Maior prova de corrida de rua é realizada no oeste da Bahia

A Corrida do Algodão, realizada pela Abapa, reuniu cerca de 1.000 atletas de diferentes estados brasileiros em um prova onde a superação e a alegria deram o tom

Luís Eduardo Magalhães, no oeste da Bahia foi sede pelo segundo ano, da maior prova de corrida de rua que a região já viveu: a Corrida do Algodão, realizada pela Associação Baiana dos Produtores do Algodão (Abapa), no sábado (29).  O evento uniu, em um momento único, a leveza do algodão com a habilidade de atletas profissionais, amadores, cadeirantes, crianças, pais e mães, todos, percorrendo percursos pré definidos em busca de um ideal: a superação.
“É indescritível a emoção que senti, ali, na linha de chegada, entregar medalhas a pessoas cansadas, sentindo dor, sem fôlego, mas, entusiasmadas. E só posso dizer que ‘superação’ é a palavra que define este evento. Ao viver tudo isso, me sinto na obrigação de pedir aos nossos cotonicultores para que, se superem. Acabamos de colher a maior safra da história da Bahia, foram mais de 1,2 milhão de toneladas de algodão. Agora, precisamos tomar o exemplo desses homens, mulheres, crianças e cadeirantes, e assumir o compromisso de nos superar a cada nova safra, a cada novo ano”, disse o presidente da Abapa, Júlio Cézar Busato.  
A Praça do Jardim Paraíso, local do evento acolheu atletas e milhares de pessoas que foram prestigiar o evento, regado ao som da música eletrônica sob o comando do DJ Charles e do ritmo contagiante da baianidade de Bosco Fernandes. Academias, empresas de saúde e expositores do segmento do agronegócio associaram suas marcas e produtos à Corrida do Algodão. Teve ainda um espaço gourmet com uma diversidade de guloseimas, lanches e bebidas para refrescar o calor característico do oeste baiano.
A prova de abertura foi realizada pelas crianças que deixaram o circuito mais colorido, correndo ao lado de pais, tios, avós. A alegria na chegada era a marca registrada da garotada. “Essa prova foi incrível, comecei a correr incentivada pela minha mãe e cheguei entre os primeiros”, disse, orgulhosa a pequena Geovanna Cirilo, de 8 anos, que competiu acompanhada pela mãe, Ana Lídia Cirilo, que logo depois, enfrentou ainda a prova dos 5km. “Cada ano este evento está melhorando, se tornando tradição na região’, descreveu Ana Lídia.
Para os cadeirantes, que largaram logo depois das crianças, a prova foi de pura força de vontade e muita garra. Participando pela primeira vez, Silvana Guimarães, chegou em quarto lugar, ela, foi de Barreiras, com outros cadeirantes, disputar a corrida. A colocação foi o que menos importou para a atleta. “Eu vim para compartilhar um evento de socialização e principalmente, de inclusão. Tudo aqui foi organizado pensando no ser humano, isso é sensacional, estamos aqui para celebrar a vida”, disse, feliz ao receber sua premiação.
A prova mais esperada do dia mobilizou cerca de 100 pessoas envolvidas diretamente na segurança e no bem estar dos atletas durante todo o percurso que cortou ruas e avenidas da cidade. Nas categorias feminino e masculino, a disputa foi acirrada e no final, medalhas para todos. Na categoria livre de 5km e 10 km, foram distribuídos R$ 15 mil em dinheiro e troféus. “Fiquei impressionado com a organização do evento, compatível a grandes corridas que já competi no Brasil”, disse o vencedor dos 5Km, Ronaldo Lopes, que veio de Brasília (DF) para conquistar o primeiro lugar no pódio, Ele aproveitou o momento para deixar um recado. “No próximo ano, voltarei para defender o título”.
Quem era ‘só sorrisos’ foi a vencedora dos 10 km no feminino, Cruz Nonata da Silva, também de Brasília. Segundo ela, que já tem na bagagem o quarto e quinto lugares em provas da São Silvestre, no Rio de Janeiro e é medalhista dos Jogos Pan Americanos em Guadalajara, no México, correr é vencer desafios diários. “Estou sem patrocínio, mas jamais vou desistir do meu objetivo que é correr e ganhar. Penso que todas as pessoas deveriam começar nesse esporte, mesmo que por lazer, porque certamente, verão uma mudança nas suas vidas”, incentivou a campeã.
Para a organizadora geral do evento e diretora da Abapa, Alessandra Zanotto, a prova é resultado de muita dedicação e comprometimento. “Pelo segundo ano cruzamos a linha de chegada da Corrida do Algodão, um evento pensado e planejado com muito carinho e principalmente, com todo o cuidado e respeito que os atletas merecem. Este evento obedeceu às normas técnicas e de segurança das principais provas realizadas no Brasil. Contamos com o apoio de muita gente, patrocinadores, apoiadores e uma equipe séria e comprometida que doou todo o seu talento, sem medir esforços. Estão todos de parabéns. Sou extremamente grata a cada um”, disse.

