Bahia Farm Show 15 anos: maior feira de tecnologia e negócios do Norte e Nordeste está chegando

Edição comemorativa promete movimentar o setor do agronegócio, de 28 de maio a 1º de junho, em Luís Eduardo Magalhães

 

Contagem regressiva para o início da edição que celebra os 15 anos da maior feira de tecnologia agrícola e negócios do Norte e Nordeste brasileiro. A menos de três meses para começar, a Bahia Farm Show 2019 é aguardada com expectativa por todos aqueles que fazem e vivem o agronegócio, com ênfase para produtores rurais instalados na região do Matopiba. Com mais de 85% dos espaços comercializados a feira se tornará, durante o período de 28 de maio a 1º de junho, em Luís Eduardo Magalhães, a principal vitrine do segmento, atraindo o olhar de consumidores em busca de maquinário e equipamentos agrícolas, sementes, defensivos e fertilizantes, veículos, software, tecnologia de irrigação, entre outros produtos e serviços.

Antenada ao crescimento da feira, a Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba) – entidade realizadora – inaugura, nesta edição, mais um galpão coberto, com capacidade para mais 62 estandes, aumentando, assim, a oferta de espaços para os interessados. Em 2018 foram 210 empresas que representaram mais de 900 marcas e produtos. “No ano passado o número de novos expositores foi 20% maior que 2017, com esta nova estrutura, vamos garantir acesso a uma demanda já existente, com ênfase a empresas de países como Holanda, Argentina e Estados Unidos”, explica a coordenadora do evento, Rosi Cerrato, reforçando o processo de internacionalização iniciado há dois anos.

Mas a projeção da feira nestes 15 anos ultrapassa os limites do Complexo Bahia Farm, há uma movimentação única da economia em função do evento. Em 2018 mais de três mil empregos diretos e indiretos foram gerados antes e durante o período oficial, o que refletiu diretamente no aquecimento da economia regional, com superlotação hoteleira, esgotamento de passagens aéreas e movimentação do comércio em geral. A participação de agentes financeiros públicos e privados também está garantida com opções em financiamentos e linhas de crédito específicas para o setor agropecuário, taxas de juros convidativas, além de condições especiais de pagamento.

Números – Um comparativo entre a primeira edição da Bahia Farm Show, em 2008, (considerando que em edições anteriores a este ano o evento utilizava outro nome por ser franquia), com a edição de 2018 reflete a grandiosidade que a feira alcançou. A área ocupada passou de 200 hectares para os atuais 144 mil metros quadrados. O número de visitantes dos 26 mil já ultrapassou 75 mil, em 2016, durante os cinco dias de evento. Em 2007 o volume de negócios fechados foi de R$ 250 milhões, já na edição 2018 atingiu a marca histórica de R$1,891 bilhão.

Araticum 14/03/2018

 SERVIÇO:

Bahia Farm Show 2019

Data: 28 de maio a 01 de junho

Local: Complexo Bahia Farm Show: BA 020/242, km 535 – Luís Eduardo Magalhães – Bahia

www.bahiafarmshow.com.br

Edição de 15 anos da Bahia Farm Show é lançada com sucesso na Fenagro, em Salvador

Foi dada a largada para a edição de 15 anos da Bahia Farm Show. Na noite desta terça-feira (27) foi realizado o tradicional lançamento da feira agrícola na Fenagro, em Salvador. Autoridades, expositores, produtores rurais, representantes do governo e de instituições financeiras conferiram as novidades da maior feira de tecnologia agrícola e de negócios do Norte e Nordeste, que será realizada daqui a seis meses, entre os dias 28 de maio e 1 de junho, em Luís Eduardo Magalhães, no oeste da Bahia.

Representando o governador da Bahia, Rui Costa, a secretária estadual de agricultura, Andréa Mendonça, parabenizou o sucesso da Bahia Farm, que ao longo dos anos se transformou em uma das maiores do segmento do Brasil. “Reafirmo, com muito orgulho, a participação do Governo do Estado nesta edição especial de 15 anos da Bahia Farm Show, proporcionando levar novas tecnologias para o crescimento da agricultura baiana”, afirma.

Na última edição, a Bahia Farm confirmou sua posição como uma das maiores feiras agrícolas do Brasil, ao atingir a marca histórica de R$ 1,891 bilhão em volume de negócios, um crescimento de 23% em relação ao do ano anterior, e que recebeu durante cinco dias um público de 57,5 mil pessoas.

O presidente da Bahia Farm e da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), Celestino Zanella, pontuou a importância da feira ser uma marca forte e consolidada e que reúne em um só espaço todas as novidades em tecnologia agrícola para o desenvolvimento da agricultura do oeste da Bahia e do Matopiba (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia). “A edição de 15 anos será nossa melhor edição, a mais bem organizada, e a depender dos agricultores, que terão mais um ano de sucesso no campo, vai atingir novamente um novo recorde de negócios. O lançamento da Bahia Farm Show nesta grande feira baiana, que é a Fenagro em Salvador, o que demonstra o crescimento e união do agronegócio que está cada vez mais forte e consolidado com principal segmento econômico do Brasil”, afirma.

