Abapa promove visitas técnicas para continuar avançando na sustentabilidade do algodão na Bahia

Com o objetivo de continuar avançando com a sustentabilidade na produção de algodão, a Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa) começou a promover desde o início deste ano as vistorias junto às propriedades para checar a adoção dos critérios de sustentabilidade para a safra 2019/2020. Esta é a primeira etapa do trabalho de certificação desenvolvido pelo programa Algodão Brasileiro Responsável (ABR), designado pela Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) que atua em benchmarking com a entidade suíça Better Cotton Iniciative (BCI). Desde quando foi iniciado o programa ABR na Bahia, em 2011, a área classificada como sustentável saiu de 21,1% para os atuais 77,7% no Oeste da Bahia.

A expectativa é ultrapassar os 77,7% da área plantada da fibra que obteve a certificação na safra passada, contabilizando uma área total de 247.840 mil hectares, que vem cumprindo à risca a legislação ambiental e adotando critérios de sustentabilidade dentro e fora das propriedades. A coordenadora do programa de sustentabilidade ABR/Abapa, Bárbara Bonfim, explica que a previsão é que esta primeira etapa do trabalho, que também incluiu a adesão e preparação de novos produtores para receberem a auditoria externa, deve ser finalizada até o próximo mês de abril. “As nossas equipes testam um total de 222 itens com parâmetros de sustentabilidade internacionais, ligado ao respeito dos trabalhadores no campo, a exemplo do cumprimento de normas de saúde e segurança; e da legislação trabalhista e de preservação de meio ambiente”, afirma.

Segundo o presidente da Abapa, Júlio Cézar Busato, existe um engajamento dos produtores de algodão, que além de serem referência no emprego de tecnologia e na qualidade da fibra, também vem sendo reconhecido como sustentável pelo mercado consumidor. “Demonstramos que estamos no mesmo patamar de excelência do que os produtores concorrentes da Austrália e dos Estados Unidos, com o diferencial da qualidade, proporcionado pelo clima chuvoso no início da semeadura, e seco, na fase final da colheita, além do uso de tecnologia adequada no monitoramento e combate a pragas como o bicudo do algodoeiro”, explica.  O programa ABR tem como alicerce o incremento progressivo das boas práticas sociais, ambientais e econômicas nas unidades produtivas de algodão na Bahia e em todo o Brasil, por meio das entidades ligadas à Abrapa.

 Assessoria de Imprensa da Abapa / 16/03/2020

Abapa lança Prêmio de Jornalismo durante Bahia Farm Show 2019

Os profissionais de imprensa estão convidados para participar do lançamento da primeira edição do Prêmio Abapa de Jornalismo, uma iniciativa da Associação Baiana dos Produtores de Algodão como forma de incentivar e reconhecer o trabalho jornalístico dedicado à divulgação da cotonicultura praticada no Estado da Bahia. O evento será na próxima quarta-feira (29), às 10h da manhã, no estande da associação, no Complexo Bahia Farm Show.

Durante o lançamento do prêmio, inédito na Bahia, o presidente da Abapa, Júlio Cézar Busato dará detalhes das categorias e da premiação prevista no regulamento. “Entendemos que o papel do jornalista é imprescindível para alavancar a atividade agrícola, divulgando informações e, no caso da nossa cotonicultura, dando o destaque que ela merece nacional e internacionalmente. É um reconhecimento que a Abapa faz a estes profissionais”, explica o presidente Júlio Busato.

O Prêmio contemplará modalidades escritas e de vídeo produzidas dentro de critérios pré-estabelecidos no regulamento a ser divulgado.

Todos os detalhes serão conhecidos durante o evento que deve reunir profissionais da imprensa do Matopita (região que congrega os estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia), além de jornalistas de outros estados brasileiros presentes na cobertura da Bahia Farm Show 2019, maior feira agrícola do Norte e Nordeste Brasileiro, realizada de 28 de maio a 01 de junho em Luís Eduardo Magalhães.

Assessoria de Imprensa da Abapa

Abapa e Aiba presentes na Fenagro 2018, em Salvador

O agronegócio do Oeste da Bahia está presente na 31ª  edição da Fenagro, em Salvador, evento que acontece de 24 de novembro a 02 de dezembro, no Parque de Exposições da capital baiana. No domingo (25) a abertura oficial reuniu autoridades e representantes da cadeia produtiva do Estado. Os presidentes da Abapa, Júlio Busato e da Aiba, Celestino Zanella participaram da solenidade, comanda pelo vice-governador da Bahia, João Leão, compondo a tribuna de honra.

