UniAGRO & Bayer realizam debate sobre Manejo de Doenças da Soja com o pesquisador Luis Carregal

Aconteceu na noite desta sexta-feira, 23 de fevereiro, o 1° Debate de Manejo de Doenças de Soja realizado pela UniAGRO em parceria com a Bayer. O evento contou com cerca de 40 pessoas, entre produtores rurais e parceiros, e foi realizado na unidade da UniAGRO de Luís Eduardo Magalhães. “Este evento é uma parceria entre as duas empresas para trazer conhecimento e informações embasadas em pesquisas para nossos clientes”, explicou Wallas Queiroz, coordenador técnico/comerial UniAGRO e sócio da UniFERT.

O debate contou com a excelente apresentação do pesquisador Luis Carregal, engenheiro agrônomo, mestre em fitopatologia e sócio proprietário da Agro Carregal – Pesquisa e Proteção de Plantas. Carregal abordou na sua explanação dicas e observações sobre o manejo das principais doenças da soja, como DFC, mofo branco, ferrugem asiática, oídio, mela, antracnose e mancha alvo. Segundo o pesquisador, é crucial para o produtor conhecer os produtos que utiliza e o correto manejo dos mesmos, para aumentar a eficácia e evitar aplicações desnecessárias. “O mesmo produto pode apresentar 30% de controle ou 90%, dependendo do momento de sua aplicação. Aplicar na hora certa, com um bom manejo integrado, faz toda diferença”.

Para Carregal, “o mais importante é preferir programas de controle a produtos. Controle mais efetivo gera mais produtividade e menos custos”. De acordo com sua apresentação, alguns dos erros mais comuns cometidos pelos produtores são reduzir a dose do fungicida pela metade e dobrar o número de aplicações, reduzir o intervalo entre as aplicações, turbinar as misturas triazol + estrobilurinas com mais triazol, fazer mistura de dois produtos com meia dose de cada e aumentar a dose do fungicida sem orientação técnica. Pesquisas evidenciam que entre as estratégias químicas utilizadas mais eficientes para reduzir a pressão de seleção para fungos resistentes em diferentes patossistemas são: misturar entre produtos com diferentes sítios de ação e substituir o grupo químico com problema de resistência. “Obedecer as medidas legais, como vazio sanitário, proibir safrinha de soja e respeitar a época de semeadura (evitando plantios tardios), são pontos essenciais na luta contra as doenças da soja. Hoje o produtor entende muito mais do que alguns anos atrás em relação ao manejo e produtos que podem lhe auxiliar. No entanto, percebo que o agronegócio vai evoluir ainda mais quando todos os produtores rurais tratarem suas fazendas como um negócio”, finalizou o pesquisador.

O produtor rural Carlinhos Brentan foi um dos participantes que saiu satisfeito com o debate. “A gente sempre aprende algo novo nesses eventos. A troca de experiências é muito importante para nosso conhecimento. Hoje foi muito produtivo para tirar dúvidas técnicas e aprender novas estratégias de manejo. Tive uma dúvida específica que o Carregal elucidou ao final da palestra”, afirmou. Após o debate, os presentes aproveitaram o jantar oferecido pela UniAGRO para encerrar a noite. A UniAGRO é distribuidora autorizada da Bayer no oeste da Bahia e no Tocantins, trabalhando com os melhores fungicidas do mercado para controle da ferrugem asiática, DFC’s e outras doenças da soja.

 

ASCOM UniAGRO

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Passarela da Soja e do Milho 2018 acontecerá no dia 03 de março

Tecnologia, manejo e produtividade são os temas principais da 19ª edição da Passarela da Soja e do Milho, que acontecerá no próximo sábado, 03 de março. Realizado pela Fundação Bahia e Embrapa, o evento inicia às 07h30 e acontecerá no Campo Experimental da Fundação Bahia (complexo do Bahia Farm Show).

Este ano, a expectativa é de 800 participantes, entre produtores, consultores, gerentes de fazenda, técnicos agrícolas, tradings, associações e instituições de pesquisa e de ensino, além de outros profissionais ligados ao agronegócio.