Com a expectativa de mais um ano de crescimento da safra 2018/2019 de grãos na Bahia, o presidente da Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), Júlio Busato, ressaltou a dedicação, profissionalização e o desenvolvimento da agricultura baiana, que atualmente produz 8% da fibra que o Brasil. “A produção agrícola vai crescer ainda mais com o trabalho do produtor representado em feiras agrícolas. A cada ano teremos uma Fenagro e Bahia Farm Show cada vez maiores, sendo orgulho de mais baianos”, afirma.

O lançamento da Bahia Farm Show na Fenagro contou com a participação do prefeito de Luís Eduardo Magalhães, Oziel Oliveira, dos deputados estaduais eleitos, Eduardo Salles e Jusmari Oliveira, do presidente da Faeb, Humberto Miranda, e da vice, Carminha Missio, e do presidente do Sindicato dos Produtores Rurais de Barreiras, Moisés Schmidt.

Organização e infraestrutura – Com o início da contagem regressiva e da intensificação dos trabalhos para organizar uma feira do porte da Bahia Farm, a coordenadora geral da feira, Rosi Cerrato, afirma que as expectativas para a 15ª edição é de manter o crescimento de negócios e de público, sempre levando uma infraestrutura arrojada para as empresas expositoras, instituições financeiras. “Por conta do sucesso, a internacionalização da feira é um fato. No ano passado recebemos expositores do Uruguai, Alemanha e Estados Unidos, que viram na feira, a oportunidade de alavancar os seus negócios. E este ano, teremos a adesão de empresas estrangeiras, e a importante confirmação dos agentes financeiros públicos e privados que garantem o diferencial no preço e nas condições de pagamento na aquisição de máquinas e equipamentos junto aos expositores”, afirma, ao destacar que na edição de 2018 houve um crescimento de 20% do número de expositores, totalizando 210 empresas que representam mais de 900 marcas.

“Em relação à infraestrutura, a principal novidade desta edição é que iremos dobrar a área do pavilhão coberto permitindo que mais empresas que garantem o suporte ao agronegócio ocupem o espaço, um dos mais requisitados na feira”, anunciou o vice-presidente da Aiba e da Bahia Farm, Luiz Pradella.

O Complexo Bahia Farm Show compreende uma área de 144 mil metros quadrados, com boa estrutura de rede elétrica, hidráulica e de irrigação, sanitários, área de lazer, ruas 100% pavimentadas e bosque de espécies nativas, além de amplos estacionamentos e dois restaurantes. O Complexo Bahia Farm Show também possui dois auditórios, campo experimental com pesquisas do setor agrícola, além de área para test drive com exibições e performances do setor automotivo, posto médico, central de atendimento ao expositor e ao montador e segurança 24 horas.

Na ocasião do lançamento da Bahia Farm Show na Fenagro, foi lançada a 3ª edição da Cartilha sobre Regularização Ambiental de Propriedades Rurais no Matopiba (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia), que demonstra a preocupação com cumprimento à legislação ambiental, por parte dos agricultores rurais baianos. Também foi assinado um convênio entre a Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab) e a Polícia Militar da Bahia para garantir a intensificação na vigilância da circulação de cargas de defensivos agrícolas, que nos últimos anos, viraram alvo de roubo por quadrilhas especializadas. A Bahia Farm Show é organizada pela Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), com o apoio da Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), Fundação Bahia, Associação dos Revendedores de Máquinas e Equipamentos Agrícolas do Oeste da Bahia Ltda. (Assomiba) e Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães.

Hebert Regis
Assessoria de Imprensa Abapa

Abapa e Aiba presentes na Fenagro 2018, em Salvador

O agronegócio do Oeste da Bahia está presente na 31ª  edição da Fenagro, em Salvador, evento que acontece de 24 de novembro a 02 de dezembro, no Parque de Exposições da capital baiana. No domingo (25) a abertura oficial reuniu autoridades e representantes da cadeia produtiva do Estado. Os presidentes da Abapa, Júlio Busato e da Aiba, Celestino Zanella participaram da solenidade, comanda pelo vice-governador da Bahia, João Leão, compondo a tribuna de honra.

No seu pronunciamento, Zanella destacou a importância da Fenagro para divulgação do trabalho realizado em prol do agronegócio do oeste baiano e aproveitou para convidar os presentes para o lançamento da Bahia Farm Show 2019, agendada para o período de 28 de maio a 01 de junho, em Luís Eduardo Magalhães. “A Fenagro tem sido para nós um momento para trocar experiências e mostrar o resultado da atividade agrícola da região oeste. Como já se tornou uma tradição, inserimos na programação da Fenagro, na terça-feira (27), o lançamento da Bahia Farm Show 2019, a maior feira de tecnologia agrícola e negócios do Norte/Nordeste do Brasil”, disse.

