Colégio Anísio Teixeira (CAT) participa de Seminário de Educadores da Rede Pitágoras em Brasília

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Representantes do Colégio Anísio Teixeira (CAT) participaram no último sábado, 19, do Seminário de Educadores da Rede Pitágoras que aconteceu em Brasília, no Windsor Plaza Hotel. O seminário faz parte do Programa Pitágoras de Educação em Rede 2015 e teve como tema “Fazer Diferente, Ampliar e Inovar o Fazer Educacional”. Integraram a comitiva do CAT os educadores Cleide Brígido, Jeane Cruz, Juliano Segatto e Luzia Fontana.

A equipe do CAT participou de duas palestras, uma com a educadora Elvira Souza Lima sobre o tema Neurociência Aplicada à Educação e outra com o mestre em educação Jair Passos, sobre o tema Maestria Pessoal e a Essência do Processo de Comunicação. “A palestra sobre Neurociência nos fez refletir sobre a importância de oferecermos aos nossos alunos atividades que estimulem a construção de redes neuronais a importância da música”, explicou Cleide Brígido.

Estudar um instrumento na infância tem impacto direto nas capacidades de leitura e expressão verbal, desenvolve o raciocínio matemático e o pensamento espacial e temporal. As partes musicais do cérebro estão próximas às partes da memória e estão conectadas ao sistema emocional.  Segundo Elvira, a energia que nos move é a emoção. A emoção é o combustível, é a nossa ‘motivação’ e por isso devemos nos ‘mover para a ação’. “Depois da palestra percebemos que estamos na direção certa, pois a música no ensino tem um impacto forte e duradouro na aprendizagem durante toda a vida, além de exercer um papel na saúde física e mental”, confirmou a equipe presente na palestra.

Segundo o mestre Jair Passos, é necessário que os professores estejam emocionalmente bem, pois seus alunos os observam constantemente e absorvem suas reações. “Ele nos mostrou que devemos chegar à emoção dos nossos alunos através de técnicas de comunicação sinestésicas, auditivas e visuais, que auxiliam no processo para construção do ‘Rapport’. Rapport é um estado de harmonia, sintonia e confiança, segundo o mestre, uma afinidade extremamente necessária entre o professor e aluno”, explica Juliano. “Aprendemos que ser inteligente não é ter muitas informações, mas sim, coordenar pontos de vista e saber fazer opções. Assim, precisamos ensinar ao aluno a ver e a trilhar seu conceito de mundo o tempo todo. Ensinar deve refletir aquilo que somos naquilo que fazemos”, confirmou Jeane.

Durante todo o tempo os educadores foram embalados pela poesia de Rubem Alves e com ela se sentiram motivados porque “ensinar é um exercício de imortalidade. De alguma forma continuamos a viver naqueles cujos olhos aprenderam a ver o mundo pela magia da nossa palavra. O professor, assim, não morre jamais…”

Uma agência incomum de comunicação integrada.