Evento tradicional e de grande relevância para a região, a Passarela da Soja e do Milho, neste ano, terá como destaque o Lançamento do Laboratório NEMAFITO da Fundação Bahia (laboratório de diagnóstico fitossanitário) e como principais temas Ferrugem da Soja e o Mercado de Milho e Soja.

As estações técnicas trarão os seguintes temas:

Grande potencial produtivo das BRS: INTACTA, RR e Resistente à Ferrugem, com o Dr. André Ferreira, da Embrapa Cerrados.

Ferrugem Asiática: prevenção e alternativas para seu o controle, com o Dr. Rafael Soares, da Embrapa Soja, e Armando Sá, coordenador do Programa Fitossanitário da Ferrugem Asiática.

Integração lavoura-pecuária: alternativa para a sustentabilidade da rotação soja-milho, com o Dr. Robélio Marchão, da Embrapa Cerrados, e Clóvis Ceolin, produtor.

Perspectivas para o mercado de soja e milho, com o Dr. Lucílio Alves, economista da Esalq/USP.

Municípios do oeste baiano se juntam aos produtores rurais para recuperar nascentes de rios

Depois de São Desidério, será a vez dos municípios de Barreiras, Formosa do Rio Preto, Riachão das Neves e Wanderley fecharem os acordos com a Aiba e Abapa

Com o sucesso da recuperação da primeira nascente de rio em São Desidério, no início do mês, os produtores rurais, por meio da Associação dos Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba) e da Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), estão intermediando acordos de cooperação técnica com mais quatro municípios do Oeste baiano para proteger os recursos hídricos da região. Nesta sexta-feira (16), o secretário de meio ambiente e agricultura de Wanderley, Adailton Guedes, esteve reunido com o diretor executivo da Abapa, Lidervan Morais, e a diretora de meio ambiente da Aiba, Alessandra Chaves, para começar a preparar a parceria com os produtores rurais na revitalização das nascentes. No dia 9 de fevereiro, eles se reuniram com o secretário de meio ambiente de Formosa do Rio Preto, Leanderson Barreto; no dia 6, com o de Barreiras, Demósthenes Júnior; e no dia 30 de janeiro, com o de Riachão das Neves, Fábio Bonfim.

“Nosso município quer estabelecer este trabalho com os produtores porque temos muitas nascentes que não dão mais água o que prejudica a vazão do riacho Tijucuçu, que passa dentro de Wanderley. Temos certeza que trará benefícios para toda a região”, explica o secretário de Wanderley, acompanhado do diretor da secretaria, Luiz Carlos de Araújo. Já o secretário de Barreiras, Demósthenes Júnior, considera a parceria fundamental para atingir os resultados na recuperação das matas ciliares e, consequentemente, a melhoria da qualidade e do fluxo da água. “Sem mata ciliar, as nascentes podem secar, margens de rios e riachos desabam e a infiltração de água no solo diminui, reduzindo as reservas de água do solo e do lençol freático. Já realizamos o mapeamento e, agora, com esta parceria, poderemos concretizar mais rapidamente essa proposta de revitalizar 25 das 50 nascentes mapeadas no município”, disse.

Ao representar a Abapa na reunião, o diretor-executivo Lidervan Morais, acredita que o sucesso da iniciativa dos produtores vai incentivar que outros municípios tenham interesse em aderir na revitalização das nascentes. “Como já vem acontecendo em São Desidério, a ideia é colocar em prática a proteção e recuperação das nascentes levando em consideração a importância desta ação não somente para os agricultores, mas para quem mora na cidade e depende da água do rio”, afirma. Para Alessandra Chaves, da Aiba, a manutenção e recuperação de nascentes e veredas na região possui um valor associado muito maior que somente o ambiental. “A conservação da água, que é um recurso natural de valor também econômico e social, torna-se imprescindível e de responsabilidade de todos nós. Os agricultores têm este foco, de conservar para o presente e futuro”, avalia.