Durante o período da Fenagro 2018 as associações estarão, com um estande demonstrando detalhes e informações sobre a agricultura praticada no oeste do Estado. A equipe técnica presente oferece, a estudantes, pesquisadores e demais visitantes dados e números do agronegócio regional e socializa projetos e pesquisas desenvolvidas para a melhoria e lançamentos de novas variedades de cultivares. O espaço disponibiliza ainda material gráfico e a descontração das mascotes ‘Dão” e “Emílio”, representando as comodities algodão e milho, respectivamente.

“Durante a Fenagro estaremos com uma vasta agenda de reuniões, encontros e audiências junto aos órgãos públicos e empresas. É uma oportunidade de fortalecer parcerias e traçar novas”, disse o presidente da Abapa Júlio Busato que, durante toda a manhã desta segunda-feira (26), participou de uma reunião sobre os resultados do estudo do potencial hídrico no Oeste, realizado pelas duas associações e as universidades Federal de Viçosa (MG) e de Nebraska, nos Estados Unidos.

Bahia Farm Show – O lançamento da 15ª edição da Bahia Farm Show aconteceu na terça-feira (27), às 19h no auditório da Seagri, no Parque de Exposições de Salvador. Na ocasião, também foi lançada a 3ª edição da Cartilha sobre Regularização Ambiental de Propriedades Rurais no Matopiba (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia). A publicação é aguardada com entusiasmo por profissionais, pesquisadores e estudantes de cursos agrotécnicos, pois traz esclarecimentos sobre o cumprimento das legislações ambientais vigentes. Os exemplares serão distribuídos gratuitamente no evento.

Araticum Comunicação –26/11/2018

UniAGRO adere ao Pacto Empresarial Pela Integridade e Contra a Corrupção e poderá ser a primeira empresa do ramo a conquistar o Selo Agro + Integridade

O melhor atendimento ao cliente, a transparência e credibilidade em seus negócios são itens levados muito a sério pela UniAGRO, empresa distribuidora de uma ampla linha de insumos e serviços agrícolas da mais alta qualidade e tecnologia, que atende aos estados da Bahia e Tocantins. E, para dar mais um grande passo rumo à afirmação destes propósitos, a empresa aderiu ao Pacto Empresarial pela Integridade e Contra a Corrupção, se tornando a única representante do agronegócio entre os 24 signatários do pacto na Bahia.

O Pacto, iniciativa do Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social, foi criado para unir empresas com o simples objetivo de promover um mercado mais íntegro e ético visando erradicar o suborno e a corrupção. Ao se tornarem signatárias do pacto, as empresas assumem o compromisso de divulgar a legislação brasileira anticorrupção para seus funcionários, a fim de que ela seja cumprida integralmente. Além disso, todas se comprometem a barrar qualquer tipo de suborno, formando uma sociedade transparente, consciente e justa.

Os compromissos assumidos pelas signatárias do Pacto são monitorados anualmente, com intuito de atribuir visibilidade e clareza às práticas empresariais, fortalecendo o próprio Pacto. Além de contribuir para a sustentabilidade do país, ao adotar as medidas de promoção da integridade e da ética, a UniAGRO estará, de fato, contribuindo positivamente contra os atos de corrupção que assolam o país. O Pacto é um compromisso voluntário, que pode ser assumido por empresas privadas e públicas. Todas as instituições que aderem a ele tem seus nomes apresentados no seguinte endereço eletrônico: https://www3.ethos.org.br/conteudo/signatarios-do-pacto-empresarial-pela-integridade-e-contra-corrupcao/.

Passando por um excelente momento de crescimento, a UniAGRO agora está adequando-se para conquistar o Selo Agro + Integridade, que integra as etapas e requisitos a serem cumpridos no Pacto Empresarial. Este selo tem como objetivo a conscientização das empresas do agronegócio sobre seu relevante papel no enfrentamento às práticas da corrupção e antiéticas. A sustentabilidade é um ponto com grande destaque na etapa, já que o selo estimula a implantação de um programa nessa diretriz. A gestão da integridade é um requisito exigido para a habilitação da empresa, que precisa comprovar possuir um eficiente programa de compliance. Assim, todas as empresas participantes do Pacto deverão comprovar o comprometimento de gestão, o código de conduta divulgado e a realização de treinamento de temas relacionados à integridade.

Um dos responsáveis pelas mudanças que estão acontecendo internamente na UniAGRO é o profissional Paulo Bonatelli, Diretor Administrativo Financeiro da empresa e Especialista em Gestão. Para ele, este é o momento certo para a adesão da UniAGRO ao Pacto, sendo o selo tão importante e necessário para o agronegócio. “A UniAGRO estava ficando pronta há algum tempo e agora, com toda a adequação e os treinamentos feitos para nossa equipe, foi possível aderir ao Pacto Empresarial e colocar ainda mais em evidência aquilo que já praticamos há um bom tempo”, disse.

Com essas adequações e o cumprimento das exigências do Pacto Empresarial Pela Integridade e Contra a Corrupção, a UniAGRO pretende mostrar o seu trabalho de maneira franca e íntegra, além de comprovar que não é apenas uma célula comercial, indo muito além disso, prezando pelo seu cliente, pelos seus colaboradores e pela sociedade em que atua.