Os resultados oficiais da corrida, com o tempo de cada atleta estão disponíveis no link 
http://www.oestechip.com.br/corridadoalgodao/index.htmlA Corrida do Algodão é realizada pela Abapa com o apoio do Instituto Brasileiro do Algodão (IBA), Fundeagro e Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães. Conta com o patrocínio das empresas: Agrosul – John Deere, Unicot, CCAB Agro, Basf, Girassol Agrícola, Sudotex, J&H Sementes, Nufarm, Ciaseeds, Maxum Case, Bayer, Kasuya Consultoria, Eisa Interagrícola, FMC, Zanotto Cotton, Fama Motors, Corteva, Alfatrans e Syngenta. A organização é da Adoro Produtora e assessoria técnica, da VO2. 
 Assessoria de imprensa da Abapa – 02.10.2018
Confira algumas imagens da Corrida do Algodão:

Atletas inscritos na Corrida do Algodão podem retirar o kit em Barreiras a partir de quarta-feira (19)

Em Luís Eduardo Magalhães a entrega será na próxima semana

Está chegando a corrida para quem tem fibra. No dia 29 deste mês, a partir das 18h, a Associação Baiana dos Produtores de Algodão realiza a 2ª edição da Corrida do Algodão. E os atletas que forem retirar os kits em Barreiras devem observar o período da entrega, que será de quarta-feira (19) até o sábado (22), na Adoro Produtora, em horários pré-determinados. O kit atleta é composto pelo número com chip, camiseta e copo, tudo dentro de uma ecobag 100% algodão, como parte da campanha “Sou de Algodão”, da Abapa, que incentiva o uso da matéria prima no vestuário e na moda brasileira
 
 A Corrida do Algodão será realizada na Praça Albano Lauck, do bairro Jardim Paraíso, onde será montada uma dinâmica área de convivência, em alusão à cultura de algodão, para recepcionar familiares e amigos dos atletas e a população em geral, que vão contar com música, dança, alongamento, além de um espaço de entretenimento com brinquedos para as crianças, e gastronômico com food trucks. “Além de um percurso desafiador para os atletas e amantes da corrida, o evento traz a proposta de integração única de amigos, familiares e população de Luís Eduardo, Barreiras e também de outros estados brasileiros”, reforça a coordenadora do evento, Alessandra Zanotto.
 
Para maior transparência na competição, a corrida contará com um sistema moderno de cronometragem com a entrega de transponder (chip) para os inscritos. O resultado será realizado eletronicamente com a passagem do competidor por um tapete de captação de dados garantindo a autenticidade no resultado da prova. “Antes do evento, teremos uma atividade de alongamento com todos os participantes, e, ao longo de todo o percurso, teremos pontos de hidratação e apoio aos corredores. O evento também contará em equipe médica e apoio do Samu, em caso de qualquer emergência”, complementa Zanotto.
 
 A Corrida do Algodão é realizada pela Abapa com o apoio do Instituto Brasileiro do Algodão (IBA), Fundeagro e Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães. Conta com o patrocínio das empresas: Agrosul – John Deere, Unicot, CCAB Agro, Basf, Girassol Agrícola, Sudotex, J&H Sementes, Nufarm, Ciaseeds, Maxum Case, Bayer, Kasuya Consultoria, Eisa Interagrícola, FMC, Zanotto Cotton, Fama Motors, Corteva, Alfatrans. A organização é da Adoro Produtora e assessoria técnica, da VO2.
 
 [Corrida do Algodão 2018]
Local: Largada Praça Albano Lauck, do Jardim Paraíso, Luís Eduardo Magalhães
Data e Horário:  Dia 29 de setembro, sábado, a partir das 18h
Regulamento e inscrições: www.corridadoalgodao.com.br
 
 Assessoria de imprensa da Abapa – 19.09.2018

 

Atletas profissionais e amadores confirmam participação na Corrida do Algodão 2018