No seu pronunciamento, Zanella destacou a importância da Fenagro para divulgação do trabalho realizado em prol do agronegócio do oeste baiano e aproveitou para convidar os presentes para o lançamento da Bahia Farm Show 2019, agendada para o período de 28 de maio a 01 de junho, em Luís Eduardo Magalhães. “A Fenagro tem sido para nós um momento para trocar experiências e mostrar o resultado da atividade agrícola da região oeste. Como já se tornou uma tradição, inserimos na programação da Fenagro, na terça-feira (27), o lançamento da Bahia Farm Show 2019, a maior feira de tecnologia agrícola e negócios do Norte/Nordeste do Brasil”, disse.

Durante o período da Fenagro 2018 as associações estarão, com um estande demonstrando detalhes e informações sobre a agricultura praticada no oeste do Estado. A equipe técnica presente oferece, a estudantes, pesquisadores e demais visitantes dados e números do agronegócio regional e socializa projetos e pesquisas desenvolvidas para a melhoria e lançamentos de novas variedades de cultivares. O espaço disponibiliza ainda material gráfico e a descontração das mascotes ‘Dão” e “Emílio”, representando as comodities algodão e milho, respectivamente.

“Durante a Fenagro estaremos com uma vasta agenda de reuniões, encontros e audiências junto aos órgãos públicos e empresas. É uma oportunidade de fortalecer parcerias e traçar novas”, disse o presidente da Abapa Júlio Busato que, durante toda a manhã desta segunda-feira (26), participou de uma reunião sobre os resultados do estudo do potencial hídrico no Oeste, realizado pelas duas associações e as universidades Federal de Viçosa (MG) e de Nebraska, nos Estados Unidos.

Bahia Farm Show – O lançamento da 15ª edição da Bahia Farm Show aconteceu na terça-feira (27), às 19h no auditório da Seagri, no Parque de Exposições de Salvador. Na ocasião, também foi lançada a 3ª edição da Cartilha sobre Regularização Ambiental de Propriedades Rurais no Matopiba (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia). A publicação é aguardada com entusiasmo por profissionais, pesquisadores e estudantes de cursos agrotécnicos, pois traz esclarecimentos sobre o cumprimento das legislações ambientais vigentes. Os exemplares serão distribuídos gratuitamente no evento.

Araticum Comunicação –26/11/2018

Otimismo na safra gera busca por mais tecnologia em Dia de Campo do Algodão na Bahia

A conjuntura positiva da safra de algodão na Bahia que, pelo segundo ano consecutivo, vai atingir produtividade média acima de 300 arrobas/hectare, vem incentivando os agricultores a manter o uso de tecnologia e manejo adequados no campo. Em meio à colheita da segunda melhor safra de algodão no estado, a Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), Fundação Bahia e Embrapa, realizaram no último sábado (7), em Luís Eduardo Magalhães (BA), o tradicional Dia de Campo do Algodão. Cotonicultores, consultores, profissionais e estudantes da área se aprofundaram em temas que visam incrementar a produtividade no campo e buscar maior qualidade da fibra para o mercado consumidor. A Bahia é o segundo maior produtor de algodão do Brasil e prevê uma colheita de 1,2 mil toneladas na safra 2017/2018, sendo 481 mil toneladas em pluma.

Considerado o principal evento técnico de algodão na Bahia, o Dia de Campo apresentou cerca de 20 diferentes variedades de algodão disponíveis no mercado, a exemplo de cultivares transgênicas para as áreas de refúgio; resistentes à pragas e doenças como nematoides, ou aquelas que focam na qualidade da fibra e em características ideais para a indústria têxtil. Ao percorrer as estações montadas no Campo Experimental da Fundação Bahia, o cotonicultor Douglas Di Domenico, aproveitou para saber mais sobre as novidades para a cultura do algodão para investir na próxima safra agrícola. “O Dia de Campo é a oportunidade de atualização das principais cultivares e de técnicas que visam melhores resultados”, afirma, ao prometer voltar no próximo ano.