 

ASCOM UNIAGRO | Agência Immagine

Otimismo na safra gera busca por mais tecnologia em Dia de Campo do Algodão na Bahia

A conjuntura positiva da safra de algodão na Bahia que, pelo segundo ano consecutivo, vai atingir produtividade média acima de 300 arrobas/hectare, vem incentivando os agricultores a manter o uso de tecnologia e manejo adequados no campo. Em meio à colheita da segunda melhor safra de algodão no estado, a Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), Fundação Bahia e Embrapa, realizaram no último sábado (7), em Luís Eduardo Magalhães (BA), o tradicional Dia de Campo do Algodão. Cotonicultores, consultores, profissionais e estudantes da área se aprofundaram em temas que visam incrementar a produtividade no campo e buscar maior qualidade da fibra para o mercado consumidor. A Bahia é o segundo maior produtor de algodão do Brasil e prevê uma colheita de 1,2 mil toneladas na safra 2017/2018, sendo 481 mil toneladas em pluma.

Considerado o principal evento técnico de algodão na Bahia, o Dia de Campo apresentou cerca de 20 diferentes variedades de algodão disponíveis no mercado, a exemplo de cultivares transgênicas para as áreas de refúgio; resistentes à pragas e doenças como nematoides, ou aquelas que focam na qualidade da fibra e em características ideais para a indústria têxtil. Ao percorrer as estações montadas no Campo Experimental da Fundação Bahia, o cotonicultor Douglas Di Domenico, aproveitou para saber mais sobre as novidades para a cultura do algodão para investir na próxima safra agrícola. “O Dia de Campo é a oportunidade de atualização das principais cultivares e de técnicas que visam melhores resultados”, afirma, ao prometer voltar no próximo ano.

Da área de comercialização e qualidade da fibra, os participantes conferir as palestras “Como agregar valor na fibra de algodão”, com o coordenador de algodoeiras da SLC Agrícola, Edmilson Santos; e “Comportamento das Cultivares de Algodão do Mercado”, com o pesquisador Dr. Eleusio Curvelo Freire, da Cotton Consultoria Empresas Públicas. Presente ao Dia de Campo com um grupo de nove acadêmicos, a professora do curso de Agronomia da Universidade Federal do Oeste da Bahia (UFOB), Mirian Nogueira, pretende renovar o conhecimento técnico sobre a cultura do algodão. “Há um avanço constante em cultivares, manejos e pesquisas que, para quem atua ou atuará no setor agrícola, é preciso acompanhar”, afirma ela, ao elogiar a organização do evento.

Da área de defesa fitossanitária, o Dia de Campo do Algodão também trouxe novidades sobre “O Impacto Econômico da Spodoptera no Algodão com o Dr. Geraldo Papa, da Unesp/SP. Quem passou pelo Dia de Campo, também presenciou a demonstração e informações sobre os usos e benefícios dos drones na agricultura. Para Zirlene Zuttion, presidente da Fundação Bahia, o Dia de Campo do Algodão é o momento em que são reunidas todas as tecnologias ligadas à produção da pluma. “É um dia de intercâmbio e troca de experiências entre os próprios cotonicultores e com as empresas que investem em novas tecnologias e avaliam os resultados destas variedades e formas de manejo para incrementar a produtividade na lavoura”.

 Conjuntura – Na abertura do evento, o presidente da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), Celestino Zanella, citou as ações que vem sendo desenvolvidas pelas entidades agrícolas para garantir a competitividade e rentabilidade do produtor, a exemplo dos programas fitossanitário da soja e do algodão, Operação Safra, e da busca de soluções de logística junto ao Estado. Para o presidente da Abapa, Júlio Cézar Busato, “é necessário unir forças para avançar nas questões que estão fora da fazenda, como logística, segurança física e jurídica das fazendas, além das questões fundiária, fitossanitária e ambiental. Todo este cenário deve ser favorável para que os agricultores possam continuar produzindo com técnica e qualidade para obter rentabilidade no campo, o que vem sendo prejudicado por cobranças e burocracia ineficientes”, afirma.

Busato reforçou, durante a abertura do Dia de Campo do Algodão, sobre a boa conjuntura vivenciada pelos cotonicultores baianos, que depois de quatro safras com poucas chuvas e baixa produtividade, voltaram a contar com produção e o preço favoráveis. Aos poucos, será retomada a capacidade instalada de 400 mil hectares de produção no oeste da Bahia, e vamos resgatar a riqueza perdida e os empregos que foram suspensos com a estiagem evidenciando a importância do algodão para a região”, reforçou Busato.  Com a previsão da regularidade do ciclo de chuvas e da cotação do mercado, a próxima safra de algodão já prevê um crescimento de área, saindo dos 263 para 300 mil hectares. A atual safra de algodão da Bahia deve abastecer principalmente a indústria têxtil brasileira, sendo o restante dela, cerca de 40%, destinada para o mercado externo para os países asiáticos.