Esta é a última semana para garantir a inscrição no evento que será realizado dia 29 deste mês, em Luís Eduardo Magalhães, oeste da Bahia
A procura pelas inscrições da segunda edição da Corrida do Algodão, realizada pela Associação Baiana dos Produtores de Algodão (ABAPA) é intensa. Atletas amadores e profissionais da Bahia e de estados como Goiás, Tocantins, São Paulo e do Distrito Federal estão confirmando as suas vagas para o evento, no próximo dia 29 deste mês, em Luís Eduardo Magalhães, oeste baiano. Os interessados só têm esta semana para garantir uma vaga no maior evento do gênero da região, basta entrar no site www.corridadoalgodão.com.br e preencher a ficha de inscrição, até domingo (16).
Com uma estrutura arrojada, a corrida, realizada a partir das 16h do sábado, 29, na Praça Albano Lauck (Jardim Paraíso) prevê circuitos de 5 km e 10 km nas categorias feminino e masculino, além de um circuito de 800 metros onde competirão as categorias kids e cadeirantes, esta último, com isenção de taxa de inscrição. Na kids podem participar crianças de quatro a dez anos de idade acompanhadas por um responsável, de 11 a 13, participam na kids individual e a partir dos 14 anos, já se enquadram na categoria adulto.
“A corrida de rua é um esporte democrático, qualquer pessoa pode participar desde que esteja com a saúde em dia, sem grandes investimentos. A proposta da ABAPA, ao realizar a Corrida do Algodão é estimular a prática esportiva e o uso de roupas de algodão, entre as pessoas. Estamos organizando uma estrutura que garantirá todo apoio a atletas e ao público em geral que for assistir. A Corrida do Algodão, em sua segunda edição, já  integra o calendário de grandes eventos esportivos da região oeste da Bahia””, assegura a organizadora, Alessandra Zanotto.
Ao se inscreverem os atletas estarão concorrendo a uma premiação de R$ 15 mil e troféus, além de medalhas para todos os participantes. As taxas são de R$ 60 para categorias feminino e masculino nas provas de 5km e 10km e kids individual e R$ 100 para a categoria kits, com direito a acompanhante. A inscrição dá direito ao número com chip, camisa, copo e uma ecobag e os kits poderão ser retirados em Luís Eduardo Magalhães e também, em Barreiras.
 
A Corrida do Algodão é realizada pela Abapa com o apoio do Instituto Brasileiro do Algodão (IBA), Fundeagro e Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães. Conta com o patrocínio das empresas: Agrosul – John Deere, Unicot, CCAB Agro, Basf, Girassol Agrícola, Sudotex, J&H Sementes, Nufarm, Ciaseeds, Maxum Case, Bayer, Kasuya Consultoria, Eisa Interagrícola, FMC, Zanotto Cotton, Fama Motors, Corteva, Alfatrans. A organização é da Adoro Produtora e assessoria técnica, da VO2.
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[2ª edição da Corrida do Algodão]
Data: 29 de setembro de 2018 
Local: Praça Albano Lauck/Praça Jardim Paraíso – Luís Eduardo Magalhães (BA).                               
 
Assessoria de imprensa da Abapa – 12.09.2018

Corra: ainda dá tempo de se inscrever na Corrida do Algodão 2018

As inscrições vão até 15 de setembro e podem ser feitas online

Atletas amadores e profissionais têm até o dia 15 de setembro para garantir a participação da 2ª edição da Corrida do Algodão, realizada pela Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), em Luís Eduardo Magalhães. O evento promete movimentar o sábado (29) de setembro e levar milhares de pessoas entre atletas e público em geral até a Praça Albano Lauck, no bairro Jardim Paraíso. Para se inscrever basta acessar o site www.corridadoalgodao.com.br e preencher os dados, lá também está disponível o regulamento geral.
 
As provas contarão com trajetos de 5km e 10km feminino e masculino nas categorias profissional e amador – nesta última com a valorização extra dos atletas amadores que receberão troféus por faixa etária.  A criançada também marcará presença abrindo as competições, às 17h30min em um trajeto de 800 metros. Com caráter de inclusão, o evento terá uma categoria exclusiva para os cadeirantes que poderão fazer as inscrições isentos de taxas, para eles estão garantidas ainda medalhas de participação.
 
“A procura pelas inscrições está muito positiva, estamos já no segundo lote e mais de 500 atletas confirmados. Isso é reflexo do sucesso obtido na edição passada, quando ainda no primeiro ano a prova já marcou pela organização e cuidado nos detalhes. Certamente neste ano teremos ainda mais público e atletas competindo, nossa equipe está empenhada em garantir um evento de excelência para competidores e as famílias que forem prestigiar o evento”, assegura Alessandra Zanotto, organizadora do evento e também cotonicultura e diretora da Abapa.
 
Assim como na edição passada, a Corrida do Algodão 2018 garantirá aos atletas uma estrutura e organização compatíveis às das principais competições realizadas no Brasil. A prova contará com sistema de cronometragem por meio de transpondercom o uso de chip para marcação do tempo. Os atletas terão, ao longo de todo o percurso, o apoio de ambulância, UTI para atendimento emergencial, sanitários, pontos de hidratação e suporte da equipe técnica. Na Praça Albano Lauck será montada uma área reservada, onde os competidores poderão repor as energias com mesa de frutas, isotônicos e muita água para hidratar, além de pontos de descanso.
 