Da área de comercialização e qualidade da fibra, os participantes conferir as palestras “Como agregar valor na fibra de algodão”, com o coordenador de algodoeiras da SLC Agrícola, Edmilson Santos; e “Comportamento das Cultivares de Algodão do Mercado”, com o pesquisador Dr. Eleusio Curvelo Freire, da Cotton Consultoria Empresas Públicas. Presente ao Dia de Campo com um grupo de nove acadêmicos, a professora do curso de Agronomia da Universidade Federal do Oeste da Bahia (UFOB), Mirian Nogueira, pretende renovar o conhecimento técnico sobre a cultura do algodão. “Há um avanço constante em cultivares, manejos e pesquisas que, para quem atua ou atuará no setor agrícola, é preciso acompanhar”, afirma ela, ao elogiar a organização do evento.

Da área de defesa fitossanitária, o Dia de Campo do Algodão também trouxe novidades sobre “O Impacto Econômico da Spodoptera no Algodão com o Dr. Geraldo Papa, da Unesp/SP. Quem passou pelo Dia de Campo, também presenciou a demonstração e informações sobre os usos e benefícios dos drones na agricultura. Para Zirlene Zuttion, presidente da Fundação Bahia, o Dia de Campo do Algodão é o momento em que são reunidas todas as tecnologias ligadas à produção da pluma. “É um dia de intercâmbio e troca de experiências entre os próprios cotonicultores e com as empresas que investem em novas tecnologias e avaliam os resultados destas variedades e formas de manejo para incrementar a produtividade na lavoura”.

 Conjuntura – Na abertura do evento, o presidente da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), Celestino Zanella, citou as ações que vem sendo desenvolvidas pelas entidades agrícolas para garantir a competitividade e rentabilidade do produtor, a exemplo dos programas fitossanitário da soja e do algodão, Operação Safra, e da busca de soluções de logística junto ao Estado. Para o presidente da Abapa, Júlio Cézar Busato, “é necessário unir forças para avançar nas questões que estão fora da fazenda, como logística, segurança física e jurídica das fazendas, além das questões fundiária, fitossanitária e ambiental. Todo este cenário deve ser favorável para que os agricultores possam continuar produzindo com técnica e qualidade para obter rentabilidade no campo, o que vem sendo prejudicado por cobranças e burocracia ineficientes”, afirma.

Busato reforçou, durante a abertura do Dia de Campo do Algodão, sobre a boa conjuntura vivenciada pelos cotonicultores baianos, que depois de quatro safras com poucas chuvas e baixa produtividade, voltaram a contar com produção e o preço favoráveis. Aos poucos, será retomada a capacidade instalada de 400 mil hectares de produção no oeste da Bahia, e vamos resgatar a riqueza perdida e os empregos que foram suspensos com a estiagem evidenciando a importância do algodão para a região”, reforçou Busato.  Com a previsão da regularidade do ciclo de chuvas e da cotação do mercado, a próxima safra de algodão já prevê um crescimento de área, saindo dos 263 para 300 mil hectares. A atual safra de algodão da Bahia deve abastecer principalmente a indústria têxtil brasileira, sendo o restante dela, cerca de 40%, destinada para o mercado externo para os países asiáticos.

Assessoria de Imprensa Abapa – 09/07/2018

9º Cotton Tour Círculo Verde reúne consultores e produtores de algodão em um dia voltado ao conhecimento e a troca de experiências

Aconteceu nesta sexta-feira, 29 de junho, a 9ª edição do Cotton Tour realizado pela Círculo Verde Assessoria Agronômica e Pesquisa, um dia de campo totalmente dedicado à cultura do algodão. O evento aconteceu no Campo de Validação da Círculo Verde, na Fazenda Harmonia, em Luís Eduardo Magalhães, e reuniu produtores, consultores, pesquisadores, engenheiros agrônomos, técnicos agrícolas e representantes de empresas do agronegócio.

Esta safra de algodão no oeste baiano, segundo os dados levantados até o momento, também atingirá números recordes de produtividade e qualidade. O algodão baiano já é destaque mundial pela sua qualidade indiscutível, hoje considerado um dos melhores do mundo. A Bahia é o segundo maior estado produtor de algodão no País e o primeiro em termos de qualidade. Os níveis de excelência alcançados em características como finura, resistência, comprimento, uniformidade e maturidade do fio, entre outros, dão ao algodão baiano o título de melhor algodão do Brasil, estando muito acima do padrão exigido pelo mercado nacional e mundial.

