Inauguração Colcci em Luís Eduardo Magalhães

Inaugura nesta semana a loja Colcci, mais uma grande franquia que investe no potencial de Luís Eduardo Magalhães. O evento de inauguração é aberto a toda sociedade e acontece nesta quinta-feira, dia 27, a partir das 17h, com um delicioso coquetel elaborado pela chef de cozinha Marina Sabino e com o DJ Marciano animando a noite. A loja está localizada em um dos pontos mais valorizados da cidade, na Rua Pernambuco, 371, mesmo prédio do Subway.

À frente do investimento estão os irmãos Juliana e Paulo Borges, de Balsas/Maranhão. A visão empresarial da dupla uniu-se a vontade de oferecer uma loja à população com produtos de qualidade, ambiente agradável e excelente atendimento. “Já trabalhamos há alguns anos com a marca, temos loja da Colcci em Balsas e surgiu a oportunidade de investir em Luís Eduardo. Apostamos no potencial da cidade e estamos trazendo uma loja pensada em todos os detalhes para agradar a qualquer pessoa que desejar possuir uma peça da marca. A Colcci é uma marca democrática!” afirmou Paulo.

No interior da loja os consumidores encontrarão peças da coleção Primavera Verão 2015, estrelada pela über model Gisele Bündchen e pelo modelo #1 Sean O’Pry em Miami. Muitas texturas, estampas e denim colorem a estação mais quente da Colcci. Conheça.

 

SAVE THE DATE

Inauguração Colcci Special Store

27 de novembro

A partir das 17h

No prédio do Subway

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FASHION ANGELS

Com inspiração na premiação do Oscar o maior evento de moda de LEM trouxe mais de 120 crianças e adolescentes à passarela do Fashion Angels, antigo Fashion Kids. O Evento cresceu, assim como o seu público que este ano contou com mais de 650 pagantes que prestigiaram os desfiles da Loja Carinha de Anjo, Mr. Cat e Michelle Melo SemiJoias. A noite ainda contou com a iluminada presença da atriz mirim Lívia Inhudes – a Vivi de Chiquititas – que encantou a todas as crianças presentes em cada entrada à passarela e em sua apresentação musical. Além disso, seis crianças foram sorteadas para tomar um café com a Chiquitita no dia posterior ao Fashion Angels e bater um delicioso papo com Lívia. O evento Fashion Angels é uma organização da empresária Mona Lisa Nunes, com produção executiva comercial e de moda da Agência IMMAGINE que juntamente com os mais de 50 profissionais envolvidos realizaram um evento que marca o calendário de cultura e entretenimento de LEM .

Job: Produção executiva comercial, produção de moda e stylist da Agência IMMAGINE.

Agradecimento especial aos nossos clientes e amigos apoiadores deste projeto:

Bahia West Grill

FAvoto implementos

Bartzen

Delta Turismo

Class

Mr. Cat

Destack

Dr. Petras

 

A seguir alguns registros do evento:

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MMAD – O primeiro dia

O primeiro dia da Mostra de Moda, Arte e Decoração – MMAD começou com pé direito, trazendo a palestra “Nova York pelos olhos de uma arquiteta” com Ligiane Kuffel, que trouxe consigo muitas idéias, dicas e toda sua energia positiva para dar o ponta pé inicial a este evento que foi um sucesso.

O dia foi recheado de palestras, rodas de conversa, oficinas e workshops. No primeiro dia de MMAD tivemos mais de 300 pessoas circulando pelo evento e teve como encerramento a VINTAGE BAND e o desfile da Fabi Semijoias, que trouxe as mais lindas jóias nas mais belas modelos, produzidas pela equipe sensacional do Salão Maria Bonita.

Por falar em Maria Bonita, o workshop de auto-maquiagem ministrado por uma das proprietárias do Salão – Núbia Melo – foi um dos pontos fortes da mostra, pois as inscrições para sua palestra já estavam encerradas na primeira semana de divulgação devido à grande procura. Tivemos também neste dia a lindíssima participação de Monica Cassiano, proprietária da Moniquita, que ministrou uma oficina artesanal de tulipas de tecido, no qual as participantes estavam radiantes com as habilidades ensinadas por ela.