Para os visitantes, será oferecida uma estrutura completa e diversifica com espaço gourmet, espaço kids, para as crianças se divertirem e participarem de competições e brincadeiras e espaço dos expositores com divulgação de marcas e produtos direcionados ao setor esportivo A Corrida também vai incentivar o uso de peças e roupas de fibras de algodão entre os presentes por meio da campanha “Sou de Algodão”.
 
A Corrida do Algodão é realizada pela Abapa com o apoio do Instituto Brasileiro do Algodão (IBA), Fundeagro e Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães. Conta com o patrocínio das empresas: Agrosul – John Deere, Unicot, CCAB Agro, Basf, Girassol Agrícola, Bayer, J&H Sementes, Nufarm, Maxum Case, Eisa Interagrícola, FMC e Zanotto Cotton. A organização é da Adoro Produtora e a assessoria técnica, da VO2.

ASCOM Abapa

Saúde e solidariedade inspiram realização do I Corridão Solidário da UNOPAR

No próximo domingo, dia 2 de setembro, o polo da Universidade Norte do Paraná (UNOPAR) de Luís Eduardo Magalhães promove, em parceria com a Runners LEM, o I Corridão Solidário. A largada será na Praça do Jardim Paraíso às 6h30 da manhã com concentração a partir das 6h. O Corridão conta com duas modalidades de percurso, 5 e 10 km. As inscrições estão abertas e podem ser feitas através do site www.centraldacorrida.com.br/i-corridao-solidario ou no polo da UNOPAR no município.

A iniciativa faz parte das comemorações pelos 15 anos do polo da universidade em Luís Eduardo Magalhães. “Estamos promovendo uma série de atividades em homenagem a essa data, então, aproveitando o Dia do Educador Físico, o qual, temos curso de licenciatura e bacharelado, procuramos o pessoal da Runners para nos ajudar”, conta Ana Amélia Brugger, diretora da UNOPAR em LEM.

Ana Amélia também explica o caráter solidário do evento. “A todos que se inscreverem pedimos a doação de um produto de limpeza que será doado à Casa de Passagem da Criança e do Adolescente”, diz. Inaugurada em 2013, a Casa de Passagem da Criança e do Adolescente está localizada no bairro Santa Cruz e atende crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social.

Por se tratar de um evento de caráter solidário a premiação será feita em forma de sorteios. Ao todo serão quatro bolsas de 30% em cursos de pós-graduação e 10 bolsas de 10% em cursos de graduação da UNOPAR, além de vales-compra num total de R$ 500 em mercados do Grupo Marabá.

A programação também contará com café da manhã após a prova e bate-papos com piscicólogos sobre a campanha Setembro Amarelo, que desde 2015 estimula a prevenção ao suicídio em todo país e o Projeto Transformando Vidas, formado por voluntários que desejam auxiliar outras pessoas na construção de uma vida melhor.

ASCOM UNOPAR
Agência Immagine

Abertas inscrições para 1ª edição da Cotton Bike em Barreiras

Ranqueado pela Confederação Brasileira de Ciclismo (CBC) e com total de premiações em R$ 10 mil, as inscrições estão abertas para as disputas na modalidade do Mountain Bike XCO. A competição, organizada pela Abapa, será realizada no dia 2 de setembro.

Estão abertas as inscrições para a Cotton Bike, que será realizada no dia 2 de setembro, no Haras Recreio, em Barreiras, pela Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa). Os interessados devem se inscrever diretamente no site www.abapa.com.br/cottonbike para disputar uma das onze categorias oficiais (veja lista abaixo) ranqueadas pela Confederação Brasileira de Ciclismo (CBC) na categoria Mountain Bike/Cross Country Olímpico (MTB/XCO). A competição vai distribuir R$ 10 mil em premiações. Destaque para as categorias Elite Masculino e Feminino, cujos atletas poderão concorrer até R$ 1.000,00 em dinheiro.

Esta é a primeira competição oficial de Mountain Bike XCO do oeste da Bahia a contar pontos no ranking nacional. Para o coordenador técnico do evento, o ciclista Fausto Oliveira, outro principal atrativo será a dificuldade da pista, com extensão de 4,2 km, já bastante utilizada para treinos e torneios de XCO. “Com o apoio da Abapa, a ideia é fazer um evento tecnicamente forte atraindo atletas profissionais e amadores da Bahia e dos estados vizinhos com uma estrutura que vai atrair também quem tem interesse em conhecer melhor a modalidade, independente da idade ou do tempo que pratica o esporte”, afirma. Para este público, foram disponibilizadas as categorias não oficiais, como iniciantes, veteranos e um circuito próprio para crianças na categoria kids Race.