Assessoria de Imprensa Abapa – 09/07/2018

9º Cotton Tour Círculo Verde reúne consultores e produtores de algodão em um dia voltado ao conhecimento e a troca de experiências

Aconteceu nesta sexta-feira, 29 de junho, a 9ª edição do Cotton Tour realizado pela Círculo Verde Assessoria Agronômica e Pesquisa, um dia de campo totalmente dedicado à cultura do algodão. O evento aconteceu no Campo de Validação da Círculo Verde, na Fazenda Harmonia, em Luís Eduardo Magalhães, e reuniu produtores, consultores, pesquisadores, engenheiros agrônomos, técnicos agrícolas e representantes de empresas do agronegócio.

Esta safra de algodão no oeste baiano, segundo os dados levantados até o momento, também atingirá números recordes de produtividade e qualidade. O algodão baiano já é destaque mundial pela sua qualidade indiscutível, hoje considerado um dos melhores do mundo. A Bahia é o segundo maior estado produtor de algodão no País e o primeiro em termos de qualidade. Os níveis de excelência alcançados em características como finura, resistência, comprimento, uniformidade e maturidade do fio, entre outros, dão ao algodão baiano o título de melhor algodão do Brasil, estando muito acima do padrão exigido pelo mercado nacional e mundial.

Essa excelência só foi conquistada graças ao aperfeiçoamento e conhecimento dos produtores e suas equipes, além do trabalho sério e comprometido das instituições ligadas à cultura do algodão, como afirmou o produtor, consultor e sócio proprietário da Círculo Verde, Celito Breda: “A Círculo Verde participou de todo o processo de pioneirismo no algodão moderno e mecanizado desde 1995. A primeira colheita foi em 1996, então estamos com 22 anos de muita experiência, mas com muito a aprender. Hoje estamos extremamente satisfeitos com o resultado da safra baiana e com esse dia de campo”.

A programação do Cotton Tour abordou os resultados de pesquisas realizadas pela Círculo Verde, iniciando com os ensaios de ramulária do Algodoeiro, apresentado pela Gerente de Pesquisa, Dra. Mônica Martins e pela engenheira agrônoma Hannan Nunes, que abordaram a queda de eficiência dos fungicidas no controle desta doença e a importância da rotação de ativos de fungicidas e o uso de multissítios para retardar a resistência do fungo a esses produtos.

Na sequência, o consultor e engenheiro agrônomo Pedro Brugnera apresentou ao público o tema Adubação de Cobertura. “Segundo nossos estudos, vale a pena fazer o parcelamento de nitrogênio, pois os resultados dos testes foram positivos. Quanto ao perfil do solo, corrigir é o mais importante. Só assim a planta terá oportunidade de conseguir os nutrientes de que precisa”, afirmou Brugnera.

Logo após, o engenheiro agrônomo Genivaldo Batista falou sobre as perdas como atraso da colheita. Segundo ele, atrasos na colheita podem gerar perdas de 20 até 43 arrobas por hectare. Outro ponto importante levantado por Batista foi em relação às perdas de resistência da pluma e contaminação, observados nos atrasos da colheita do algodão.

Para finalizar a rodada de palestras, o professor Dr. Marco Tamai abordou o tema Ácaro Rajado no Algodoeiro, trazendo orientações precisas para os participantes identificarem e tomarem as medidas assertivas para controlar a praga na plantação. “O ácaro rajado é uma praga do sistema, estando presente tanto na cultura do algodão, quanto do milho, da soja e do feijão, o que gera preocupação quanto ao seu controle. Apesar de diferentes grupos químicos, alguns acaricidas já não têm controle tão efetivo desta praga em campo, o que pode indicar resistência e, portanto, a importância da rotação de ativos”.

O evento finalizou com a visita às variedades de algodão dos parceiros da Círculo Verde: Bayer, Damaceno Braga (DBB), Fundação Bahia/IBA, IMA, J&H Sementes e TMG. Para o consultor e classificador de algodão, Geraldo Pereira, a qualidade do algodão baiano é indiscutível e a área plantada da cultura deveria crescer no estado. “Se tem um lugar no Brasil feito para plantar algodão é a Bahia. O clima, o relevo e o comprometimento dos produtores são indiscutíveis. Além de quantidade e qualidade, o nosso algodão tem bastante brilho, resistência, comprimento. O que realmente precisamos é que as pessoas percebam e valorizem a alta qualidade do algodão baiano. Precisamos valorizar essa qualidade para que consigamos sempre ter um bom retorno para o produtor baiano, que pensa em produtividade, mas também em qualidade”.

 

ASCOM Círculo Verde

Agência Immagine

Bahia Farm Show 2018 atinge marca histórica de 1,891 bilhão em volume de negócios

Os números finais confirmam que as boas colheitas de grãos e algodão garantiram o impulsionamento dos negócios durante os cinco dias do evento

Mais uma vez a Bahia Farm Show confirma sua posição como uma das maiores feiras agrícolas do Brasil, ao atingir, na edição de 2018, a marca histórica de R$ 1,891 bilhão em volume de negócios, um crescimento 23% em relação ao do ano anterior. Os números finais foram apresentados pela organização do evento após a consolidação das propostas repassadas pelas instituições financeiras e expositores. Realizada entre os dias 5 a 9 de junho, no Complexo Bahia Farm Show, o evento recebeu um público total de 57.573 pessoas, que conferiram em um só espaço as principais inovações em tecnologia do setor agrícola.