O Projeto de Recuperação e Proteção de Nascentes já foi implantado em São Desidério e em breve, deverá ser realizado também nos demais municípios, prevendo ações em parceria público privada (PPP) para a proteção e recuperação de nascentes, além de um trabalho de educação ambiental com foco na conscientização dos moradores, sobretudo em áreas particulares, com a finalidade de restaurar as Áreas de Preservação Permanente (APP’s) utilizando técnicas como isolamento de nascentes com construção de cercas e plantio de espécies nativas.

 Fonte: ASCOM Abapa

UniAGRO & Bayer realizam Dia de Campo com participação do consultor Jorge Verde em Caseara, Tocantins

No último sábado, dia 03, aconteceu na Fazenda Rincão em Caseara, Tocantins, o Dia de Campo UniAGRO & Bayer com presença do consultor e engenheiro agrônomo Jorge Verde. Este foi o primeiro evento do gênero na região realizado pela parceria entre as duas empresas, que têm investido no atendimento e levando informações aos produtores locais.

O evento foi uma iniciativa da UniAGRO, primeira revenda a abrir uma loja em Marianópolis, que continua investindo na região, levando informação e assistência aos produtores e promovendo tecnologias e boas práticas na lavoura. “Este foi o primeiro Dia de Campo em parceria com a UniAGRO e atendeu muito bem às expectativas. Os temas abordados pelo consultor Jorge Verde foram muito relevantes aos produtores, como manejo químico e sementes Bayer, criação de perfil de solo e manejo integrado da cultura da soja. A presença do Jorge Verde foi um diferencial, pois além de todo o seu extenso conhecimento, como consultor a nível Brasil, ele também é produtor e entende muito bem a realidade da porteira pra dentro”, afirmou o RTV da Bayer no Tocantins, Bruno Convento.

Mesmo embaixo de chuva, que tem caído com regularidade em toda a região e animado os produtores para bons resultados nesta safra, o evento foi um sucesso. “Apesar de muita chuva foi um evento excelente. Tudo que vem agregar aos nossos conhecimentos é válido e o pessoal saiu satisfeito com a palestra”, afirmou o proprietário da Fazenda Rincão, Getúlio Cheres.

Uma prática diária na atuação dos profissionais da UniAGRO, que em cada visita oferecem assistência técnica e informações direcionadas aos produtores rurais, também foi tema principal do dia de campo. “Foi um evento muito bem executado, com informações extremamente relevantes trazidas pelo Jorge Verde para os produtores, para otimizar o plantio e resultados, como a importância de se observar a plantabilidade através da distribuição uniforme das plantas na entre linha e velocidade do plantio”, explicou o gerente regional da UniAGRO no Tocantins, Alexandre Rodrigues.

O resultado foi muito positivo, como destacou Antonio Ribeiro, consultor agronômico e pesquisador na Empresa Máxima Consultoria, Pesquisa e Inovação.  “O dia de campo foi muito produtivo para a região de Marianópolis/Caseara do Tocantins. Jorge Verde comentou muito bem sobre assuntos importantes para o desenvolvimento da soja na região e o aumento da sua produtividade. Além de termos a possibilidade de ver no campo uma variedade da Bayer, a W 791, que promete bastante resultado. Trabalhamos ela nos nossos ensaios e está muito boa. Agradeço a UniAGRO pelo convite e a equipe está de parabéns pelo evento”.

Ao investir e acreditar nos produtores regionais de Caseara e Marianópolis, a UniAGRO auxilia também o fortalecimento do agronegócio, que tem boas perspectivas para esta safra. “Temos, neste ano, uma previsão de resultados muito superior aos dois anos anteriores, que sofreram mais com veranicos. Desta vez, a expectativa é de uma excelente safra e, quanto mais atualizados os produtores estiverem em relação às técnicas e novidades do setor, melhor ainda serão os resultados”, afirmou Bruno Convento.

UniAGRO lança seu primeiro informativo em comemoração a um ano de conquistas e expansão

A UniAGRO lançou, no final de 2017, o seu primeiro Informativo, com material criado especialmente para aproximar ainda mais a empresa dos seus clientes e parceiros e da sociedade. A publicação apresenta informações sobre a trajetória da empresa, eventos realizados no ano que se encerrou, a inauguração das novas lojas no Tocantins e dicas para a lavoura, que podem ajudar muito o produtor no início desta safra 17/18.