Uma das modalidades competitivas do Mountain Bike, o Cross Country Olímpico (XCO), se caracteriza pelo trajeto fechado, que pode chegar até 9 km, alternando trechos com terrenos acidentados e topografias com muitas subidas e descidas. Por conta da dificuldade técnica, Fausto Oliveira explica que as corridas são subdivididas em várias categorias, e que depende principalmente da idade e do nível técnico de cada ciclista, que também precisam estar atentos para a bicicleta e os equipamentos para competirem neste tipo de pista. “Na Cotton Bike, teremos as categorias para atletas profissionais, mas também para amadores e para quem está se arriscando agora na modalidade. Para quem não conhece, o evento será uma ótima oportunidade para prestigiar o XCO e quem sabe começar a praticar o esporte”, afirma.

Com entrada gratuita, a Cotton Bike promete oferecer aos visitantes ao longo do evento entretenimento, gastronomia e atividades esportivas para o público em geral, levando também a campanha Sou de Algodão, de valorização do uso da fibra na moda e do vestuário do dia-a-dia. O evento vai oferecer uma infraestrutura com praça de alimentação, lava-bike, playground, posto médico, área de entretenimento, estandes comerciais e estacionamento. Além disso, vai disponibilizar equipe de segurança e apoio médico com profissionais no circuito com ambulância.

Realizada pela Abapa, a 1ª edição da Cotton Bike conta com o apoio do Instituto Brasileiro do Algodão (IBA) e Fundeagro. As inscrições continuam até o dia 27 de agosto e o valor do investimento é de R$ 90,00. Para inscrições e acessar o regulamento em www.abapa.com.br/cottonbike. Outras informações nas redes sociais em: www.facebook.com/cottonbike.abapawww.instagram.com/cottonbike.abapa.

Evento: 1ª Cotton Bike
Data: 02 de setembro de 2018
Local: Haras Recreio/Haras do Dely, Saída para São Desidério, à direita depois do Condomínio Vento Leste.
Inscrições e informações em: www.abapa.com.br/cottonbike.abapa

Assessoria de Imprensa Abapa – 31/07/2018

Um resumo da minha história

Nasci em um parto prematuro, com seis meses e meio, junto com um irmãozinho gêmeo, que infelizmente não resistiu. Fui diagnosticado com paralisia cerebral ainda bebê, pois minha mãe percebeu que meus movimentos não correspondiam com os das outras crianças da minha idade. Desde então, minha família passou por diversos questionamentos e inseguranças. Na época, não tínhamos referências, não sabíamos de fato onde eu poderia chegar ou quão normal minha vida poderia ser.

Para você ter uma ideia, fui dar meus primeiros passos aos sete anos, apesar de sete médicos terem afirmado que isso seria impossível. Desde então, percebi que o impossível é apenas mais uma barreira a ser ultrapassada em nossa jornada. Digo nossa pois a família tem um papel fundamental na evolução de pessoas especiais.

Apesar das adversidades, minha infância foi muito alegre, porém, na adolescência resolvi abandonar tudo. Saturado da rotina de fisioterapia e achando bizarro o meu jeito de andar, mergulhei numa vida de terceirização do problema e vitimização. O resultado disso foi que fiquei acamado por alguns dias, com o ciático encurtado e músculos travados por conta da espasticidade em grau grave.

Passei por três ortopedistas e a solução convencional seria a cirurgia. Um deles, porém, me disse que se eu retomasse a rotina de exercícios, em um ano poderia não necessitar mais da cirurgia. Somente isso não foi determinante para a minha mudança.

Uma conversa que minha mãe teve comigo após essa série de consultas, na qual ela me disse as seguintes frases “Sam, a gente sempre onera alguém” e “Se você não gosta de si mesmo, inicie a mudança por mim e pelo seu pai”, foi o que de fato me tocou para que eu decidisse assumir as rédeas da minha vida e resolvesse dar a volta por cima! Você percebe a importância da família nessa jornada?

Foto: Gioavanna Bembom

Daí para frente retomei minha rotina de exercícios e sempre busquei fazer um pouquinho mais a cada dia.

Mudei minha mentalidade!

Isso refletiu diretamente na minha evolução física. Uma coisa que colaborou para eu ter ficado esse período muuuito triste, é que não via pessoas com as mesmas dificuldades que eu conseguindo bons relacionamentos, bons empregos etc. Mas isso foi há 15 anos. Hoje, graças à internet, somos capazes de ver pessoas com deficiência tendo uma vida praticamente normal.

Muitas vezes sou procurado por pessoas em condições semelhantes a minha e também por seus familiares. Compreendo suas angústias e dores, pois já vivi muitas delas, e com muito menos respaldo e perspectiva.

Dou palestras, propago minha história de vida por todo Brasil, mas acreditando que posso ajudar muito mais pessoas e resolvi, junto com a minha mãe, que tem uma importância gigantesca na minha vida, criar um curso para que todos possam enxergar que podemos ser muito felizes. Uma das frases que eu mais gosto é “diagnóstico não é destino”.