De acordo com o presidente da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), Celestino Zanella, os números refletem o otimismo de uma região onde o agronegócio impulsiona e movimenta a economia “Nossas expectativas eram grandes porque colhemos a maior safra de soja da história da região e a segunda maior de algodão. O bom preço das commodities ajudou, assim como as taxas de juros, mais acessíveis. O agricultor investiu em tecnologia durante a feira já se preparando para o próximo ano e por acreditar também na Bahia Farm como local estratégico para fechar bons negócios”, argumentou.

A disseminação de conhecimento levou pesquisadores, estudantes e técnicos a participarem das mais de 30 palestras, debates e mesas redondas oferecidas durante o evento. Uma sessão itinerante da Assembleia Legislativa da Bahia aproximou parlamentares baianos e agricultores do oeste no debate de temas ligados ao meio ambiente e agricultura. “A feira se traduz em importante palco de discussões de ideias, fomento à pesquisa e à inovações direcionadas ao homem do campo, capazes de fazer com que ele produza mais, lucre mais, e, em contrapartida, economize tempo, dinheiro e preserve os recursos ambientais”, avalia o vice-presidente da Aiba, Luiz Pradella.

Outro ponto destacado pela organização é o número de novos expositores, 20% superior ao da edição de 2107, totalizando 210 empresas que representaram mais de 900 marcas e produtos. Muitas encerraram a participação neste sábado (9) de olho na edição de 2019, que já está com 60% do espaço total vendido, destes, 10% são novos expositores nacionais e internacionais. “Desde o ano passado a Bahia Farm Show iniciou o processo de internacionalização, este ano recebemos expositores do Uruguai, Alemanha e Estados Unidos. Já começamos a feira de 2019, e com ela, a adesão de empresas estrangeiras que veem no evento uma vitrine para expor suas marcas”, diz a coordenadora geral, Rosi Cerrato.

Mais de três mil empregos diretos e indiretos foram gerados antes, durante e após a feira. A próxima edição já está confirmada e será realizada de 28 de maio a 1º de junho de 2019.

Araticum 13/06/2018

Associado Sicredi terá condições especiais durante Bahia Farm Show

A 14ª edição da Bahia Farm Show, maior feira de tecnologia agrícola da região Nordeste do Brasil começa nesta terça-feira, 05, em Luís Eduardo Magalhães e o Sicredi estará mais uma vez presente com condições especiais para seus associados. Com oito anos de atuação no Oeste da Bahia a cooperativa conta hoje com pouco mais de 3 mil associados na agência do município.

Para o período da feira que se estende até o próximo sábado, 09, o Sicredi terá à disposição do seu cooperado um estande de 300 m², com todos os serviços da instituição financeira além de condições especiais para os associados que visitarem a Bahia Farm Show.

A ideia, segundo Rodrigo Machado, Gerente da Agência do Sicredi em Luís Eduardo Magalhães é proporcionar satisfação e agilidade ao associado. “Além de oferecermos linhas de crédito com taxas diferenciadas do mercado, buscamos sempre o melhor relacionamento com o associado”, explica. Uma das condições especiais oferecidas pela cooperativa durante a Bahia Farm Show são as taxas a partir de 0,99% ao mês na compra de um veículo 0 km.

O Gerente avisa ainda que os visitantes que tiverem interesse em se tornar um associado ou conhecer como funciona o sistema de crédito do Sicredi terão, durante os cinco dias de Bahia Farm Show, uma equipe de profissionais qualificada para tirar todas dúvidas pertinentes à cooperativa.

Fundada no Rio Grande do Sul em 1902 atualmente o sistema de crédito Sicredi está presente em mais de 21 estados brasileiros e Distrito Federal. O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa, referência internacional pelo seu modelo de atuação em sistema. Ao todo são 116 cooperativas de crédito filiadas (entre elas a Sicredi União MS/TO com sede no município de Campo Grande/MS e que abrange os estados do Mato Grosso do Sul, Tocantins e Região Oeste da Bahia), que operam com uma rede de atendimento de mais de 1.587 agências. Seu principal objetivo é atender as demandas dos associados de modo a agregar renda às suas atividades e promover o desenvolvimento econômico e social dos associados e das comunidades onde atua.

De acordo com Celso Régis, presidente do Sicredi União MS/TO a cooperativa não podia deixar de participar desta que é uma das maiores feiras agrícolas do país. “O Sicredi tem uma forte atuação na região, ainda mais em se tratando das entidades do agronegócio, por isso buscamos oferecer um bom volume de recursos para atender os associados da região, principalmente, no que se refere a financiamentos em maquinários e equipamentos agrícolas”, pontua o presidente. A estimativa de crédito para o período da Bahia Farm Show é de R$ 70 milhões.