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Na publicação é possível encontrar matérias sobre fertilidade do solo e operações de seguro de preço e câmbio, importantes para o produtor rural ter mais segurança no plantio e no momento de comercializar os produtos da sua lavoura. Como afirma o sócio proprietário da UniBARTER, Filipe Paiva, na matéria veiculada no Informativo UniAGRO, o seguro é uma excelente ferramenta de gestão de risco de preços. “Na UniBARTER nós prestamos assessoria ao produtor quando há a necessidade de operar as ferramentas de gerenciamento de riscos tanto para preço de commodities como para câmbio”, explicou.

Na matéria quem aborda a diferença entre solo fértil ou produtivo, o sócio proprietário da UniFERT, Wallas Queiroz, explica que, normalmente, o produtor busca o solo produtivo e acaba colocando em foco seus esforços para ter um solo fértil, como se essa fosse a receita correta para o aumento da produtividade. Para termos uma noção de como funciona o solo, devemos entender que ele se trata de um sistema vivo que se divide em três partes bem distintas e que cada solo possui a sua característica própria, de forma que não pode-se tratar toda a propriedade de forma igual, por isso, é preciso identificar, através de análise de solo, quais são os potenciais de cada talhão e definir o melhor manejo na busca por um solo produtivo.

O Informativo UniAGRO contou também com a colaboração de alguns clientes de longa data, que puderam falar um pouco mais sobre os resultados alcançados com os produtos e serviços oferecidos pela empresa em suas lavouras.

A publicação foi desenvolvida pela UniAGRO com a Agência Immagine, está disponível na versão impressa e online, pelo link: https://goo.gl/m74znw

 

Primeira ocorrência de Ferrugem Asiática na Bahia na safra 17/18 é encontrada em São Desidério. Saiba o que fazer.

A doença mais perigosa da soja, a Ferrugem Asiática, é causada por um fungo que prejudica e reduz a produtividade desta cultura, gerando perdas consideráveis para o produtor. A doença teve sua origem na Ásia e no Brasil foi encontrada no final da safra de 2000/2001, no estado do Paraná. Hoje, no entanto, a doença se espalhou e atualmente tem incidência em todos os estados produtores do País, causando preocupações generalizadas nos produtores.

Na safra 17/18, no estado da Bahia, a primeira incidência a Ferrugem Asiática foi encontrada no município de São Desidério, oeste baiano, no dia 03 de janeiro, em lavoura comercial. Segundo informações da Dra Monica C. Martins, da Círculo Verde, empresa luiseduardense que identificou e confirmou a presença do fungo, a semeadura ocorreu em novembro, ou seja, dentro do intervalo estabelecido pela Agência Estadual de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab), que determina o plantio entre os dias 08 de outubro e 15 de janeiro. As plantas estavam no estádio R3. “Neste momento é importante que os produtores intensifiquem o monitoramento em suas lavouras, porque já foi encontrado o primeiro foco da doença. Isso significa que os esporos já estão no ar, ou seja, há a possibilidade de surgimento de novos focos. É imprenscindível que os produtores, ao fazer o controle químico, utilizem bons fungicidas, aplicados no momento correto, e que utilizem protetores nessas aplicações. Até porque o clima está bem favorável para a doença, com chuvas frequentes e mormaço. Não é momento de desespero, mas de atenção para as lavouras, afim de evitar a propagação da doença”, explica a Dra. Monica.

Segundo ela, a previsão climática que alegra os produtores, também é motivo para redobrar a atenção no monitoramento das lavouras. “Para esta safra, há a perspectiva de as doenças serem mais intensas, em função da previsão de chuvas para a região, pois a intensidade e regularidade das chuvas previstas, caso se confirmem, formam um ambiente propício para o desenvolvimento da soja, mas também da Ferrugem Asiática”, confirma.