Essa excelência só foi conquistada graças ao aperfeiçoamento e conhecimento dos produtores e suas equipes, além do trabalho sério e comprometido das instituições ligadas à cultura do algodão, como afirmou o produtor, consultor e sócio proprietário da Círculo Verde, Celito Breda: “A Círculo Verde participou de todo o processo de pioneirismo no algodão moderno e mecanizado desde 1995. A primeira colheita foi em 1996, então estamos com 22 anos de muita experiência, mas com muito a aprender. Hoje estamos extremamente satisfeitos com o resultado da safra baiana e com esse dia de campo”.

A programação do Cotton Tour abordou os resultados de pesquisas realizadas pela Círculo Verde, iniciando com os ensaios de ramulária do Algodoeiro, apresentado pela Gerente de Pesquisa, Dra. Mônica Martins e pela engenheira agrônoma Hannan Nunes, que abordaram a queda de eficiência dos fungicidas no controle desta doença e a importância da rotação de ativos de fungicidas e o uso de multissítios para retardar a resistência do fungo a esses produtos.

Na sequência, o consultor e engenheiro agrônomo Pedro Brugnera apresentou ao público o tema Adubação de Cobertura. “Segundo nossos estudos, vale a pena fazer o parcelamento de nitrogênio, pois os resultados dos testes foram positivos. Quanto ao perfil do solo, corrigir é o mais importante. Só assim a planta terá oportunidade de conseguir os nutrientes de que precisa”, afirmou Brugnera.

Logo após, o engenheiro agrônomo Genivaldo Batista falou sobre as perdas como atraso da colheita. Segundo ele, atrasos na colheita podem gerar perdas de 20 até 43 arrobas por hectare. Outro ponto importante levantado por Batista foi em relação às perdas de resistência da pluma e contaminação, observados nos atrasos da colheita do algodão.

Para finalizar a rodada de palestras, o professor Dr. Marco Tamai abordou o tema Ácaro Rajado no Algodoeiro, trazendo orientações precisas para os participantes identificarem e tomarem as medidas assertivas para controlar a praga na plantação. “O ácaro rajado é uma praga do sistema, estando presente tanto na cultura do algodão, quanto do milho, da soja e do feijão, o que gera preocupação quanto ao seu controle. Apesar de diferentes grupos químicos, alguns acaricidas já não têm controle tão efetivo desta praga em campo, o que pode indicar resistência e, portanto, a importância da rotação de ativos”.

O evento finalizou com a visita às variedades de algodão dos parceiros da Círculo Verde: Bayer, Damaceno Braga (DBB), Fundação Bahia/IBA, IMA, J&H Sementes e TMG. Para o consultor e classificador de algodão, Geraldo Pereira, a qualidade do algodão baiano é indiscutível e a área plantada da cultura deveria crescer no estado. “Se tem um lugar no Brasil feito para plantar algodão é a Bahia. O clima, o relevo e o comprometimento dos produtores são indiscutíveis. Além de quantidade e qualidade, o nosso algodão tem bastante brilho, resistência, comprimento. O que realmente precisamos é que as pessoas percebam e valorizem a alta qualidade do algodão baiano. Precisamos valorizar essa qualidade para que consigamos sempre ter um bom retorno para o produtor baiano, que pensa em produtividade, mas também em qualidade”.

 

ASCOM Círculo Verde

Agência Immagine

Abapa divulga 2ª edição da Corrida do Algodão em Luís Eduardo Magalhães

Evento será realizado no dia 29 de setembro

Além de apoiar a realização da 1ª Meia Maratona 21km Runners, realizada neste domingo (17) pela manhã, em Luís Eduardo Magalhães, a Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa) também esteve presente para divulgar entre as atletas a 2ª edição da Corrida do Algodão, que será realizada no dia 29 de setembro.  Ao representar a diretoria executiva da Abapa na Meia Maratona, a cotonicultora Alessandra Zanotto, acredita na importância do incentivo à atividade esportiva como forma de promover a interação entre as pessoas. “Assim como a Maratona Runners, com a Corrida do Algodão, temos mais do que esporte, mas um espaço de lazer e interação”, afirma.