O workshop de fotografia ministrado pela equipe do UAU MAIS – Mayco Sérgio e Júnior Ferrari – foi uma das estrelas do primeiro dia de evento e segundo Rodrigo Martini, um dos participantes o curso, foi ótimo: “sou fotógrafo, mas conhecimento nunca é demais e eles foram ótimos, deram várias dicas que irei inserir nos meus trabalhos”. O primeiro dia da mostra também contou com a palestra da paisagista Lucila Azeredo da Kaizen Paisagismo que comandou uma roda de conversa com o tema “Paisagismo por um cerrado mais verde”.

Para fechar as rodas de conversa a MMAD contou com a presença das jornalistas e assessoras de imprensa Bruna Pires e Évelyn Knebel que falaram sobre a “A arte de comunicar” e que contou com jornalistas, comunicadores e empresários da nossa cidade.

Na parte externa do evento a mais esperada oficina ocorria e contou com a presença da chef de cozinha de experiência internacional Marina Sabino, que trouxe para a mostra receitas sem glúten e sem lactose na “Oficina Vegana”. A oficina com a chef foi, sem dúvida, um dos momentos mais esperados e as participantes, já ao final da oficina, estavam se organizando entre elas para continuar os ensinamentos da Chef marcando outro curso, nos contou Viviane Loiola.

E não para por aí, a noite do evento ainda esperava por lindas estrelas, começando pelo salão de entrada da Loja Décorer, que recebeu a violoncelista Franceline Mercer e duas de suas aprendizes lindas nos encantando com seus violinos. Após a apresentação das artistas, os presentes puderem prestigiar a Vintage Band – uma banda repleta de rock clássico, pop rock, blues, soul e muita energia positiva. Foi neste clima que a banda abriu o desfile da Fabi Semi Jóias, que trouxe em seus corpos envelopados inteiros por preto as mais lindas jóias em efeito cascata da cabeça às mãos das suas modelos num lindo show de cores, brilhos, texturas e muito luxo. Fabi emocionou em seu desfile, pois as modelos levavam balões vermelhos que eram entregues aos céus após a entrada das top’s e foi incrível, tão incrível quanto este lindo dia que fez a todos os presentes suspirarem e respirarem cultura ao adentrar nos corredores que contaram com as exposições de artistas plásticas (Márcia Winter, Léia Puton, Aline Silva e Cláudia Cabral). Um dia para nunca mais sair da memória e ainda tinha mais…

 

Fotografia: Gabriela Fagundes e Neiva Sehn

 

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To be continue!

 

FASHION SHOW NO MMAD

E quando junta moda, arte e decoração num só lugar você não pode esperar nada muito convencional, mas nada também fora do censo comum. Espera-se surpresa, encanto e magia e isso o MMAD terá de sobra.

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Os desfiles irão acontecer no jardim da parte interna da Loja Décorer, em meio a um cenário de pura inspiração. Entre exposição de arte eapresentações musicais eis que surgirá moda em dois belos desfiles já confirmados: By Andreza e FabiSemi Joias.

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Quer ver tudo isso de perto? É só comparecer nos dias 21 e 22 de agosto, a partir das 19 horas no MMAD – Mostra de Moda, Arte e Decoração e surpreender-se com este contexto modal e artístico que emanará cultura por todos os cantos.

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ATENÇÃO: Se você é empresário não perca esta oportunidade! Ainda restam duas vagas para desfiles no evento. Entre em contato pelos telefones abaixo para que a organização do evento lhe informe todos os detalhes do evento, em que você custeará somente uma ajuda mínima de custo e vinculará sua marca numa linda mostra repleta de novos olhares.

Maiores informações pelos telefones: 77 9830.1122 (Dávila) e 77 9969.9679 (Mônica).