Em nota divulgada pela Aiba, o coordenador do Programa Fitossanitário de Combate à Ferrugem Asiática da Soja na Bahia, Armando Sá, sinaliza que a ocorrência de chuva regular na região, com temperaturas mais frias à noite e com formação frequente de orvalho, beneficiaram o desenvolvimento da soja, mas também formaram condições favoráveis para o aparecimento da doença. “Mesmo o foco tendo sido encontrado tardiamente, comparado com outros estados, a previsão é que a chuva continue no Oeste da Bahia de forma continua até o fim de janeiro, por isto, os demais agricultores devem estar alerta e intensificar o monitoramento nas áreas plantadas. Nossa equipe de técnicos já se encontra na região de São Desidério para auxiliar e informar os produtores”, ressaltou.

As lesões causadas nas folhas da planta pela doença podem variar de acordo com o cultivar. Caso seja um cultivar suscetível, as lesões predominantes são castanhas claras; já em cultivares resistentes, as lesões predominantes são castanho avermelhadas. No início dos sintomas, a Ferrugem pode ser facilmente confundida com outras doenças em um monitoramento mais superficial, o que prejudica a sua identificação nos primeiros dias.

Segundo o mapa do Consórcio Antiferrugem da Embrapa, já foram identificadas 77 ocorrências na safra 17/18 em todo o Brasil. O estado com mais focos é o Paraná, onde foram observadas 46 ocorrências. Nosso vizinho Tocantins ainda não relatou nenhum foco da doença. A união dos produtores e monitoramento constante e intenso das plantações é que fazem a diferença no combate desta doença, que pode resultar em uma perda de produtividade de até 90% em casos mais graves.

 

* Como estratégia de transferência de tecnologia para a ferrugem asiática da soja, foi criado em 2004 o Consórcio Antiferrugem. Paralelamente à criação do Consórcio foi formada uma rede de ensaios cooperativos para testes de fungicidas entre pesquisadores de todo o Brasil, responsável por gerar conhecimento para subsidiar as ações de pesquisa, de técnicos e de produtores no campo. Atualmente a rede de ensaios cooperativos também compõe o Consórcio Antiferrugem. Acesse o site e saiba mais. 

https://www.embrapa.br/soja/ferrugem/consorcioantiferrugem

 

UniAGRO fortalece atuação no Tocantins inaugurando estrutura própria em Porto Nacional

Novo prédio possui 1.470m² e conta com uma sala climatizada exclusivamente para armazenagem de sementes

 

Na última semana, a UniAGRO recebeu a visita de clientes, colaboradores e parceiros, que conferiram em primeira mão a nova estrutura da loja em Porto Nacional. Após pouco mais de um ano de funcionamento na cidade, a UniAGRO adquiriu e transformou o prédio às margens da rodovia TO 050 para oferecer aos clientes e colaboradores da região uma estrutura impressionante, tanto na área de atendimento, como no depósito que armazena sementes, defensivos e outros produtos.

O prédio, com área total construída de aproximadamente 1.470 m², possui 03 galpões independentes, sendo um utilizado para armazenar defensivos, outro para produtos de nutrição foliar e o terceiro, climatizado, para armazenamento das sementes comercializadas pela empresa. A nova estrutura também conta com salas específicas para atendimento e para os setores administrativo e financeiro, além de uma espaçosa sala de reunião e treinamento. A ampliação foi aprovada pelos clientes, como afirmou o produtor rural Vlademir Comin. “Estamos bem confiantes com a UniAGRO e esta mudança de estrutura só tem a somar, tanto para o produtor quanto para a empresa e para a cidade. É muito importante para o desenvolvimento da região e a UniAGRO está de parabéns pela nova estrutura”.

A gerente administrativa da UniAGRO em Porto Nacional, Natália Fagundes, confirma que a novidade vai facilitar ainda mais oferecer atendimento de excelência e agilidade nos pedidos dos produtores. “A estrutura do novo prédio é muito bonita e diferente da realidade a que os clientes estão acostumados a ver aqui na região. Com certeza todos os clientes poderão contar com serviços que antes não eram oferecidos na cidade, porém de uma maneira muito mais completa e confortável”, afirmou. Natália ainda contou que a experiência de estar à frente de uma empresa tão profissional é muito satisfatória.