Um bêbado que não acerta a chave na fechadura

Quando visitei a capital argentina tinha duas missões: comer um tradicional bife de chorizo e conhecer o mítico estádio do Boca Juniors. O que viesse além disso seria como um regalo, um brinde, aquele pãozinho com chimichurri que os restaurantes argentinos servem de entrada e que na primeira vez te deixam com cara de bobo, na dúvida entre chamar o garçom e torcer para não ter uma surpresa quando chegar a hora de pagar a conta.

Ir a Buenos Aires e não ir à La Bombonera é como ir ao Egito e não visitar as pirâmides.

Você não vai à São Paulo para fazer uma tour pelo estádio do Palmeiras. Talvez inclua o Pacaembu por conta do museu do futebol, mas, olhe lá.

La Bombonera, pelo contrário, é atração turística.

Parte do itinerário.

Se bem me lembro, o português foi a língua que mais ouvi nas ruelas circunvizinhas à imensa “caixa de bombons” azul e amarela, independente, do quão próximo o estádio esteja do Caminito, outra parada obrigatória em se tratando de Buenos Aires.

Por mais que roguemos um ódio estúpido em relação à Argentina, grosso modo, parece que sentimos prazer em mantê-los próximos, quem sabe, desejosos de um dia conseguirmos compreender os porquês que nos fazem tão convictos em relação a esse sentimento. Pergunte para quem quer que seja — para si mesmo, talvez —, “por que você odeia tanto os argentinos?” e provável o máximo que vais conseguir em resposta é um “porque sim” meio constrangedor, uma vez que não há, de fato, justificativa plausível para tamanha birra.

Logo após o vareio croata pela segunda rodada da Copa da Rússia um sentimento quase libertador tomou conta de uma parcela considerável dos brasileiros, como se aquilo, a derrota, o fracasso argentino, fosse uma espécie de prêmio de consolação e nós, com o dedo indicador apontado para milhares de fuças borradas de lágrimas e tinta guache azul celeste repetíssemos, com voz infantil: “bem feito, bem feito, bem feito”.

O cobrador do ônibus que pego todas quintas repetiu o resultado de três a zero para todos passageiros que passaram pela roleta. Aposto que se pudesse abriria a janela para gritar vai tomar naquele bendito lugar Argentina, Messi e companhia. A propósito, Lionel é a personificação da passividade, dotado de carisma zero é como um maestro que nunca compareceu aos ensaios da orquestra e tem certeza que sozinho dá conta do espetáculo. Na arquibancada o antigo regente da companhia, Don Armando, precisa de amparo e passa a impressão que a qualquer momento irá desfalecer ou protagonizar alguma bizarrice, como dar o dedo para a torcida adversária e no momento seguinte dançar com uma nigeriana como se nada tivesse acontecido.

A Seleção da Argentina é tipo aquele bêbado que ao chegar em casa — sabe se lá como — decide dormir com os cachorros porque não conseguiu acertar a chave na fechadura.

 

Está sempre por um triz.

 

No limite.

 

Há tempos deixou a condição de seleção para se transformar naquele time de bairro que se reúne somente aos fins de semana e joga por uma grade de cerveja. Ficaram no quase nas eliminatórias e na fase de grupos da Copa, não conquistam um título com a seleção principal há mais de vinte anos, internamente, o país está numa pindaíba (qualquer semelhança com o que anda acontecendo no nosso próprio quintal não é mera coincidência), no últimos 15 meses três greves gerais foram realizadas em protesto à política econômica de Maurício Macri.

A seleção deles é como o Boca Juniors ou o River Plate e talvez isso nos incomode tanto já que o escrete canarinho está longe de sequer se assemelhar a Flamengo, Corinthians ou qualquer outro time de brasileiro de massa. Onde quer que eles estejam é como se estivessem dentro de La Bombonera, já nós pagamos aluguel para os ingleses e batemos palmas para um Maracanã padrão FIFA com cópias autorizadas na Rússia e, dentro em breve, no Catar.

Por que o hexa se tornou uma obsessão?

A cada quatro anos o mundo volta seu olhar para o país sede da Copa do Mundo e, ao longo, de trinta dias o imaginário coletivo se propõe a observar quem serão os personagens, as zebras, os craques, os momentos inesquecíveis, quem será, afinal, o grande vencedor do maior evento esportivo do planeta, e, por conseguinte, o responsável pelo emblemático momento em que o país campeão do mundo ergue a taça e põe todos demais aos seus pés.