Com sucesso de público e inscritos, a Corrida do Algodão  distribuiu R$ 5 mil em prêmios e troféus para os vencedores e um total de 750 atletas competiram nas categorias de 5km, 10km, Kids e cadeirante. Os participantes e moradores da cidade se surpreenderam com uma grande estrutura montada na Praça Jardim Paraíso, em Luís Eduardo Magalhães, ao reunir atividade física, esporte, música, e produção agrícola em só local. “No caso da Corrida do Algodão também conseguimos destacar para quem mora na cidade a força de quem produz no campo e incentivar o uso de roupas e produtos de algodão”, explicou, ao citar o movimento “Sou de Algodão”.

Assessoria de Imprensa Abapa

Nós da Immagine estivemos presentes na 1ª Meia Maratona Runners LEM, onde gravamos o vídeo que conta todos os detalhes do evento e também mostra a experiência de algumas pessoas muito queridas em nosso dia a dia. Confira a seguir a emoção e a felicidade de estar presente em evento deste porte: 

Abapa mantém incentivo ao esporte com entrega de materiais esportivos para instituições sociais de Luís Eduardo Magalhães

Instituição organizadora da Corrida do Algodão, realizada no final de setembro, em Luís Eduardo Magalhães, a Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa) entregou nesta quinta-feira (21) materiais esportivos para três instituições sociais de Luís Eduardo Magalhães, no oeste da Bahia. A Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae), Amigos da Bola Laranja (ABL) e o Centro de Tratamento e Recuperação de Dependentes Químicos (Cativar) receberam kits como bolas de futebol, vôlei e basquete, redes de futebol, jogos de camisa de futebol, dentre outros.

 

Ao receber os materiais, o atual diretor presidente da Apae Lem, Ronei Jesus Pereira, acredita que a doação contribui diretamente com as práticas esportivas proporcionando mais qualidade de vida para os portadores de necessidades especiais da instituição. “Temos atualmente cerca de 180 participantes, dentre crianças e adultos, e uma lista de espera para atender ainda mais pessoas. As atividades físicas são essenciais para o desenvolvimento dos integrantes do projeto, e agradecemos mais este apoio da sociedade local e dos agricultores, por meio da Abapa”, afirma.

Para o presidente da ABL, Marcelo Grade, e o vice-presidente, Osvaldo Sesteiro, a doação das bolas de basquete vão possibilitar que mais crianças se integrem ao projeto. “Iniciamos em 2015, com a parceria do Lions Clube no projeto Cidadania Feliz, com o foco no incentivo à prática do basquete em nossa cidade, e hoje já contamos com 60 crianças e jovens com a faixa etária de 6 a 17 anos”, explica. Mais conhecido como Carlinhos, o professor de educação física, Manoel Carlos de Sousa, ficou agradecido com as doações para o projeto Cativar, que apóia os dependentes químicos em tratamento. “A partir de agora, teremos bola, rede para o gol, e um jogo de camisas para mantê-los focados na recuperação”, afirma ele, que a partir do próximo ano, vai desenvolver também em um projeto de boxe para cerca de 200 crianças e adolescentes em vulnerabilidade social.

A organizadora da Corrida do Algodão e diretora da Abapa, Alessandra Zanotto, explica que os materiais foram comprados com recurso excedente captado durante a organização da Corrida do Algodão. “Diante do sucesso da competição, decidimos continuar investindo no estímulo ao esporte por meio da doação destes materiais esportivos que vão fazer a diferença no dia-a-dia de quem participa das práticas esportivas nestas instituições”, afirma ela, que acredita na promoção de mais uma edição da Corrida do Algodão. “Queremos inserir o evento dentro do calendário da cidade, sendo uma forma de reforçar a importância do agronegócio para o desenvolvimento econômico e social de toda a região, incentivando também o uso do algodão dentre os praticantes das atividades físicas”, destaca.