Para Paulo Gondim, sócio proprietário da UniAGRO, a inauguração do novo prédio é muito importante para a história da empresa. “A expectativa com esse novo prédio é de que os investidores e todos aqueles que já conhecem nosso trabalho tenham cada vez mais confiança no nosso trabalho e valorizem o que fazemos para nossos clientes e colaboradores”, disse.

O Coordenador de Trade Marketing da Nufarm, Tiago Zotti, acompanha a UniAGRO desde o início e acredita que essa nova estrutura tem tudo para fazer parte de mais um ato de sucesso da empresa. “Não se encontra uma estrutura dessa com facilidade. Acompanho a expansão da UniAGRO no Tocantins desde o início e tenho certeza que esse passo é importante para a reafirmação do espaço da empresa na região. Parabéns à empresa pela ótima estrutura!”, disse.

A nova loja da UniAGRO está localizada na saída para Palmas, na altura do KM 61 na rodovia TO 050.

 

ASCOM Agência Immagine

Agricultores do oeste da Bahia estão apreensivos sem saber se poderão plantar a próxima safra

Famílias de agricultores da região da Coaceral, em Formosa do Rio Preto, vivem a insegurança jurídica em relação às suas terras

É hora de planejar a próxima safra no oeste da Bahia, mas para as famílias de agricultores de uma área total de 360 mil hectares da região de Coaceral, em Formosa do Rio Preto (BA), o rito de preparar o solo, investir em sementes e insumos, ajustar as máquinas para enfim, fazer o plantio, não terá a mesma tranquilidade dos anos anteriores. Um primeiro recurso impetrado pelos produtores para continuarem em suas terras foi negado pelo desembargador Lidivaldo Britto, do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), dando a eles o prazo de 15 dias para se manifestem. Essa decisão, novamente, tenta desabrigar os produtores das áreas que compraram legalmente e de onde tiram o seu sustento e movimentam a economia agrícola da Bahia.

Produzindo na região há 30 anos, o agricultor Ademir Marcon está inseguro e não sabe se vai investir na próxima safra. “Não existe viabilidade de, neste momento, produzir nas nossas próprias terras. Não sabemos se daqui a 15, 30 ou 45 dias, vamos conseguir plantar com a garantia de que vamos colher”, afirma ele, que assim como demais, comprou as terras de boa fé pública com as escrituras em cartório de registro de imóveis.

 

No caso de Heder Sujuki, a instabilidade jurídica em toda a região da Coaceral prejudica também a aquisição de financiamentos e crédito junto às instituições financeiras. “Para plantar, precisamos de financiamento para a compra de sementes, insumos, manutenção e compra de máquinas. É um investimento muito alto, e sem a garantia das terras que compramos legalmente a 30 anos, não temos como continuar a produzir como aconteceu na última safra”, afirma ele.

Foto divulgação AIBA

 

A Associação dos Produtores da Chapada das Mangabeiras (Aprochama), entidade que representa cerca de 120 famílias de agricultores atingidos espera decisão favorável da justiça para que os produtores voltem a investir na agricultura. “O estatuto da terra diz que ela desempenha integralmente a sua função social quando favorece o bem-estar dos proprietários, dos trabalhadores e de suas famílias, mantém níveis satisfatórios de produtividade e assegura a conservação dos recursos naturais dentre outros. O que estamos fazendo até hoje é cumprir essa lei. A insegurança jurídica traz prejuízo direto a estas famílias, à economia regional e do estado. São muitos empregos diretos, indiretos e renda advinda do agronegócio que estão sendo perdidos pela falta de investimentos”, afirma o presidente Edson Fernando Zago. 

 

Acordo – Em abril deste ano os agricultores foram surpreendidos com uma liminar determinando a reintegração de posse de toda a área em favor de uma única pessoa. Mesmo sem serem citados na ação judicial, os produtores se resignaram, numa tentativa de resolver o problema de maneira pacífica, aderindo inicialmente ao procedimento, mas que foi sendo frustrada ao longo das negociações porque alguns impedimentos surgiram, conforme conta o advogado de alguns dos produtores, Sérgio Carvalho.

