Abapa realiza cerimônia de encerramento dos cursos Técnicos em Agropecuária e Hospedagem

 

A Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa) realizou, na noite da última sexta-feira, 30/06, no Centro de Treinamento Parceiros da Tecnologia, a solenidade que marcou o encerramento das turmas inaugurais dos cursos Técnico em Agropecuária e Técnico em Hospedagem. Os cursos foram iniciados em 2015, após uma iniciativa da Abapa em parceria com a Universidade Federal de Viçosa – UFV, Agrosul – John Deere e Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães.

Ambos os cursos tiveram  duração de dois anos e carga horária de 1.200 horas. Formatados no modelo EAD (Educação à Distância), contaram com aulas online, encontros presenciais e avaliações. Para Sérgio Brentano, gerente do Centro de Análise de Fibras da Abapa, também formando e orador do Curso Técnico em Agropecuária, foi uma experiência única. “A qualidade do curso é inquestionável e o mesmo abre muitas possibilidades para as pessoas que já atuam na área ampliarem seus conhecimentos. Os professores são realmente capacitados e se mostraram presentes e dispostos a ajudar e tirar dúvidas sempre que os alunos precisaram”, afirmou.

O presidente da Abapa, Júlio Cézar Busato, destacou que a inciativa foi realizada pela associação por meio do Centro de Treinamento e que a ação agrega muito ao desenvolvimento do agronegócio regional, além de melhorar os índices sinalizadores da qualidade de vida dos habitantes. “É importante que cursos como estes sejam realizados em nossa região, para que mais pessoas tenham acesso ao conhecimento e possam crescer e cooperar para o desenvolvimento de nossa região. Fizemos de tudo para que esse projeto acontecesse e acreditamos que ele tem muito a agregar”, disse.

Para o diretor da Agrosul – John Deere, Olmiro Flores, os cursos representam um grande passo na capacitação da mão de obra especializada no agronegócio. “Estar aqui hoje, compartilhando este momento com os alunos formados, é algo que nos deixa muito realizados. Acredito que a missão da Agrosul não é apenas vender máquinas, e sim ajudar a capacitar a mão de obra da região. Estamos dando um passo muito importante para o desenvolvimento do oeste da Bahia”, afirmou.

A seriedade de uma parceria como essa, confirma os benefícios que a região pode receber a curto e longo prazo. Essa é a primeira vez que a UFV fecha parceria com uma empresa e leva seus cursos para outro estado. “É muito gratificante ver que a qualidade de nossa instituição é reconhecida e pode oferecer benefícios em outro estado, ainda mais fora de Minas Gerais. Estamos em uma região muito promissora, que tem uma perspectiva de crescimento muito grande, e a Universidade está aqui, hoje, para graduar pessoas interessadas em colaborar com esse crescimento”, concluiu Diego Antônio França de Freitas, Diretor de Ensino da UFV.

Entre os alunos, de ambos os cursos, muitos já atuam na área, como é o caso da bacharel em direito e formanda do curso Técnico em Agropecuária, Cláudia Lermer Oliveira. Com 27 anos e atuando na fazenda da família, buscou o curso para ampliar seu conhecimento técnico sobre o ramo. “Aprender a teoria e os ensinamentos passados no curso foi de extrema importância para mim, já que trabalho diariamente nesse meio. A qualidade é excelente, tanto em relação à universidade como ao conteúdo e professores. O curso superou todas as minhas expectativas”, contou. Também é o caso da formanda, Luana Corsi dos Santos, que trabalha no ramo de hotelaria há 15 anos e agora conquistou o diploma de Técnico em Hospedagem. “Aplicar os ensinamentos do curso ao meu dia a dia só  tornará o meu trabalho mais completo. Conheço o ramo há muitos anos, mas é bastante importante ter propriedade para trabalhar e exercer a minha função”, disse.

A solenidade contou também com a presença do coordenador do Curso Técnico em Agropecuária e Ensino à Distância da UFV – Campus Florestal, Hebert Leonard Lehner, da Presidente do Sindicato Rural de Luís Eduardo Magalhães, Carminha Missio e do vereador Carlos Koch.

Dia de Campo do Algodão traz o tema Estabilidade, Rentabilidade e Qualidade da Fibra

Aconteceu na manhã do último sábado, 10, mais uma edição do Dia de Campo do Algodão, em Luís Eduardo Magalhães, apoiado pela Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa) e realizado pela Fundação Bahia e Embrapa. O evento técnico, já tradicional no calendário do agronegócio trouxe, este ano, o tema: Estabilidade, Rentabilidade e Qualidade da Fibra, com o objetivo de trazer conhecimentos técnicos sobre a cotonicultura e as novidades do setor. O público estimado foi de 350 pessoas, entre eles produtores, estudantes e parceiros do evento.