#ficaadica

COCO COACH

Uma das grifes mais importantes da galáxia se reinventa e merece nosso destaque. A Chanel marca francesa que foi fundada por Gabrielle Bonheur Chanel (É a única estilista presente na lista das cem pessoas mais importantes da história do século XX da revista Time), que nos inicio dos anos 20 revolucionou o mundo com suas roupas e modas.

Desde que inventou a calça feminina a grife francesa esta sempre se reinventando, seu último desfile foi feito dentro de um supermercado, lotado de tênis, pochetes e joelheiras, pode-se dizer que a pegada sporty no mundo fashion mudou depois deste desfile e pelo jeito esta tendência veio para ficar.

A Maison Chanel leva sua campanha para mais um local pra lá de inusitado – um ringue de boxe. A própria Kaiser – Karl Lagerfeld – dirige e fotografa a campanha que conta com elenco de peso: Cara Delevingne e Binx Walton e muitos looks incrível pra variar. Em clima urbano e esportivo com direito a halteres, espelho velho e bolsas de luxo penduradas em tela de arame, numa mistura de tweeds, tailleurs, couro e um treino chique. As fotos foram realizadas num hangar industrial, local escolhido para fazer o shooting da campanha Coco Coach que em setembro estará disponível nas lojas de todo o mundo.

 

Até lá, vamos te levar aos bastidores da Chanel, enjoy it!

 

O pretinho básico ganhou flores!

O frio chegou de leve na Bahia, até julho os termômetros apontarão as menores temperaturas do ano, então é hora de tirar aquela bota do armário, a jaqueta de couro e se preparar para as festas típicas da região nesta época com o estilo invernal.

E o que estará em voga neste inverno? Um pouco de tudo como sempre na moda, mas a grande tendência são as estampas que ganham fundos escuros, típicos da estação.  O floral, xadrez e animal print vão se destacar dos vestidos e casacos, mas o FLORAL DARK promete reinar absoluto.

A estampa do momento tem o fundo escuro (preto ou marinho) e tem as flores mais sóbrias, propondo um look mais rocker, ou seja, uma idéia menos romântica com um toque de modernidade no floral.  Esta tendência não é novidade, muitas grifes já apostaram nesta trend, contudo somente a agora as brasileiras se entregaram a esta mistura, sendo visível nas vitrines de todo o país esta aposta.

Para compor a produção aposte em peças neutras para equilibrar com as flores que por si só já são bem chamativas, mas isso não quer dizer que você não possa ousar e compor um look inteiro da estampa, vale se sentir bem com o look sua personalidade permite tal ousadia se jogue na trend. Arremate com uma meia calça e faça bonito nas noites de inverno da nossa região.

Intercâmbio? ‘Produção’, é isso mesmo?

Pra quem não me conhece ainda, meu nome é Poliana Cristina Guerra, tenho 21 anos e atualmente sou estudante do 3º ano de Engenharia de Produção na Universidade Federal de Viçosa (UFV) em Viçosa, Minas Gerais.

Hoje vou contar para contar pra vocês como a palavra “intercâmbio” surgiu na minha vida! Como esse é meu primeiro texto, espero de coração que vocês gostem e se vocês quiserem sugerir dicas ou mesmo críticas, vou adorar. Espero também contaminar alguns dos leitores com a vontade de virar intercambista e se apaixonar pelas diferentes culturas do mundo – no meu caso a francesa!

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Da ideia “Mãe, vou fazer um intercâmbio!” até o check-in no Rio de Janeiro, aconteceram tantas coisas num espaço de tempo tão curto (oito meses) que fico cansada até de lembrar! Mas vou detalhar algumas partes importantes pra vocês.