“Os agricultores foram notificados formalmente de que o Sr. José Valter Dias e sua esposa teriam vendido os direitos de posse e de domínio de toda a área, ainda em 2.005, criando questionamento grave quanto a sua propriedade. Além disso, foi encaminhada a Aprochama, por terceiros, outra notificação afirmando possuir direitos de herança sobre a mesma área. Outro ponto é que uma das cláusulas impostas aos produtores era de que áreas de reserva legal já formalizadas nos imóveis, nos termos das exigências da legislação ambiental, fossem realocadas, o que certamente geraria um passivo ambiental. Por fim, existem situações distintas entre os produtores envolvidos na situação, pois alguns atingidos são proprietários de áreas com documentos que não fazem parte da área em questão e nunca participaram dessa discussão, seja judicial ou administrativamente. O acordo, nesse contexto, ficou inviável”, explica.

A área em debate na reintegração de posse foi aberta na década de 80, quando os primeiros produtores foram incentivados a adquirirem as terras por incentivo do programa de cooperação técnica entre os governos do Brasil e do Japão, Prodecer II [Programa Nipo-Brasileiro para Desenvolvimento do Cerrado]. São terras produtivas de pequenos, médios e grandes agricultores, reconhecidos pelos agentes financiadores e por todos os projetos e programas de agricultura do Estado, e que juntos geram cerca de 1.050 empregos diretos com a produção de soja, milho feijão e algodão.

Assessoria de Comunicação da Aprochama – 27.09.2017

TJ-BA suspende os efeitos de portaria que regularizava terras na região da Coaceral

Produtores da região manifestam apoio ao novo posicionamento do Tribunal pois a decisão finalmente traz à tona fatos e documentos que ainda não haviam sido analisados
 
Em mais um capítulo que envolve a regularização dos imóveis rurais de Formosa do Rio Preto, no oeste da Bahia, o Tribunal de Justiça (TJ) deferiu no dia 18 de agosto um novo recurso suspendendo, em parte, os efeitos de uma portaria administrativa que havia regularizado, de modo polêmico, o título de uma área de mais de 300 mil hectares para uma única pessoa. A decisão foi deferida pela desembargadora Sandra Inês Moraes Azevedo.

 

Para entender o imbróglio judicial, é preciso voltar ao ano de 1880, quando houve a partilha das terras da Fazenda São José, registrada em cartório de Santa Rita de Cássia (BA), pelo proprietário Suzano Ribeiro de Souza. Com a sua morte, as terras foram desmembradas por meio de um inventário, o que gerou as matrículas das áreas que passaram a ser vendidas para agricultores que chegaram ainda na década de 80, na região agrícola da Coaceral, em Formosa do Rio Preto (BA).


“O ato registral ocorreu em decorrência de ação de inventário que continua válido até os dias atuais, não havendo que se falar em qualquer nulidade no ato de registro dela decorrente”, destaca a desembargadora Sandra Azevedo, ao ratificar a nova decisão. Em caso hipotético de se manter o cancelamento das matrículas dos produtores, a desembargadora entende que seria necessário restabelecer a matrícula mãe das terras da Fazenda São José, antes de ser desmembrada em partilha do inventário de Suzano Ribeiro de Souza. “Deveria haver a reabertura do inventário para que seja procedido corretamente a partilha do bem”, avalia.

Para o presidente da Aprochama, Edson Fernando Zago, a decisão do TJ-BA reforça a posição defendida pelos agricultores de que as áreas em litígio não se sobrepunham e que as mesmas coexistiram no passado. “O que queremos é que o direito de todas as partes seja respeitado. Os produtores nunca deixaram de acreditar na justiça, e essa decisão de agora traz a discussão para a raiz do problema. O trabalho conjunto de mediação que estava sendo feito com o Tribunal pode evoluir para uma solução definitiva, o que não estava ocorrendo até o momento” salienta.

 Outro fato considerado pela desembargadora é que foi desrespeitado o direito do contraditório aos produtores, ou seja, do direito de defesa dos agricultores atualmente instalados, produzindo ativamente e gerando renda para a economia baiana. Esta foi a principal argumentação utilizada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que em novembro de 2016, expôs as irregularidades da decisão de reintegração de posse ao violar o contraditório e ampla defesa, pois não ouviu nenhum dos representantes dos produtores antes da sua sentença. 