Na ocasião, a diretoria e a equipe da Abapa usaram as camisetas da campanha Sou de Algodão. “O ‘movimento Sou de Algodão’ é coordenado pela Associação Brasileira dos Produtores de Algodão, que juntamente com parceiros ligados ao setor, buscam mostrar as vantagens da utilização de roupas feitas com algodão e o que está envolvido em termos de sustentabilidade socioeconômica e ambiental dos envolvidos na cadeia”, explicou o presidente da Abapa, Júlio Cézar Busato.

O evento contou com três estações principais. A primeira teve a apresentação das Cultivares BRS Bollgard II RF com Fibra de Qualidade, acompanhados pelo Dr. Liv Severino, da Embrapa e Zirlene Pinheiro, da Fundação BA. A visita aos plots, na primeira estação foi orientada pelo Dr. Nelson Suassuna, da Embrapa e Eugênio Munduruca, da Fundação Bahia.

Um dos diferenciais dessa edição, foi o mini laboratório de qualidade de fibra, coordenado pela Abapa, que mostrou a importância das características intrínsecas, medidas pelos equipamentos de HVI e as características extrínsecas, feitas pela classificação visual, com base nas caixas de algodão padrão que são referências mundiais. Esses fatores são fundamentais para medir e determinar a qualidade da fibra, que pode ou não agregar valor ao algodão. O espaço teve como facilitador o gerente do Centro de Análise de Fibras da Abapa, Sérgio Brentano.  O evento contou ainda, com um mini laboratório de fitonematóides.

Outra novidade foi a apresentação das novas cultivares BRS 430 B2RF, BRS 432 B2RF e BRS 433 FL B2RF, com garantia de alta produtividade, estabilidade de produção, fibra de qualidade superior, além de resistência às principais lagartas que atacam o algodoeiro e ao herbicida glifosato. “Nossos dias de campo beneficiam o produtor, pois buscamos atender todas as demandas que nos são reivindicadas”, disse Ademar Marçal.

Na segunda estação, o tema foi a Situação Atual e Perspectivas da Cotonicultura do Oeste Baiano, com Dr. Eleusio Curvelo, e as Demandas da Indústria Têxtil: Qualidade de Fibra do Algodão, com Sérgio Benevides. Encerrando o ciclo técnico, a terceira estação trouxe o Panorama Fitossanitário. O tema Nematóide foi apresentado pelo Dr. Fabiano Perina, da Embrapa; e o tema sobre o bicudo-do-algodoeiro, foi apresentado pelo coordenador do Programa Fitossanitário da Abapa, Antonio Carlos Araújo e pelo presidente, Júlio Cézar Busato.

Para Busato, o foco está nas ações do Programa Fitossanitário no controle do bicudo. “O sucesso do Programa Fitossanitário deve-se a participação dos produtores, para diminuir o número de aplicações de defensivos, reduzir as perdas causadas por esta praga e aumentar a lucratividade do agricultor”. O presidente contou que houve um grande avanço, quando foram criados os núcleos regionais e eleitos os respectivos líderes, o que permitiu que os mesmos discutissem as melhores estratégias. “Com essa participação dos produtores, tivemos um ganho muito grande e conseguirmos reduzir o número de aplicações, o que diminui os custos de produção e melhora a rentabilidade do produtor”, contou. Na ocasião, os produtores-líderes dos núcleos, Marcelo Kappes e Orestes Mandelli, Anderson José Pletsch, Ademar Marçal, Celito Missio e Celito Breda, entre outros, deram depoimentos sobre o trabalho e resultado dos núcleos.

O Dia de Campo do Algodão é realizado também com o apoio Fundeagro e do Instituto Brasileiro do Algodão (IBA).

 

Abapa promove Seminário sobre Rentabilidade na Cultura do Algodão

A Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa) realizou, na tarde da última sexta-feira, 09, o Seminário sobre Rentabilidade na Cultura do Algodão, em Luís Eduardo Magalhães. O evento foi marcado por palestras e pela interação do público, ao tratar do tema, que é fundamental para os cotonicultores da região oeste, que prospectam uma boa safra 2017/2018.

O Seminário foi realizado com o objetivo de fornecer mais conhecimentos aos associados, como disse o presidente da Abapa, Júlio Cézar Busato, na abertura do evento. “Queremos promover uma discussão entre os produtores e colocar à disposição deles, informações que julgamos importantes como, por exemplo, algumas práticas úteis para que melhorem a obtenção de crédito junto ao mercado e aos agentes financeiros”, disse.