Quando eu entrei na faculdade, sempre pensei em fazer um intercâmbio! Na verdade, não era um pensamento fixo, mas a ideia sempre esteve presente. Se eu conseguisse fazer, parfait, se não, pas de problème! Mas em 2013, entre janeiro e fevereiro (e em meio à confusão de aula, férias de uma semana e estresse ao extremo para consertar o período devido à greve das Universidades Federais durante 2012), a UFV liberou um edital de intercâmbio para engenharias, chamado BRAFITEC (BRAsil France Ingénieurs TEChnologie), pela primeira vez para o curso de Engenharia de Produção.

Lembro que comecei a falar sobre isso com meus amigos, não sei ao certo o porquê, mas a vontade de encarar esse desafio cresceu quase que exponencialmente. Mas gente, como assim? Eu, Poli, super ligada à minha família, amigos e ao Gian (meu namorado, que mora em Luís Eduardo Magalhães) conseguiria ficar UM ANO longe de tudo isso?

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Enfim, conversas vão, conversas vêm. Alguns amigos também se inscreveram para o edital e, inclusive, vieram para a mesma cidade (Tati, Carlos e Nati, não poderia deixar de citar o nome de vocês! Vocês sabem que foram um dos meus alicerces aqui! Obrigada por tudo). Todos os meus amigos de Viçosa me aconselharam: “Poli, é uma oportunidade única! O que você está esperando? Não vai perder nada indo. Um ano passa rápido. Você vai aprender tanta coisa, visitar tantos lugares e o melhor, ainda voltar com o francês fluente”.

Vivi em um turbilhão de pensamentos! Sim, eu fiquei completamente perdida, insegura e a maior verdade é que estava com muito medo! Dormia e acordava pensando nisso enquanto o tempo pra inscrição do processo seletivo estava se esgotando.

Mas num segundo, resolvi a dúvida da maneira que sempre faço, deixei meu coração falar mais alto, deixei aquela vontade de vencer mais um desafio aflorar e na hora que eu pensei comigo: “Poli, pra quem saiu de casa com 18 anos pra fazer faculdade, numa cidade desconhecida e longe pra caramba, dando à cara a tapa pro futuro, isso vai ser fichinha!” Peguei o telefone, liguei pros meus pais e disse “mãe, vou me inscrever pro intercâmbio”. Acho que vocês devem imaginar a reação dela, haha.

Depois da aprovação, eu me lembrei de um fator superimportante: eu não sabia nada de FRANCÊS. E aí? Como que faz? Nesse momento, estava a 5 meses do embarque pra França! Desesperei, morri de medo de novo (e esse medo não morreu até chegar aqui) e botei a mão na massa… Foram 3 longos meses de curso de Francês a partir do zero (na Aliança Francesa, que aliás, super recomendo.. Eles possuem ótimos profissionais, com uma metodologia de ensino dinâmica e prazerosa), 2 horas por dia, 5 dias por semana, mais as manhãs de sábado! Isso tudo sem contar as aulas da UFV, burocracias do intercâmbio, enfim, correria sem fim, tinha virado um zumbi! Só que tudo isso só foi possível porque tínhamos o apoio um do outro. Nosso grupo Brafitec (ou melhor dizendo “Desesperados do Brafitec”) sempre foi muito unido, todos tínhamos dúvidas, medo e ansiedade para descobrir como seria, afinal fomos as cobaias né! Vir em grupo foi minha âncora!

Pulando alguns detalhes, vou finalizar essa parte da caixinha de memórias dizendo como foi chegar lá.  Acho que já escrevi muito! É que são tantas lembranças…

No dia 30 de agosto, desembarquei na França. Para tudo! Quando eu li “Bienvenue” na saída do aeroporto, pensei comigo “caramba, o que eu fui fazer?” Aquilo era loucura. Eu mal sabia pedir um café em francês! Sorte que a Tati nos salvou durante uns bons 2 meses (o francês dela era muito melhor que o nosso). Por falar nisso, era muito engraçado! Tudo que falavam com a gente, todos olhavam pra ela com cara de “Tati, traduz aí!” Mas não tinha mais como voltar atrás.