CONAJE AGRO mistura com sucesso networking, novos insights e experiências com sucessão familiar no agronegócio

A iluminada noite de lua cheia desta quarta-feira (09), foi palco do 1º CONAJE AGRO realizado pela AJE LEM (Associação dos Jovens Empreendedores de Luís Eduardo Magalhães). O evento, que aconteceu no Pub Chá das Cinco no formato de Happy Hour teve lotação máxima. 

Voltado para o público do agronegócio, o CONAJE AGRO começou com a excelente palestra “O impacto da gestão nos (agro)negócios” com Adriano Lupinacci. Segundo o palestrante, a gestão na sucessão familiar passa por diversas fases e apresenta muitos desafios. Entre os pontos principais levantados por Lupinacci estão o diálogo, o conhecimento e o autoconhecimento; afinal saber onde se quer chegar é o primeiro passo para se definir os passos que te levarão lá. “Gostaria de parabenizar a todos pelo evento. Foi um dos mais ricos que já participei até o momento e, acreditem, eu participo de muitos eventos”, afirmou após o evento.

Outro destaque do CONAJE AGRO foi a mesa redonda sobre Sucessão Familiar no Agronegócio, que teve como convidados  Alessandra Zanotto, João Pedro Franciosi, Rafael D’Agostini, Diego Kuffel e Rafael Teixeira. A rica discussão baseada em experiências foi conduzida pelo vice-presidente da associação, Claiton Vignatti Dani, e teve participação especial do palestrante. “Fiquei muito satisfeito com o nível de maturidade e profissionalismo com que vocês estão vivenciando o processo de sucessão familiar. Essa troca de experiências é rica e a gestão tem ferramentas para ajudá-los com todos os desafios debatidos aqui”, afirmou Lupinacci.

Para Alessandra Zanotto,  a experiência foi importante. “Foi muito gratificante contar um pouco da minha história e experiência como sucessora de um Grupo Agrícola Familiar no CONAJE. Penso que, falar de como comecei no processo, da minha trajetória e como me encontro hoje, pode ajudar as pessoas a despertarem um interesse pelos negócios de suas famílias ou até mesmo, se já estão, reconhecerem que os desafios são na maioria das vezes o mesmos e que há solução, principalmente quando se tem certeza de onde se quer chegar. Olhar pra traz e lembrar dos obstáculos e das resistências que encontrei ao longo desses anos, e falar sobre isso, me faz refletir sob quão vencedora já fui, e mesmo não fazendo mais do que minha obrigação, aos olhos da minha família, há uma satisfação pessoal que me move ainda mais a cada dia! O evento foi um sucesso e sem duvida abriu portas para novas ideias e processos de gestão”, afirmou. Rafael D’Agostini, também convidado da mesa redonda, confirmou: “O evento foi engrandecedor. Junto com meus colegas na mesa redonda, percebi que cada existem dificuldades genéricas à todos, como o convívio familiar e o difícil processo de finalmente ‘passar o bastão para outra mão’. A sucessão traz junto com ela novos projetos e novas ideias que, naturalmente, os jovens desejam implementar e, em alguns momentos, são essas sugestões que levam à desarmonia. Aprender a lidar com isso é essencial, assim como sempre deixar prevalecer o amor entre a família. Foi engrandecer, pois tivemos a oportunidade de ouvir várias historias e também dicas práticas fundamentais. Ao fim, é necessário perceber que sob orientação correta de profissionais adequados é possível obter o melhor resultado para continuidade da empresa”.

Com mais esse evento de sucesso, a AJE LEM reafirma seu trabalho em prol do empreendedorismo com projetos e formatos inovadores. O próximo evento da associação, previsto para ocorrer no mês de outubro, será mais um Happy AJE.

Interessados em buscar mais informações sobre a AJE LEM podem entrar no site www.ajelem.com.br ou seguir o trabalho da associação pelas redes sociais: www.facebook.com/ajeluiseduardomagalhaes e no Instagram como @aje.lem.

Fotos: Agência Immagine