Corrida do Algodão – Com sucesso de público e inscritos, a Corrida do Algodão  distribuiu R$ 5 mil em prêmios e troféus para os vencedores. Quem passou pelo local, se surpreendeu com uma grande estrutura que reuniu atividade física, esporte, música, e produção agrícola em só local.  A população acompanhou com entusiasmo a competição que levou cerca de 750 atletas profissionais e amadores a tomarem as ruas da cidade e se desafiarem nos trajetos de 5km e 10km. De maneira democrática e inclusiva, a Corrida do Algodão também abriu espaço para os cadeirantes e crianças. A Corrida do Algodão foi uma realização da Abapa e contou com a parceria e patrocínios da Agrosul/John Deere, Bayer, CCAB, Sudotex, Sindicato Rural dos Produtores Rurais de Barreiras e Luís Eduardo Magalhães, UBahia, Unicot, FMC, Sesi/Fieb Fundeagro, Grupo Horita, Morinaga Sementes, ZanottoCotton, Bradesco, Espaço Amanda Amorim, Espaço Core e Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães.

Realizado carregamento teste de algodão produzido do Oeste baiano via Porto de Salvador

A proposta de exportar o algodão produzido do oeste da Bahia pelos portos do Norte e Nordeste do Brasil começou a sair do papel com uma carga piloto do produto, enviada para exportação, via Porto de Salvador (BA). O carregamento teste teve por objetivo mensurar os custos e benefícios desta prática, a fim de diminuir a pressão sobre o Porto de Santos, destino final de praticamente toda a produção brasileira que, em períodos de pico de safra fica sobrecarregado. Como consequência, os atrasos no embarque oriundos da falta de contêineres e caminhões para transportes da carga, são frequentes.

Via terrestre, a carga saiu de uma fazenda da região com uma carga de 200 toneladas de algodão, até o desembarque em armazém, seguindo para o terminal marítimo e, finalmente embarcada, rumo à Turquia, no Oriente Médio. Este piloto foi realizado no último mês, no dia 21 de novembro, porém, a logística e organização da operação teve início ainda no ano passado, com uma série de encontros entre representantes da Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), da XinguAgri, da Louis Dreyfus Company, uma líder na comercialização e no processamento de produtos agrícolas; do armador (MSC) e do Grupo Wilson Sons, operador do Terminal de Contêineres do Porto de Salvador (Tecon).

“Este teste não só valida como garante que há infraestrutura necessária para que Salvador seja a porta de saída do algodão de imediato. Com retroarea adequada e a capacidade de atendimento do porto, conseguimos, de forma integrada, dar competitividade as exportações para Europa e Oriente Médio. Para a próxima safra, associar a esta infraestrutura um serviço direto a Ásia, tornaria o porto de Salvador a melhor opção para exportação de algodão do MATOPIBA”, diz o gestor comercial do Tecon, Guilherme Dutra, que acompanhou toda a operação.

Para Brenno Queiroz, da Louis Dreyfus Company, que também acompanhou o embarque, essa possibilidade de exportação pode se tornar uma realidade para exportar o algodão do oeste da Bahia de forma mais eficiente. “O teste piloto foi bem-sucedido e a comunicação fluiu bem entre todos os envolvidos. Para os próximos testes, a ideia é aumentar a capacidade de embarque para entender o que deve ser melhorado, como, por exemplo, quantidade de contêineres e de carretas, mas, também, o que pode ser melhorado em relação aos custos do frete marítimo, comparado ao que já é operado atualmente em Santos”, afirma.

Armador responsável pela operação de logística de transporte carga, Michel Generozo, da MSC Mediterranean Shipping do Brasil, diz não ter dúvidas que em breve grande parte da safra agrícola do oeste da Bahia será exportada via Porto de Salvador. “Estamos estudando a logística do algodão baiano há algum tempo visando entender como poderíamos contribuir com nossos serviços. Levantamos todas as necessidades e dificuldades e montamos um projeto que engloba o transporte terrestre, a estufagem, além do transporte marítimo”, explica Generozo, ao garantir a viabilidade do projeto.

 A ideia de criar novas rotas, com frequência regular, nos portos das regiões Norte e Nordeste do país, e relocar para estes a produção do Matopiba, acrônimo referente às áreas agrícolas de cerrado nos estados do Maranhão, Tocantins, Piauí, e Bahia, sendo esta última o segundo maior produtor do Brasil, vem sendo estudada já há um bom tempo pelos produtores de algodão, por meio da Abapa.