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Então, como eu achava que seria: vai ser fichinha, já aprendi muita coisa no francês, vou saber me virar, vou aprender rápido, vou falar fluente com seis meses… E como realmente foi: depois de desembarcar em Lyon às 2 horas da manhã com 2 malas gigantes onde tudo é em francês, não tem mais ninguém falando português, cansados mas animados: uma comédia, definitivamente!

Passamos alguns apertos com a língua (nem tudo se traduz ao pé da letra), com a comida e com a comunicação com o Brasil. Mas graças a Deus só encontramos pessoas boas no caminho, e continuamos a encontrar até hoje! Franceses muito educados, gentis e prestativos, nenhuma ajuda foi recusada, (o primeiro mito sobre franceses: não, eles não são todos mal-educados!) e um brasileiro, em especial, nosso amigo de Viçosa, Breno, que simplesmente nos ajudou muito com tudo! Mais do que isso, nos ensinou a viver na França.

Se me perguntarem é claro que digo que faria tudo de novo e de novo! É inexplicável o quanto essa experiência me fez crescer… Nos próximos post’s conto mais sobre a vida na França!

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Pela volta dos calções azuis

Às 17h22 da sexta-feira, 04 de julho, um casalzinho de crianças brincava despretensiosamente do lado de fora da janela da minha sala de estar. Corriam e gritavam exaltando toda sua jovialidade e desapego típico da tenra idade.

– Láláláláááá, você não me pega – dizia uma delas, voltando a cair na gargalhada e a correr sem preocupação ou interesse algum com o que se passava no gramado do Castelão em Fortaleza, onde Brasil e Colômbia duelavam por uma vaga nas semifinais da Copa do Mundo FIFA de 2014.

O Brasil vivia seu melhor momento na competição, ridiculamente trajada com sua combinação de uniforme mais bizarra: camisas amarelas e calções e meias brancas. De novo, pela terceira vez seguida na competição. México, Camarões e depois Chile. Muito diferente dos anos em que o uso do tradicional calção azul no vestuário clássico da seleção canarinho era não só uma obrigação, mas um consenso. Quase uma unanimidade.

Aliás, a seleção entrar em campo sem seu tradicional calção azul é quase uma tentativa em se mudar o lógico. Algo como tentar convencer o mais teimoso dos seres que dois mais dois são vinte e dois e não quatro ou um monarca a aceitar a anarquia. Pela mor de Deus, mas camisa amarela com calções brancos representa – a mim parece claro – o princípio da perda da nossa identidade futebolística, além de ser tremendamente horroroso.

Por isso e só por isso, em repúdio, calado e solitário, preferi o isolamento para assistir ao jogo das quartas de finais. Sem o prazer da espuma da cerveja estupidamente gelada a me umedecer o bigode e sem o flerte com as gurias digladiando-se nas entrelinhas pelo look mais fashion da Copa ou mesmo sem o abraço do desconhecido sentado na mesa ao lado na hora do gol ou da defesa espetacular do nosso goleiro.

No auge do meu isolamento optei pelo eu, meu sofá, Tim Tebow, By-thor e minha TV devidamente sintonizada na ESPN. Questão de escolha. Ninguém me obrigou por optar ou banalizar esse uniforme insosso da seleção.

Além do mais, pouco me importava se em campo, Hulk, depois Oscar obrigavam o arqueiro rival, Ospina, a operar defesas de elevado grau de dificuldade. Aquela altura o selecionado canarinho já vencia a Colômbia por 1 a 0, tento anotado pelo zagueiro Tiago Silva, aos 6’ e dava toda pinta que enfim venceria com alguma folga.

Três minutos antes se ouvia com clareza a tentativa da torcida em instaurar um cântico diferente nas arquibancadas. Pobre de Maradona, o ícone argentino, acuado ante o coro incessante de “mil gols, mil gols, mil gols, só Pelé, só Pelé”. O mesmo se ouviu aos 11’ da etapa final para deleite e uma leve sensação de alívio. Ao menos, se não havia o tradicional calção azul para combinar com o amarelo vibrante do manto penta campeão, eram raras as vezes em que o modorrento “sou brasileiro com muito orgulho” ecoava pelo estádio.

