhos autorais, teste!”

Para acompanhar o dia a dia e o trabalho de Renner, siga-o nas redes sociais:

Instagram: @rennersouza / Snapchat: rennercica / Facebook: rennersouzamaquiador

Agenda Cultural

Já sabe o que vai fazer esse fim de semana? Nem pense em ficar em casa – opção não vai faltar pra você fazer sair, se divertir, reencontrar os amigos, dançar e quem sabe até encontrar um crush novo! Vem conferir a agenda que a diversão é garantida.

 

NOSSAS SUGESTÕES 

A imagem pode conter: texto
FLORESÇA. Ilumine-se. Deixe a PRIMAVERA vestir você! Participe do coquetel fashion de lançamento da coleção Primavera no dia 15 de setembro, das 15h às 19h, na loja Encontro das Griffes de LEM. Muitas peças lindas, coleção novíssima e com muitas trends, alegria e muitas novidades para compartilharmos juntos. Quem participar do coquetel vai concorrer a sorteios 😉 Esperamos por vocês!

 

Essa semana acontece o maior evento musical do oeste baiano. Com várias atrações conhecidas nacionalmente. O evento é totalmente gratuito, em São Desidério.

CINEMA LEM

IT – A COISA – Às 21h30

POLÍCIA FEDERAL – A LEI É PARA TODOS – Às 19h30

EMOJI: O FILME – Às 17h30

CINEMA BARREIRAS

IT – A COISA – Às 21h30

POLÍCIA FEDERAL – A LEI É PARA TODOS – Às 17h00

EMOJI: O FILME – Às 15h00

 

Quinta-feira 14

Quinta Puro Malte com Ramon Arievilo 

Onde?  Beirute – Barreiras

Música ao vivo com Valter Lins 

Onde? Dom Q’ Chopp – Barreiras

Música ao vivo com Gean Lima 

Onde? Choppão Espetos Grill

Palestra pública – Quem Sou Eu? 

Onde? Casa Espírita Amor e Luz – Barreiras

Curso de Reiki – Nível 1 

Onde? Clínica Saúde Vida – Barreiras

 

Sexta-feira  15

Banda Arquivo 29

Onde? Chá das Cinco

Tayrone Prime 

Onde? JC Society

Música com Webia Sampaio 

Onde? Bier Garten – LEM

Futebol: Newells Old Boys X Maclaren 

Onde? Estádio Coronel Aroldo – LEM

Curso de Reiki – Nível 1 

Onde? Clínica Saúde Vida – Barreiras

Jantar Italiano e Baile – Semana da Farroupilha 

Onde? CTG – LEM

 

Sábado 16

UFC Fight Night 

Onde? Chá das Cinco

Rock com Venerável Ancião 

Onde? Chá das Cinco – LEM

Elemental Energy Festival

Onde? Chácara Flor do Cerrado

Música com Bosco Fernandes 

Onde? Bier Garten – LEM

Bazar 

Onde? Igreja Batista da Família – Barreiras

Culto – Mulheres aos pés das cruz 

Onde? Igreja Quadrangular, Cidade Universitária – LEM

Curso de Reiki – Nível 1 

Onde? Clínica Saúde Vida – Barreiras

Domingo 17

Domingo tem 2ª Edição do Domingo na Praça. Clique no link para saber mais sobre esse evento. Link: https://goo.gl/uBf3Ts

Elemental Energy Festival

Onde? Chácara Flor do Cerrado

 

E SEMANA QUE VEM…

1º MAKE DAY Bella Dona, dia 22 de setembro! Para aprender a usar os pincéis ao seu favor e criar maquiagens que te deixem ainda mais linda para qualquer situação, participe do 1º Make Day na BellaDona La Parfumerie A Nara Nara, maquiadora talentosíssima, vai estar na loja orientando e ensinando as técnicas para esfumar, contornar e delinear, enquanto servimos um delicioso coquetel e aproveitamos uma tarde deliciosa. 👉 Dia 22 de setembro, com duas turmas, às 16h e 18h30! Qual horário você prefere? O evento é gratuito e será utilizado makes da Revlon e pincéis da linha Mariana Saad para Ocean!Confirme sua presença pelo telefone 77 9 9175-2120
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De  20 a 23 de setembro, o festival reunirá empresas locais e regionais dos mais diversos segmentos, cursos profissionalizantes, entretenimento e valorização cultural em uma grande estrutura projetada pela Prefeitura de Barreiras.