“Hoje, de 1,6 milhão de tonelada de pluma que o Brasil produz, cerca de 800 mil toneladas abastecem o mercado interno e o restante é exportado, principalmente, para a região sudeste da Ásia. Não há expectativa de um aumento considerável do consumo no mercado interno. Então, para o setor algodoeiro nacional crescer, é imperativo exportar. Mas o comprador quer ter segurança de que terá o algodão na hora e no lugar certos”, explica o presidente da Abapa, o agricultor Júlio Busato. Atualmente, 90% do algodão brasileiro saem pelo Porto de Santos. De acordo com o levantamento de intenção de plantio da Associação Brasileira de Algodão (Abrapa) para 2017/2018, o Matopiba deve produzir em torno de 575 mil toneladas de pluma. Deste total, cerca de 60% deverá ser destinado para o mercado externo.

Abapa: Produtores avançam na sustentabilidade ambiental e no combate às pragas no plantio do algodão no oeste da Bahia

Ao obterem uma produtividade recorde de 310 arrobas/hectares na última safra, os produtores de algodão da Bahia comprovaram no campo os resultados e investimentos em tecnologia, prevenção e combate a pragas. A Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa) e os agricultores baianos continuam avançando em ações e estratégias que, juntamente com a regularidade das chuvas, vem garantir o crescimento sustentável da cadeia agrícola do algodão baiano.

Com previsão de plantar uma área de 272 mil hectares, o que representa um aumento de 35% em relação à safra passada, os produtores esperam superar a partir de junho as 440 mil toneladas de algodão em pluma. Além da regularidade de chuvas, os bons resultados estão ligados às ações estratégicas do Programa Fitossanitário, realizado pelos produtores baianos articulado pela equipe técnica da Abapa para o controle e prevenção do bicudo do algodoeiro. Os investimentos para o programa foram renovados pelo Conselho Gestor do IBA e ampliado junto ao Fundeagro.

“Estamos, todos, fazendo o dever de casa e seguindo firmes no combate às pragas, estimulando o envolvimento de produtores, gerentes de fazendas, consultores, pesquisadores e agência de defesa agropecuária por meio dos núcleos regionais de controle de pragas de algodão”, explica o presidente da Abapa, Júlio Cézar Busato, ao mencionar que houve redução da quantidade de inseticidas no campo e dano zero com o bicudo do algodoeiro na maioria das lavouras de algodão na safra 2016/2017. Na década de 80, a praga destruiu no Brasil cerca de 4 milhões de hectares e, desde então, é uma preocupação constante na cadeia produtiva do algodão.

Além do respeito às legislações ambiental e trabalhista, a Abapa também vem estimulando a sustentabilidade junto aos produtores de algodão baiano. Com a adesão do Programa Algodão Brasileiro Responsável (ABR), a entidade vem contribuindo para que o Brasil se torne o maior fornecedor de algodão sustentável do mundo, ao garantir os 30% de algodão chancelado pela Better Cotton Iniciative (BCI) em todo o mundo. Para incentivar a produção de algodão no sudoeste da Bahia, foram entregues em novembro deste ano, 50 kits de irrigação no Vale do Iuiu. Desde o início do projeto, na safra 2014/2015, já foram entregues 84 kits com apoio técnico e transferência de tecnologia que os produtores do oeste da Bahia possuem, estimulando a economia de cidades como Guanambi, Malhada e Lagoa Real.

Qualidade da fibra – Para tornar o algodão cada vez mais competitivo no mercado nacional e internacional, a Abapa possui, em Luís Eduardo Magalhães, um dos mais modernos laboratórios de classificação da América Latina. A classificação é essencial para especificar a qualidade amparando a decisão do produtor para onde e para quem a fibra será comercializada. Na última safra, foram analisadas mais de 1 milhão de amostras que vem atestando a qualidade do algodão baiano.

Na lista de projetos da Abapa, vem ganhando força nos últimos o incentivo a recuperação das estradas vicinais por onde é escoada a produção de grãos do oeste da Bahia.  Já passaram por manutenção importantes estradas em áreas produtivas agrícolas como a Estrada de Placas (Barreiras), Estrada Garganta/Panambi/Pedra da Baliza (Formosa do Rio Preto), Rodovia da Soja (São Desidério), Estrada Alto Horizonte (Luís Eduardo Magalhães), Mambai a Jaborandi, dentre outras.