Ufa!

Bom, nem tanto.

As crianças não viram o bombardeio que se seguiu na área comandada pelo veterano em combate Yepes até o final do primeiro tempo. O Brasil jogava seu melhor futebol desde o atropelo diante da Espanha e eu acompanhava o jogo com um delay de uns cinco segundos. Não bastasse o isolamento, o repúdio ao uso irritante destes calções brancos, as crianças gritando quase no meu ouvido, ainda ouvia os gritos do vizinho antes de ver o desfecho de cada lance. Nem me dei ao luxo de comemorar o golaço de David Luiz. O berreiro vindo da casa em frente me pôs a par do feito antes de ver a bola estufando as redes colombianas. Era um jogo qualquer. Uma seleção sem alma. Sem seu tradicional calção azul.

Desisto.

Não quero torcer pela seleção de calção branco. Quero a volta da tradição canarinho: manto amarelo e calções azuis. Por favor e sem delay e crianças brincando de pega-pega na soleira da minha janela.

***

Ironias a parte, depois que implorei pela volta do uso dos calções azuis, o selecionado canarinho – devidamente trajado com seu mais tradicional e impactante uniforme – foi sodomizado pela cirúrgica e avassaladora Alemanha, na semifinal da Copa do Mundo. O baque é e continuará sendo tamanho que talvez devêssemos abolir até o uso de calções por um tempo.

 

“Razões para cursar um Mestrado”

Estar sempre à frente e em constante capacitação é essencial para uma carreira de sucesso. Uma das ferramentas para valorizar seu currículo e não perder nenhuma oportunidade de mercado, como os concursos da Ufob, é fazer um curso de mestrado.

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Pensando nisso, o Grupo de Assessoria e Consultoria Aplicada (Gacea) está promovendo um evento em prol do acesso à informação e divulgação dos cursos de acesso aos mestrados oferecidos pela instituição em cooperação com a Universidade Lusófona de Lisboa, a maior universidade particular de Portugal. Com o tema “Razões para cursar um mestrado”, os participantes do evento participarão de um bate-papo onde as palestrantes estarão abordando pontos como a criação de uma nova visão da ciência e do mundo acadêmico, conhecimentos sobre novas técnicas de pesquisa, networking profissional, novas culturas, crescimento da motivação e preparação para as novas oportunidades do mercado.

O mestrado é formado por um ciclo de seminários preparatórios para o acesso ao mestrado, dura dezoito meses e é integrado por dez seminários de quarenta horas cada um mais doze meses para a elaboração da dissertação. As aulas são ministradas por professores portugueses (estrangeiros) e brasileiros, todos com doutorado. Os encontros ocorrerão em Luís Eduardo Magalhães. Após a conclusão do ciclo, o aluno prepara uma dissertação para ser apresentada em Lisboa, na sede da Lusófona. Após a apresentação e aprovação, conquista o título de Mestre. Os cursos dessa parceria são oferecidos com um investimento muito acessível aos alunos, com parcelas a partir de R$ 750 – um valor muito abaixo dos mestrados vigentes no país. O diploma será reconhecido nos países europeus e também no Brasil. Essa parceria só é possível por conta do Tratado da Amizade, um termo de cooperação e consulta entre o Brasil e Portugal.

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O evento acontece no dia 26 de julho, sábado, às 16h no polo educacional do Gacea. A entrada é gratuita e todos os interessados em saber mais sobre os cursos podem se inscrever até o dia 25 de julho. Após o bate-papo, haverá um delicioso coquetel e uma mesa redonda para finalizar o encontro. Maiores informações ou inscrições pelo telefone 77 3628.5370 ou na Rua Regina Gomes Bergamini, quadra 10, lote 21, nº 129, no bairro Jardim Imperial, próximo à Câmara de Vereadores e no mesmo prédio da Unopar.