Em seguida, teve início a primeira palestra da tarde, ministrada pelo Gestor da CRD Capital Administradora de Recursos, Pedro Marcílio, que falou sobre o tema “Financiamento ao produtor: Visão do Credor”. Na ocasião, o palestrante deu dicas que podem ajudar os produtores a tomarem atitudes positivas e que auxiliem a liberação de crédito, junto ao mercado e as instituições financeiras. Foram abordados assuntos como a precificação do seguro na cultura do algodão e dicas que podem ajudar os produtores a conquistarem maior confiança, junto às entidades financeiras e, consequentemente, reduzir o valor das taxas de juros. “O erro está em não entender de onde vem o recurso para crescer, qual é o recurso adequado e qual seu prazo correto. Falta um maior controle contábil e financeiro por parte do produtor, o que acaba gerando uma insegurança aos bancos, fazendo com que o valor das taxas aumente”, afirmou.

De acordo com Pedro, os esforços em relação às boas práticas agrícolas e atitudes corretas, levando em conta a regularização ambiental, por exemplo, ajudam na confiança que as entidades credoras depositam no produtor. Pedro também sugeriu a criação de um banco de dados, tanto de clima como de produtividade, que seja validado junto às instituições financeiras, para dar maior segurança e tranquilidade às instituições a investirem na Bahia. “A criação e validação desse banco de dados vai se transformar em benefícios para o produtor, através do aumento de volume de crédito e redução de custos”, corroborou Busato.

A segunda palestra da tarde, foi ministrada pelo Coordenador do Núcleo Econômico da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), Renato Conchon, sobre o tema “Desafios da economia brasileira e seus reflexos no mercado de commodities”. Conchon falou sobre o crescimento de 9% estimado para a agropecuária em 2017, o que anima muitos produtores, principalmente os da região oeste, que se recuperam nesta safra com uma produtividade melhor do que os últimos anos. “Segundo o projeto do CNA Campo Futuro, a previsão para este ano é o que custo do algodão tenha um aumento de 8,9% em relação ao ano anterior. No entanto, a estimativa é de que a receita prevista irá conseguir pagar o custo de operação total e efetiva, o que dará uma leve folga ao produtor”, disse.

Após as palestras, os presentes puderam tirar suas dúvidas e também opinar acerca dos assuntos levantados. O evento teve o apoio do Instituto Brasileiro do Algodão (IBA) e do Fundo para o Desenvolvimento do Agronegócio do Algodão (Fundeagro). No mesmo dia, a Abapa realizou um jantar de confraternização, que marcou o início da programação do Dia de Campo do Algodão 2017.

Lançamento oficial Bahia Farm Show 2017: depois da chuva, a Feira do Bilhão está mais forte do que nunca

Faltando pouco mais de um mês para início da 13ª edição da Bahia Farm Show, maior feira de tecnologia agrícola e negócios do Norte e Nordeste, aconteceu ontem (27) o lançamento oficial da feira com a presença de autoridades, representantes do agronegócio, produtores e imprensa no Buffet Olavo Nascimento. Integraram a mesa diretiva do evento Celestino Zanella, presidente da Aiba; Júlio Cézar Busato, presidente da Abapa; Fabio Martins, presidente da Assomiba; Oziel Oliveira, prefeito de Luís Eduardo Magalhães; Luiz Pradella, vice-presidente da Aiba; Zirlete Zuttion, vice-presidente da Fundação Bahia; Rose Cerrato, coordenadora geral da feira; Guilherme Bonfim, representando a Seagri; e o deputador Angelo Coronel, presidente da Assembleia Legislativa da Bahia.

A “Feira do Bilhão”, que orgulhosamente consegue movimentar mais de um bilhão em seus cinco dias de duração, inclusive em um ano de crise econômica, política e hídrica (no oeste baiano), como foi em 2016, quando a feira foi perfeitamente conduzida pelo então presidente da Aiba, Júlio Cézar Busato e sua equipe. “Ano passado percebi que não adianta olhar para trás. Temos que lutar e reinventar. E assim a feira aconteceu. Contamos com a participação de todos, mas quem deu show foram os agricultores, que mostraram que acreditam na região, na tecnologia e no seu trabalho”, falou o atual presidente da Abapa.