Capacitação – A entidade também se preocupa com o desenvolvimento dos profissionais envolvidos na cadeia produtiva do algodão. Até o início de novembro, foram capacitados cerca de seis mil profissionais que participaram de 200 cursos, ligados diretamente ao campo. “A cadeia agrícola do algodão emprega direta e indiretamente cerca de 70 mil pessoas. Valorizamos e acreditamos no potencial dos profissionais que vem contribuindo para que o oeste baiano se mantenha como um dos principais pólos agrícolas do Brasil”, afirma o presidente da Abapa, Júlio Cézar Busato. Os projetos e ações da Abapa contam com o apoio do Instituto Brasileiro do Algodão (IBA) e do Fundeagro.

Para continuar acompanhando as ações da Abapa, acesse: www.abapa.com.br ou www.facebook.com/abapaalgodao.

Abapa promove Seminário sobre Rentabilidade na Cultura do Algodão

A Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa) realizou, na tarde da última sexta-feira, 09, o Seminário sobre Rentabilidade na Cultura do Algodão, em Luís Eduardo Magalhães. O evento foi marcado por palestras e pela interação do público, ao tratar do tema, que é fundamental para os cotonicultores da região oeste, que prospectam uma boa safra 2017/2018.

O Seminário foi realizado com o objetivo de fornecer mais conhecimentos aos associados, como disse o presidente da Abapa, Júlio Cézar Busato, na abertura do evento. “Queremos promover uma discussão entre os produtores e colocar à disposição deles, informações que julgamos importantes como, por exemplo, algumas práticas úteis para que melhorem a obtenção de crédito junto ao mercado e aos agentes financeiros”, disse.

Em seguida, teve início a primeira palestra da tarde, ministrada pelo Gestor da CRD Capital Administradora de Recursos, Pedro Marcílio, que falou sobre o tema “Financiamento ao produtor: Visão do Credor”. Na ocasião, o palestrante deu dicas que podem ajudar os produtores a tomarem atitudes positivas e que auxiliem a liberação de crédito, junto ao mercado e as instituições financeiras. Foram abordados assuntos como a precificação do seguro na cultura do algodão e dicas que podem ajudar os produtores a conquistarem maior confiança, junto às entidades financeiras e, consequentemente, reduzir o valor das taxas de juros. “O erro está em não entender de onde vem o recurso para crescer, qual é o recurso adequado e qual seu prazo correto. Falta um maior controle contábil e financeiro por parte do produtor, o que acaba gerando uma insegurança aos bancos, fazendo com que o valor das taxas aumente”, afirmou.

De acordo com Pedro, os esforços em relação às boas práticas agrícolas e atitudes corretas, levando em conta a regularização ambiental, por exemplo, ajudam na confiança que as entidades credoras depositam no produtor. Pedro também sugeriu a criação de um banco de dados, tanto de clima como de produtividade, que seja validado junto às instituições financeiras, para dar maior segurança e tranquilidade às instituições a investirem na Bahia. “A criação e validação desse banco de dados vai se transformar em benefícios para o produtor, através do aumento de volume de crédito e redução de custos”, corroborou Busato.

A segunda palestra da tarde, foi ministrada pelo Coordenador do Núcleo Econômico da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), Renato Conchon, sobre o tema “Desafios da economia brasileira e seus reflexos no mercado de commodities”. Conchon falou sobre o crescimento de 9% estimado para a agropecuária em 2017, o que anima muitos produtores, principalmente os da região oeste, que se recuperam nesta safra com uma produtividade melhor do que os últimos anos. “Segundo o projeto do CNA Campo Futuro, a previsão para este ano é o que custo do algodão tenha um aumento de 8,9% em relação ao ano anterior. No entanto, a estimativa é de que a receita prevista irá conseguir pagar o custo de operação total e efetiva, o que dará uma leve folga ao produtor”, disse.

Após as palestras, os presentes puderam tirar suas dúvidas e também opinar acerca dos assuntos levantados. O evento teve o apoio do Instituto Brasileiro do Algodão (IBA) e do Fundo para o Desenvolvimento do Agronegócio do Algodão (Fundeagro). No mesmo dia, a Abapa realizou um jantar de confraternização, que marcou o início da programação do Dia de Campo do Algodão 2017.