Nota de esclarecimento: Bahia Farm Show é adiada para o período de 05 a 09 de junho

A greve nacional dos caminhoneiros, já no seu oitavo dia de paralisação, fez com que a organização da Bahia Farm Show 2018, em comum acordo com expositores, decidisse pelo adiamento de um dos maiores eventos do agronegócio brasileiro. A nova data estabelecida para a feira será de 05 a 09 de junho, terça a sábado da próxima semana. Uma medida que visa garantir o bom funcionamento do Complexo Bahia Farm Show, o conforto e segurança de expositores, palestrantes e púbico em geral.

“Apesar de estarmos com boa parte dos espaços montados, consideramos que alguns estandes ainda não chegaram, assim como máquinas e equipamentos que estão parados em bloqueios nas estradas. Agimos com bom senso e compreensão de toda a situação, que da forma como está, hoje, inviabilizaria o funcionamento da feira, sem combustíveis e abastecimento de insumos prioritários. Essa decisão é unânime também entre os expositores”, explica Celestino Zanella, presidente da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), entidade organizadora da feira.

A programação da feira será mantida, com a abertura oficial às 10h, de terça-feira (05), a realização do Fórum do Canal Rural, às 14h, debatendo “O papel do agricultor na preservação do cerrado”, com a presença do chefe-geral da Embrapa Monitoramento de Satélite, Evaristo Eduardo de Miranda.  Alterações na grade da programação oficial de palestras e debates da Bahia Farm Show 2018, assim como de qualquer evento realizado na feira serão divulgadas em breve.

A Bahia Farm Show é realizada pela Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), com o apoio da Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), Associação dos Revendedores de Máquinas e Equipamentos Agrícolas do Oeste da Bahia Ltda (Assomiba), Fundação Bahia e Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães.

Araticum

10º Dia de Campo da Círculo Verde levou informações técnicas para 400 participantes

O 10º Dia de Campo da Círculo Verde, ocorreu nesta sexta-feira, 09 de março, em Luís Eduardo Magalhães reunindo cerca de 400 pessoas, entre produtores, engenheiros agrônomos, técnicos agrícolas, representantes de empresas de insumos agrícolas e demais pessoas ligadas ao agronegócio soja e milho. Os participantes obtiveram informações sobre assuntos de grande relevância nesta safra em nossa região. As mulheres foram homenageadas e presenteadas com uma rosa, em comemoração ao Dia Internacional das Mulheres.

A primeira e mais esperada palestra da manhã, sobre Ferrugem x Resistência, foi ministrada pela engenheira agrônoma e reconhecida pesquisadora da Embrapa Soja, Drª Claudia Godoy. Na palestra, a Drª Cláudia comentou  sobre os triazóis, estrobilurinas e carboxamidas que é a base dos fungicidas para o controle da ferrugem e, o cuidado que se deve ter com o uso destes produtos em relação a resistência dos fungos aos mesmos, pois, a soja é o principal hospedeiro da ferrugem, que pode causar dano de 80% na produtividade. Além dos fungicidas, “o vazio sanitário é a principal estratégia de controle da ferrugem e, também, a mais eficaz. A rotação de culturas também é essencial para o combate. Essas estratégias de manejo não eliminam a ferrugem, pois ela tem muitos hospedeiros além da soja, mas, faz com que a ferrugem chegue mais tarde na lavoura, podendo causar menores prejuízos. Assim, é possível diminuir custos, aplicações de fungicidas e também a possibilidade de resistência dos fungos”, explicou Godoy. A pesquisadora comentou ainda que a região oeste da Bahia está de parabéns e serve de modelo para outras regiões do Brasil, pois orienta os produtores e disponibiliza informações sobre o manejo correto da ferrugem e cria pontos de diálogo sobre o assunto, como este Dia de Campo.

“Para nós é muito importante participar de eventos como este para entender e observar assuntos relativos aos problemas que enfrentamos na lavoura. A Drª Claudia Godoy trouxe também informações sobre a ferrugem no restante do país, fazendo com que possamos entender melhor o que dá certo e o que não tem resultados”, afirmaram os produtores Carlos Kogio e Janio Takasumi, da região de Roda Velha.

O evento contou com seis estações para que os grupos visitassem e dialogassem sobre temas, problemas e soluções comuns no dia a dia das lavouras, em especial da soja e milho.

Na primeira estação, o engenheiro agrônomo e consultor da Círculo Verde Marconde Ferraz falou sobre Capim amargoso, planta daninha que se adaptou muito bem a esta região, envolvendo um alto custo de controle e a perda de produtividade nas lavouras. Ferraz ressaltou a importância do manejo cultural, até mais do que o manejo químico. “Contra o capim amargoso é essencial fazer a limpeza das máquinas dentro e fora da fazenda, assim como das estradas, ter atenção na compra de sementes e realizar a capina destas plantas nos talhões”, afirmou. Nesta estação, o representante da DuPont, Cleiton Barbosa, apresentou um novo herbicida para controle do capim amargoso, o Verdict Max, que tem concentração superior a sua antiga versão (Verdict R), para facilitar na logística e armazenamento nas fazendas.

