Bullet Journal: por que vale a pena ter um e por onde começar

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Se você curte ler sobre organização na internet, provavelmente já ouviu falar alguma coisa sobre o bullet journal. Se você nasceu ali entre os anos 80 e 90, com certeza já viu alguma amiga que tinha aquelas agendas super coloridas, com colagens, adesivos, bem legal mesmo. Essa é praticamente a mesma ideia do bullet jornal, que é basicamente um diário em tópicos, onde você pode criar sua própria rotina e acompanhar seus hábitos.

A ideia é que ele não seja caro, que seja feito com aquilo que você tem em casa e que, além de tudo, lhe ajude a exercer a criatividade que está adormecida dentro da sua criança interior. Existem infinitas opções de cadernos no mercado que podem suprir a sua necessidade, e que custam muito menos do que uma agenda ou planner. Porque vamos confessar, 2018 foi o ano das agendas caras, não é mesmo?

Se você ainda não entendeu o que eu tô falando, dá uma olhada nessas inspirações:

Motivos para ter um bullet journal:

  • É prático! Com ele, você pode marcar seus compromissos ainda na noite anterior com frases curtas e diretas.
  • É criativo! Com ele, você pode voltar a ter aquela agenda dos anos 90, onde você colocava o papel de bombom que ganhou do amor da sua vida, etc.
  • É personalizado! Você pode usar qualquer caderno, de qualquer preço, de qualquer tamanho.
  • É um exercício mental! Se você gostava de escrever e desenhar quando mais jovem, essa é a oportunidade para voltar aos velhos hábitos. Passar um tempinho exercitando a criatividade pode ser ótimo!
  • É aquela desculpa que você precisava para comprar aquelas canetas coloridas que sempre quis, mas não teve coragem de comprar por já ser… adulto!

E aí, quem vai embarcar nessa? Confesso que minha letra e meus desenhos não são dos melhores, mas a gente vai tentando. Para mais inspirações sobre o que fazer no seu bullet journal, siga meu perfil no Pinterest! 😉

Tenho 25 anos, sou jornalista, mas bem poderia ser qualquer outra coisa, devido à minha necessidade de aprender. Escrevo, fotografo e sorrio. Acho que é assim que se vive, não é?