O Brasil, maior campeão, repetiu o gesto em cinco oportunidades. Nas duas primeiras (1958 e 1962), os responsáveis por erguer o troféu foram zagueiros: Bellini e Mauro, respectivamente; no tri em 1970, o lateral-direito Carlos Alberto Torres, talvez, aquele que mais encarnou o espírito de “Capitão” do escrete canarinho; em 1994, o mais carrancudo e menos amado de todos, o volante Dunga que, na condição de técnico, fracassou em duas oportunidades; por fim, Cafu, outro lateral-direito fez as honras na Copa da Coréia e do Japão em 2002.

Em 2018, curiosamente (e longe de suspeitar que isso possa vir a ser um mal sinal), não há um capitão fixo na seleção brasileira. Desde as eliminatórias o selecionado brasileiro faz rodízio, sendo, portanto, quase impossível prever ou imaginar o gesto. Pode ser qualquer um, de Marcelo à Gabriel Jesus, Thiago Silva à Neymar Jr. Só será possível saber numa possível final no dia 15 de julho.

Em 2014, jogando em casa, mesmo que aos trancos e barrancos tudo ia bem para o Brasil até cruzar o caminho da Alemanha na semifinal. Os comandados de Felipão entraram em campo sem Neymar Jr, contundido e o “capitão” Thiago Silva, suspenso. Até poderia estender um pouco mais esse capítulo perturbador da nossa história recente mas, aparentemente, não há motivo para rememorar o que todos brasileiros em sã consciência sabem de cor e salteado.

Assim sendo, avancemos.

Por mais que se tente, a acachapante derrota da Copa passada jamais será esquecida ou vingada com o requinte de crueldade que se deseja. A humilhação sofrida naquele 8 de julho de 2014, se poderia servir para alguma coisa útil a médio e longo prazo, parece mesmo só ter aumentado o desejo pelo caneco e o hexa, aparentemente, ser a única maneira (para uma parcela considerável da população) de amenizar o baque promovido pelo tratoraço alemão. A propósito, a Copa da Rússia representa a quarta tentativa da seleção verde-amarelo de conquistar o sexto título mundial. Na Alemanha em 2006, excesso de oba-oba e gol de Thiery Henry nas quartas-de-final deram fim ao sonho. Na África do Sul, pisada maldosa de Felipe Melo e derrota para a Holanda de virada, também nas quartas-de-final adiaram o hexa, e, em casa, o empecilho atende pelo nome de “7 a 1”, porém, na semifinal.

Em 1994 quando da conquista do tetra o país estava numa fase transitória, uma espécie de vai ou racha para o bem ou para o mal. A exemplo de 2018 o país era governado por um presidente não eleito diretamente. Itamar Franco herdou o cargo depois do impeachment de Fernando Collor em 1992. Hoje, quem faz as vezes de chefe maior é Michel Temer, político de carteirinha e cria de um partido que nas últimas décadas se especializou em ser cabide eleitoral, além de ter conseguido a proeza de eternizar seu nome na história como o Presidente mais impopular da República Federativa do Brasil.

A diferença é que naquele ano após seis sucessivas trocas de moeda, enfim, o Brasil ganhava uma que, além de estável traduzia-se como capaz de catapultar esperança de norte a sul e de leste a oeste. A sucessão de tropeços e arranhões, em especial no cenário político e econômico, de meados da década de 1980 em diante, se por um lado gerava incerteza, tinha na Copa dos EUA um trampolim.

Era a oportunidade perfeita de desengasgar o grito entalado na garganta.

Soma-se a tudo isso o fato de à época o coração do povo brasileiro estar ferido, pois, menos de dois meses antes da estreia contra a Rússia em Palo Alto, perdemos um dos nossos grandes ídolos e dos poucos capazes de responder pela alcunha de herói nacional, a saber, Ayrton Senna da Silva, tricampeão mundial de Fórmula 1.

Observando-se por essa ótica, a extravagância da comemoração de Galvão Bueno e Pelé aos berros de “É tetra”, tão logo Roberto Baggio isolou o último pênalti batido pela Itália na decisão, fazem hoje todo sentido e mais que provocar risos — já que isoladamente a cena é ridícula de tão engraçada — pode e deve, com o perdão do trocadilho, ser considerada “real” e, voltando ao parágrafo anterior, sintetizam com maestria o grito que, por ventura, estava entalado na garganta do povo brasileiro.

A “entre aspas” supremacia verde e amarela dentro das quatro linhas moldou uma estranha sensação de obrigatoriedade de sucesso da Seleção em Copas do Mundo, ora, o Brasil é único país que disputou todas edições da competição e exceção, talvez, à desastrosa campanha de 1966 e da precoce eliminação para a Argentina nas oitavas-de-final em 1990, sempre estivemos em condições de disputar o título e, mais do que isso, entre as favoritas. Natural, portanto, que a ligação entre o brasileiro e a Copa seja tão próxima e a comoção em dias de jogos algo quase inexplicável, e até certo ponto, surreal, algo que nenhum outro esporte é capaz de gerar.