Na segunda estação, o Dr. Marco Antonio Tamai, professor da UNEB/Barreiras discorreu sobre os Ácaros na soja, que, segundo ele, é um problema emergente. O professor identificou e diferenciou os tipos de ácaros e explicou a alta taxa de crescimento dos mesmos em poucos dias, por isso a importância de monitorar a população das espécies desde o início da cultura. Além disso, Tamai comentou sobre pontos-chaves como, treinamento dos monitores na identificação, monitoramento da lavoura, rotação de acaricidas de diferentes modos de ação e “fechamento” da cultura no limpo, já que os ácaros podem passar de uma cultura à outra. Na mesma estação Leandro Yuan, representante da Bayer, apresentou resultados de trabalhos científicos para prevenir o desenvolvimento da resistência.

Na terceira estação, a gerente de pesquisa da Círculo Verde, Drª Mônica C. Martins, falou sobre o Mofo Branco, ressaltando a influência do clima nesta doença e a importância de diminuir o inóculo nas lavouras, já que a mesma é uma doença do sistema, tendo o algodão também como hospedeiro. Comentou que o manejo é um conjunto de medidas, sendo o químico apenas 1 dos itens e, nesse caso, mostrou os resultados de pesquisa com o uso de fungicidas obtidos na safra passada e os resultados parciais desta safra. Esses ensaios fazem parte dos “Ensaios Cooperativos” coordenados pela Embrapa e executados pela Círculo Verde na região oeste da Bahia. Além disso, ressaltou a importância de utilizar os intervalos de aplicação dos fungicidas, seja para qualquer doença, de acordo com a recomendação do fabricante. O representante da Basf, Benedito Lopes Ferraz Neto, apresentou o Spot SC, fungicida para o controle do mofo branco e resultados de pesquisa de outras regiões com este produto, alertando sobre seu posicionamento, dose e intervalo de aplicação. Ainda a nível de informação, Drª Mônica comentou que os resultados dos Ensaios Cooperativos estão em uma Circular Técnica, disponível gratuitamente para o produtor e demais interessados no site da Embrapa.

O tema da quarta estação foram os Nematoides, abordado pelo engenheiro agrônomo e consultor da Círculo Verde Celito Breda, que discorreu sobre técnicas para o manejo e prevenção, mostrando os resultados com o uso de produtos biológicos e químicos, plantas de cobertura na entressafra, cultivares tolerantes/resistentes ao longo de diversas safras obtidos no “Programa Estratégico de Manejo de Nematoides no Oeste da Bahia” coordenado pela Círculo Verde. Breda comentou que não existe um controle milagroso para o nematoide, mas, que boas práticas de manejo geram bons resultados. Alguns dos manejos utilizados na soja estão sendo testados na cultura do algodão, como abordou a engenheira agrônoma Aline Fabris. Nesta estação, Rodolfo Schiochet da FMC apresentou o produto Presence, um nematicida microbiológico utilizado no tratamento de sementes que possui múltiplos mecanismos de ação, agindo na raiz e criando uma barreira física e química, dificultando a orientação do nematoide e prejudicando o reconhecimento do hospedeiro.

Já na quinta estação a engenheira agrônoma da Círculo Verde Hannan Nunes abordou o uso de protetores (multissítios), expondo resultados de pesquisa com o uso destes produtos isolados e/ou em associação com outros fungicidas para o controle da ferrugem da soja. Emerson Cappellesso, representante da Syngenta, falou sobre o programa “Manejo Consciente”, vinculado a uma campanha nacional de uso correto de fungicidas na cultura de soja, abordando sobre o posicionamento correto do programa de fungicidas da Syngenta, que inclui os fungicidas Elatus e Cypress associados ao multissítios.

A sexta estação trouxe a apresentação do portfólio de 10 híbridos de milho e 56 cultivares de soja das empresas Agro Norte, Bayer, Brevant Sementes, FT Sementes, FBA/Embrapa, HO Sementes, J&H Sementes, Nidera, Oilema e Syngenta, que apresentaram as características dos materiais citando população de plantas, época de plantio, resistência/tolerância a doenças e nematoides, etc, além do posicionamento técnico destes para cada localidade.

Além das estações, o Laboratório “Alerta Ferrugem” representado pela Eng. Agrônoma Amanda Santana marcou presença, disponibilizando uma lupa e folhas com sintomas da ferrugem para que os participantes pudessem tirar suas dúvidas na identificação da doença. O laboratório é uma parceria da Círculo Verde, Sindicato dos Produtores Rurais de LEM e Adama, Basf, Bayer, Dupont, FMC, Ihara, Nufarm, Ouro Fino, Syngenta e UPL.

A John Deere esteve presente expondo tratores da sua linha e disponibilizando seus colaboradores para maiores informações.

A Círculo Verde agradece a todos os presentes, aos patrocinadores e apoiadores que colaboraram para o sucesso deste evento.

ASCOM Círculo Verde

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