Novamente esse ano a feira vai reunir mais de 200 expositores de maquinários, software, veículos, sementes, defensivos e insumos agrícolas; milhares de produtores rurais, profissionais e estudantes do setor, além de famílias e visitantes em uma área total de 144.000m². Entre as principais novidades deste ano está a participação estrangeira dos EUA, Alemanha, Índia e Gana, tanto expositores como comitivas. A feira também terá mais de 20 palestras e workshops com temas variados e um fórum sobre o potencial hídrico do oeste da Bahia. “Todo ano temos uma praga nova, uma dificuldade diferente. E com isso aprendemos, evoluímos. As dificuldades nos ensinam a ter mais parcimônia nos gastos, a melhorar nossas tecnologias e buscar mais conhecimento. Por isso, estamos a cada ano melhores”, afirmou Zanella.

Em sua fala, o prefeito Oziel Oliveira relembrou o início da feira, quando ainda era um projeto que começou pequeno e hoje se tornou a 3ª maior feira agrícola do país. “Nós queríamos construir um sonho, de ver Luís Eduardo Magalhães e a região oeste escritas na história do agronegócio brasileiro e internacional. E hoje isso é a nossa realidade, depois de muito acreditar e trabalhar”.  É preciso lembrar que, mesmo que hoje seja a Feira do Bilhão, a Bahia Farm Show começou, existe e cresce por causa dos produtores. Seja o presidente da associação, seja aquele que compra uma nova plantadeira ou seja o agricultor que comercializa produtos orgânicos na feira livre: são todos produtores. Essa é uma feira feita por e para os produtores rurais. E, como bem disse o prefeito, “produtor rural não tem tamanho, tem escala. O pequeno, médio e grande, são todos produtores, que produzem em diferentes escalas”.

A Bahia Farm Show é um sonho que nasce de madrugada, de sol a sol, e ganha ainda mais força por ser construída por tantas mãos. Essa união, aliada aos bons números da safra 16/17, tornam a expectativa para este ano ainda melhores. Segundo Celestino Zanella, a previsão é “atingir mais de 56 sacas de produtividade na soja e, embora seja uma área menor que em outras safras, a previsão da safra de algodão é de ter a melhor produtividade dos últimos anos”. Essa animação pode ser percebida com o retorno de 10% de expositores anteriores para esta edição e a vinda de 15% de expositores que vão participar da feira pela primeira vez. Com isso, a organização divulgou que 100% do pavilhão coberto e 96% dos espaços abertos já foram comercializados.

A Bahia Farm Show acontece entre os dias 30 de maio e 03 de junho em Luís Eduardo Magalhães e é organizada pela Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), com o apoio da Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), Fundação Bahia, Associação dos Revendedores de Máquinas e Equipamentos Agrícolas do Oeste da Bahia Ltda. (Assomiba) e Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães.

Serviço
Bahia Farm Show 2017
Data: 30 de maio a 03 de junho de 2017
Horário de funcionamento: 9h às 19h
Local: Complexo Bahia Farm Show
Endereço: BA 020/242, km 535 – Luís Eduardo Magalhães – Bahia
www.bahiafarmshow.com.br

 

Fotos: ASCOM Bahia Farm Show

Começou a 12ª Bahia Farm Show, maior feira de agropecuária do Norte/Nordeste

Começou hoje, terça-feira (24), a 12ª edição da Bahia Farm Show, maior feira de agropecuária do Norte/Nordeste e uma das maiores do País.

O evento vai até sábado, 28 de maio, com horário de funcionamento das 9h às 19h. A programação é voltada para segmentos da agropecuária empresarial e familiar, com ênfase na produção de grãos, fibras, frutas e pecuária, em regimes de irrigação e de sequeiro.

Este ano estão presentes cerca de 200 expositores de todo país e representantes de mais de 600 marcas de diversos segmentos, como aviação, maquinário, irrigação e armazenagem. A expectativa dos organizadores é atingir o mesmo volume de negócios do ano passando, quando a feira movimentou R$ 1,033 bilhão. Segundo o presidente da feira, Julio Busato, os resultados irão depender da disponibilidade de crédito. São esperados cerca de 70 mil visitantes nos 05 dias de evento.

A programação deste ano terá 21 palestras, debates e workshops ao longo da feira, incluindo o Fórum do Canal Rural com o tema MATOPIBA: Potencialidades e Desafios, que acontece hoje, entre 14h e 16h. Toda a programação pode ser conferida no site oficial do evento.

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Assim como nas duas últimas edições, parte do valor arrecadado com a venda dos ingressos, que custam R$ 10 e podem ser adquiridos na bilheteria do evento, das 9h às 18h50, será doado ao Hospital do Oeste (HO). O intuito é ajudar na estruturação da unidade hospitalar.

Fanpage Bahia Farm Show: https://www.facebook.com/BahiaFarmShow