O brasileiro aprendeu, não apenas, com cada um dos cinco canecos levantados, mas, com a propaganda de televisão, com o samba cantado pelo Junior em 1982, com Arakem em 1986, com os álbuns de figurinhas, com os exageros de Galvão Bueno, com a batida do Olodum e com o expediente reduzido em dias de jogos da Seleção a tratar a Copa, não apenas como um mero evento esportivo, mas como um objeto de desejo, de fascinação, uma obsessão e — por que, não? — quase uma obrigação, pouco importando se guardamos na ponta da língua os onze escolhidos da vez, sempre há (houve) um Garrincha, um Pelé, um Zagallo, um Tostão, um Rivellino, um Jairzinho, um Romário, um Ronaldinho…um Neymar Jr.

É o que parece suficiente.

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) — provas não faltam — transformou-se em um sinônimo escrachado de corrupção, se é que isso já não seja uma quase característica intrínseca de quem nasce nas terras descobertas por Cabral — há controvérsias. A Seleção joga muito mais fora do que dentro do país. Às vésperas da viagem à Rússia o torcedor tupiniquim nem bem viu os “ídolos” que atuam e fazem fortuna na França, na Espanha, na Inglaterra. Não teve despedida. A população estava dividida entre a adesão à greve dos caminhoneiros e as filas intermináveis nos postos de combustível.

Por isso, ninguém viu.

Ame ou odeie, o futebol e a Copa do Mundo tornaram-se motivo para celebração e também, para se esquecer, ainda que temporariamente a fatura do cartão de crédito e todas demais mazelas que nos acometem, enquanto nação. A vitória, a conquista, o título possuem esse poder apaziguador, quase anestésico, daí de sermos tão obcecados por algo que, embora, não vá mudar em nada as obrigações de cada um no dia seguinte ao fim da Copa, fazem de cada um de nós, parafraseando aquele cântico desgastado das arquibancadas, um pouco mais brasileiro com muito orgulho, com muito amor.

Acréscimos em São Petersburgo, alívio, ponta de pé de Philipe Coutinho. Brasil 1 a 0.

Somos insaciáveis.

Foco no banco de reservas, Ederson se aproxima do comandante Tite que corre, tromba. Cai.

Somos melhores que os outros.

Galvão Bueno pede o fim do jogo. “Apita seu juiz”. Opa, bola recuperada na intermediária, contra-ataque. “Apita não, apita não”. Diego Costa invade a área, cruza. Gol, gol, gol. 2 a 0. Neymar Jr.

Somos a Pátria de chuteiras.

Acaba o jogo, um certo camisa 10 desmorona no gramado. De joelhos, chora. Vem um, depois outro amparar o companheiro. Neymar está chorando. Será o pranto real ou fruto do convívio a Rainha de Artena?

Que se dane, o Brasil é o país do futebol e o hexa a única coisa que “realmente” importa.

 

Abapa divulga 2ª edição da Corrida do Algodão em Luís Eduardo Magalhães

Evento será realizado no dia 29 de setembro

Além de apoiar a realização da 1ª Meia Maratona 21km Runners, realizada neste domingo (17) pela manhã, em Luís Eduardo Magalhães, a Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa) também esteve presente para divulgar entre as atletas a 2ª edição da Corrida do Algodão, que será realizada no dia 29 de setembro.  Ao representar a diretoria executiva da Abapa na Meia Maratona, a cotonicultora Alessandra Zanotto, acredita na importância do incentivo à atividade esportiva como forma de promover a interação entre as pessoas. “Assim como a Maratona Runners, com a Corrida do Algodão, temos mais do que esporte, mas um espaço de lazer e interação”, afirma.

Com sucesso de público e inscritos, a Corrida do Algodão  distribuiu R$ 5 mil em prêmios e troféus para os vencedores e um total de 750 atletas competiram nas categorias de 5km, 10km, Kids e cadeirante. Os participantes e moradores da cidade se surpreenderam com uma grande estrutura montada na Praça Jardim Paraíso, em Luís Eduardo Magalhães, ao reunir atividade física, esporte, música, e produção agrícola em só local. “No caso da Corrida do Algodão também conseguimos destacar para quem mora na cidade a força de quem produz no campo e incentivar o uso de roupas e produtos de algodão”, explicou, ao citar o movimento “Sou de Algodão”.

Assessoria de Imprensa Abapa

Nós da Immagine estivemos presentes na 1ª Meia Maratona Runners LEM, onde gravamos o vídeo que conta todos os detalhes do evento e também mostra a experiência de algumas pessoas muito queridas em nosso dia a dia. Confira a seguir a emoção e a felicidade de estar presente em evento deste porte: